Dia Nacional do teatro
Cascavel-Pr é a cidade com maior população da região, eleita por revista nacional como uma das mais promissoras do País, uma cidade com tal potencial não deve apenas figurar na área esportiva. Temos muitos talentos desconhecidos e perdidos por falta de investimento em esporte, devemos juntos buscar incentivos e tornar Cascavel uma potencia e uma referencia no esporte nacional, mais que uma promessa um dever cumprido.
Para poder ter riqueza, basta praticar o que está escrito na bandeira nacional brasileira, Ordem e progresso, ou seja Onde a ordem á sempre haverá progresso.
Na sala de aula, a professora falando sobre o Hino Nacional, pediu a Mariazinha que desenhasse no quadro alguma coisa sobre o assunto.
Ela foi e desenhou uma cama.
- O que significa isso? - perguntou a professora.
- Deitado em berço explêndido - explicou Mariazinha.
- Muito Bem! Joãozinho, agora é a sua vez!
O garoto não deixou por menos. Foi lá e desenhou um jumento com um pinto de todo tamanho. A professora indignada perguntou:
- Que safadeza é essa menino?
E o Joãozinho:
- Não é safadeza não, fessora! É gigante pela própria natureza
Para mim, não significa nada ser o autor da ficção cristã nacional mais vendida de abril e Maio de 2018, se por meio do meu livro Jesus não for glorificado. É glorificá-lO que busco em cada letra, frase, parágrafo, página e capítulo dos meus livros. Que Ele apareça e eu diminua!
Quando divulgados os fatos de repercussão nacional os mesmos são mostrados de forma pasteurizada, com informações ao gosto do olhar estrangeiro, ou seja, passa-se um pano nos dados relevantes, de modo que suas fontes nacionais sejam manipuladas de fora; sofremos portanto, hoje, a ditadura e a censura do capital estrangeiro.
Concordo que o Congresso Nacional está cheio de políticos, precisamos reduzir o número de Deputados Federais e Senadores, pois assim vai sobrar mais recursos para as prioridades do povo brasileiro que tanto sofre as consequências de governantes incompetentes e/ou corruptos na: saúde, educação, segurança, infraestrutura e etc... É a população que financia tudo isso pelos impostos, pois não existe dinheiro público sem pagadores de impostos!
A Guiné- Bissau fez a luta de libertação Nacional.Mas,só isso não basta.É convém fazer também a luta de libertação psicológica para ver se tudo muda.
Nunca imaginei que o hino nacional pudesse ser um som tão punk nos ouvidos amedrontados dos políticos.
Um povo torna-se consciente de sua existência quando tem noção de totalidade nacional, não ao apenas se interessar por suas partes convenientes e interesses individuais.
O cúmulo da autoestima, é fazer algo que não dá em rede nacional e ainda ficar na boa quanto a isso.
FERIADO NACIONAL
Feriados nacionais nos cercam anualmente
Dias celebrativos e memoráveis
Hoje é Sexta-Feira, a Sexta-Feira da Paixão, a Sexta-Feira Santa
É o dia para se lembrar da morte de Jesus
Um homem da luz, instrutor e sábio
O Filho de Deus
Que neste dia comemorativo e tão importante
Paremos para refletir
Que possamos ao menos tentar ser parecidos com Jesus,
Amorosos, perdoadores e humildes de coração.
Em seu aspecto decadente, a burguesia nacional será consideravelmente ajudada pelas burguesias ocidentais, que se apresentam como turistas amantes do exotismo, das caçadas, dos cassinos. A burguesia nacional organiza centros de repouso e de lazer e terapias de prazer destinados à burguesia ocidental. Essa atividade adotará o nome de turismo e será equiparada, nesse caso, a uma indústria nacional. Se quisermos uma prova dessa eventual transformação dos elementos da burguesia ex-colonizada em organizadores de festas para a burguesia ocidental, vale a pena evocar o que aconteceu na América Latina. Os cassinos de Havana, da Cidade do México, as praias do Rio, as garotas brasileiras, as garotas mexicanas, as mestiças de treze anos, Acapulco, Copacabana são estigmas dessa depravação da burguesia nacional. Por não ter ideias, por estar fechada em si mesma, apartada do povo, minada pela incapacidade congênita de pensar o conjunto dos problemas em função da totalidade da nação, a burguesia nacional vai assumir o papel de gerente das empresas do Ocidente e praticamente organizar seu país como lupanar da Europa.
