Dia Nacional do teatro
O EVANGELHO SEGUNDO A DESGRAÇA NACIONAL
É de se esperar que num país atrasado como o Brasil, sem saúde, sem educação, sem cultura, excessivamente violento, sem nada a oferecer aos seus frutos do fracasso, etc., que a cada maldito dia o Evangelho de Cristo fomente a esperança de seu povo sofrido.
Estamos a mercê de sofrer a perda da nossa luta até mesmo aos parasitas do sistema eclesiástico, os chamados pastores evangélicos, principalmente. É de se temer o pior, pois a cada dia nosso sistema corrompe-se ferozmente. Esses vermes se aproveitam das leves quedas dos povos do nosso corrupto país capitalista para arregaçar suas mangas e cometer o pecado da avareza e arrancar o dízimo dos filhos desta pseudodemocracia chamada Brasil.
O humano é inerentemente fraco, precisa de consolo, mas consolo não é sinônimo de Deus, qualquer coisa pode substituí-lo, como: a arte, a filosofia, a ciência, até mesmo as boas amizades - coisa rara - ou a força interior, que cabe aos grandes homens e mulheres.
O ceticismo é elitista, a crença é populista, e é por isso que os fracassados acéfalos preferem entregarem-se ao divino a buscarem-se a si mesmos.
Nos momento de revolta muitos fiéis situam-se contrários ao que é divino, contudo isso não significa profanação, é somente uma birra. A incredulidade é outra coisa, é a descoberta da força interior.
Crianças brincam de carrinhos e de bonecas, crescem e não querem mais brincar de carrinhos e de bonecas; crianças amam as fantasias, crescem e continuam amando as fantasias; por quê? Porque a religião é um remendo: a fé serve de placebo para tudo. Somos eternas crianças no jardim da idade adulta, que buscam acalento aos seus vazios interiores retornando a beleza da nossa base infantil.
Não existem muitas escolhas quando chuvas corrosivas caem sobre desertos de sedentos. A maioria dos povos afortunados ao redor do mundo só tem uma saída: a ajuda divina. É, o mundo ainda é uma gigante creche de famintos e de desgraçados!
FAVELÁRIO NACIONAL
Quem sou eu para te cantar, favela,
Que cantas em mim e para ninguém
a noite inteira de sexta-feira
e a noite inteira de sábado
E nos desconheces, como igualmente não te conhecemos?
Sei apenas do teu mau cheiro:
Baixou em mim na viração,
direto, rápido, telegrama nasal
anunciando morte... melhor, tua vida.
...
Aqui só vive gente, bicho nenhum
tem essa coragem.
...
Tenho medo. Medo de ti, sem te conhecer,
Medo só de te sentir, encravada
Favela, erisipela, mal-do-monte
Na coxa flava do Rio de Janeiro.
Medo: não de tua lâmina nem de teu revólver
nem de tua manha nem de teu olhar.
Medo de que sintas como sou culpado
e culpados somos de pouca ou nenhuma irmandade.
Custa ser irmão,
custa abandonar nossos privilégios
e traçar a planta
da justa igualdade.
Somos desiguais
e queremos ser
sempre desiguais.
E queremos ser
bonzinhos benévolos
comedidamente
sociologicamente
mui bem comportados.
Mas, favela, ciao,
que este nosso papo
está ficando tão desagradável.
vês que perdi o tom e a empáfia do começo?
...
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
Cascavel-Pr é a cidade com maior população da região, eleita por revista nacional como uma das mais promissoras do País, uma cidade com tal potencial não deve apenas figurar na área esportiva. Temos muitos talentos desconhecidos e perdidos por falta de investimento em esporte, devemos juntos buscar incentivos e tornar Cascavel uma potencia e uma referencia no esporte nacional, mais que uma promessa um dever cumprido.
Para poder ter riqueza, basta praticar o que está escrito na bandeira nacional brasileira, Ordem e progresso, ou seja Onde a ordem á sempre haverá progresso.
Na sala de aula, a professora falando sobre o Hino Nacional, pediu a Mariazinha que desenhasse no quadro alguma coisa sobre o assunto.
Ela foi e desenhou uma cama.
- O que significa isso? - perguntou a professora.
- Deitado em berço explêndido - explicou Mariazinha.
- Muito Bem! Joãozinho, agora é a sua vez!
O garoto não deixou por menos. Foi lá e desenhou um jumento com um pinto de todo tamanho. A professora indignada perguntou:
- Que safadeza é essa menino?
E o Joãozinho:
- Não é safadeza não, fessora! É gigante pela própria natureza
Para mim, não significa nada ser o autor da ficção cristã nacional mais vendida de abril e Maio de 2018, se por meio do meu livro Jesus não for glorificado. É glorificá-lO que busco em cada letra, frase, parágrafo, página e capítulo dos meus livros. Que Ele apareça e eu diminua!
Quando divulgados os fatos de repercussão nacional os mesmos são mostrados de forma pasteurizada, com informações ao gosto do olhar estrangeiro, ou seja, passa-se um pano nos dados relevantes, de modo que suas fontes nacionais sejam manipuladas de fora; sofremos portanto, hoje, a ditadura e a censura do capital estrangeiro.
Concordo que o Congresso Nacional está cheio de políticos, precisamos reduzir o número de Deputados Federais e Senadores, pois assim vai sobrar mais recursos para as prioridades do povo brasileiro que tanto sofre as consequências de governantes incompetentes e/ou corruptos na: saúde, educação, segurança, infraestrutura e etc... É a população que financia tudo isso pelos impostos, pois não existe dinheiro público sem pagadores de impostos!
A Guiné- Bissau fez a luta de libertação Nacional.Mas,só isso não basta.É convém fazer também a luta de libertação psicológica para ver se tudo muda.
Nunca imaginei que o hino nacional pudesse ser um som tão punk nos ouvidos amedrontados dos políticos.
Pensamentos do Barão de General Severiano
Incêndio no Congresso Nacional, entre mortos e feridos roubaram todos.
Pensamentos do Barão
A burrice é a principal categoria do pensamento nacional; por isso nosso subdesenvolvimento é tão pujante!
Um povo torna-se consciente de sua existência quando tem noção de totalidade nacional, não ao apenas se interessar por suas partes convenientes e interesses individuais.
O cúmulo da autoestima, é fazer algo que não dá em rede nacional e ainda ficar na boa quanto a isso.