Mais uma vez, é preciso ter diante dos olhos o espetáculo lamentável de determinadas repúblicas da América Latina. Depois de um voo rápido, os homens de negócios dos Estados Unidos, os grandes banqueiros, os tecnocratas desembarcam “nos trópicos” e de oito a dez dias mergulham na doce depravação que suas “reservas” lhes oferecem.
O comportamento dos proprietários de terras nacionais praticamente se identifica com o da burguesia das cidades. Os grandes agricultores exigiram, a partir da proclamação da independência, a nacionalização das propriedades agrícolas. Com o auxílio de uma série de negociatas, conseguiram se apropriar das fazendas antes pertencentes aos colonos, reforçando assim seu domínio sobre a região. Mas eles não tentam renovar a agricultura, intensificá-la ou integrá-la numa economia de fato nacional.
Na verdade, os proprietários de terras nacionais vão exigir do poder público que multiplique, em proveito deles, as facilidades e os privilégios que antes beneficiavam os colonos estrangeiros. A exploração dos trabalhadores agrícolas será reforçada e legitimada. Manipulando dois ou três slogans, esses novos colonos vão exigir dos trabalhadores agrícolas uma labuta enorme, evidentemente em nome do esforço nacional. Não haverá modernização da agricultura, nem plano de desenvolvimento, nem iniciativas, pois as iniciativas, que implicam um mínimo de risco, provocam pânico nesses meios e desnorteiam a burguesia fundiária, hesitante, prudente, que submerge cada vez mais nos circuitos instaurados pelo colonialismo. Nessas regiões, as iniciativas são próprias do governo. O governo é que as decide, estimula, financia. A burguesia agrícola recusa-se a assumir o menor risco. É contra a aposta, a aventura. Não quer trabalhar na incerteza. Exige o sólido, o rápido. Os lucros que embolsa, enormes, considerando a renda nacional, não são reinvestidos. Uma poupança economizada domina a psicologia desses proprietários de terras. Por vezes, sobretudo nos anos que se seguem à independência, a burguesia não hesita em confiar a bancos estrangeiros os lucros que aufere do solo nacional. Por outro lado, grandes quantias são utilizadas para fins de ostentação, em carros, em casas suntuosas, em todas as coisas bem descritas pelos economistas como características da burguesia subdesenvolvida.
Dissemos que a burguesia colonizada que ascende ao poder emprega sua agressividade de classe para se apossar dos cargos anteriormente ocupados pelos estrangeiros. De fato, logo após a independência, ela se choca com as sequelas humanas do colonialismo: advogados, comerciantes, proprietários rurais, médicos, funcionários de alto escalão. Vai lutar impiedosamente contra essa gente “que insulta a dignidade nacional”. Acena energicamente com as noções de nacionalização dos quadros, de africanização dos quadros. Com efeito, seu comportamento vai se caracterizar cada vez mais pelo racismo. Brutalmente, ela apresenta ao governo um problema claro: precisamos desses cargos. E só deixará de manifestar seu ressentimento quando tiver ocupado todos eles.
Por sua vez, o proletariado das cidades, a massa dos desempregados, os pequenos artesãos, aqueles que exercem os chamados pequenos ofícios se situam a favor dessa atitude nacionalista, mas sejamos justos: eles apenas copiam a atitude da burguesia. Se a burguesia nacional entra em competição com os europeus, então os artesãos e os pequenos ofícios começam a lutar contra os africanos não nacionais.
“Nossa democracia é encenação nacional de hipocrisia refinada, repleta de leis “bonitas”, mas feitas sempre, em última instância, pela elite dominante para que sirva a ela do começo até o fim. Político é gente que se caracteriza por ganhar bem, trabalhar pouco, fazer negociatas, empregar parentes e apaniguados, enriquecer-se às custas dos cofres públicos e entrar no mercado por cima… Se ligássemos democracia com justiça social, nossa democracia seria sua própria negação”
Temo em tentar aprender o hino nacional do Brazil, eu acho mais bonito Galzinha cantando " no céu, no mar, na terra...
Se o Botafogo não fosse esta centenária instituição admirável do desporto nacional, porém regida por superstições, mandingas e despachos, certamente poderia ser uma promissora casa de orixás.
