Dia Nacional do teatro
A inexistência, no Brasil, de um projeto nacional e as dificuldades para implantá-lo são sintomas que esclarecem razões de nossos tropeços institucionais, bem como da natureza dos interesses vinculados à manutenção do status quo. Isto, naturalmente, está na origem das nossas dificuldades para estabelecer uma dinâmica de vida que tenha como objetivo a existência de uma Nação justa, organizada e independente"
J. BAUTISTA VIDAL - De estado servil a nação soberana
Entre as instituições mais sensíveis ao problema de independência nacional, devido à sua vinculação direta com a criatividade humana, está a Universidade. Sua natureza intrínseca não permite a sobrevivênci no marasmo, na passividade, na dependência da caridade dos outros. A subsserviência e a indignidade não se ajustam à sua função primordial desde as suas origens no século XII"
JEAN BAUTISTA VIDAL - De estado servil à nação soberana -
Bicho, o Brasil não é mais um país, é um esquema de pirâmide com hino nacional!
Antigamente, o bandido usava máscara e pulava o muro. Hoje? Hoje o estelionatário usa terno, tem selo de verificação no Instagram e um advogado que estudou mais que o juiz! O cara não te rouba mais no escuro, ele te rouba à luz do dia e ainda te manda um link do Gov.br pra você confirmar o recebimento do golpe!
E a lei? Ah, a lei é maravilhosa. Se você rouba um pão, você apodrece na cadeia. Mas se você rouba 2 bilhões de reais de aposentados, o juiz olha e fala: 'Olha, tecnicamente, ele não roubou... ele apenas pegou um empréstimo vitalício sem intenção de devolver. Tá liberado!'
Os criminosos não estão mais fugindo da polícia, eles estão contratando a polícia pra fazer a segurança do escritório de 'consultoria' deles! No Brasil, o crime não compensa? Meu irmão, no Brasil, o crime abriu capital na bolsa e tá dando dividendos!
O estelionato no Brasil ficou tão profissional que daqui a pouco o bandido vai te dar nota fiscal e pedir pra você avaliar o golpe no iFood: 'O roubo foi rápido, mas o bandido foi meio grosso. 4 estrelas.
Carlos Alberto Blanc
A gente Não Quer Só Pão e Circo
O governo Lula criou recentemente o Sistema Nacional de Cultura, ampliando a estrutura, os recursos e a influência política da máquina cultural no país. Ao mesmo tempo, professores da educação básica seguem sem aumento real de salários, enfrentando escolas sem estrutura, falta de material didático, carência de merenda adequada e ausência de investimentos consistentes em formação e condições de trabalho.
Diante desse contraste, a pergunta inevitável surge:
O que o Brasil mais precisa hoje: cultura ou educação?
A resposta não é complexa.
Educação constrói nações. Cultura expressa nações que já se desenvolveram.
A educação forma médicos, engenheiros, cientistas, professores, empreendedores.
A educação eleva a produtividade, reduz desigualdades reais, gera inovação, atrai investimentos e constrói autonomia nacional.
Sem educação forte, não há crescimento sustentável. Há apenas ciclos de dependência.
Já a cultura, embora tenha valor simbólico e identitário, não substitui a base estrutural de uma nação. Quando governos priorizam grandes eventos, espetáculos e financiamentos artísticos enquanto escolas carecem do básico, não estamos diante de uma política cultural — estamos diante de uma escolha política de prioridades.
E aqui surge outra pergunta, talvez ainda mais incômoda:
O que ajuda mais o país a crescer ou o que ajuda mais o governo a se manter politicamente forte?
Shows reúnem multidões. Palcos amplificam discursos. Artistas influenciam opinião. A máquina cultural gera visibilidade e mobilização imediata.
Já a educação é silenciosa. Seus resultados levam anos. Ela não gera aplauso instantâneo, não cria palanque, não mobiliza militância em curto prazo. Mas ela constrói o futuro de verdade.
Quando um governo investe pesado na cultura militante enquanto a educação permanece precarizada, a escolha não é técnica. É política.
O Brasil não deixará de crescer por falta de shows.
Mas continuará estagnado enquanto faltar ensino de qualidade.
Sem professores valorizados, não há formação sólida.
Sem formação sólida, não há produtividade.
Sem produtividade, não há prosperidade.
E então a velha metáfora ressurge, incômoda e atual:
Pão e circo.
Não no sentido de desprezar a arte, mas no uso político dela para gerar distração, emoção e engajamento enquanto problemas estruturais permanecem sem solução.
A cultura deveria florescer sobre uma base educacional forte.
Quando se inverte essa ordem, o país não avança — ele apenas se entretém enquanto fica para trás.
O Brasil precisa de menos palco e mais sala de aula.
Menos espetáculo e mais estrutura.
Menos aplauso imediato e mais investimento no futuro.
Porque nenhuma nação se desenvolveu priorizando o entretenimento acima da educação.
E nenhuma jamais se desenvolverá assim.
Mauricio C. Cantelli
@ensinandoemfrases
Isso é uma vergonha nacional! Uma verdadeira corja de bandidos e Surrupiadores da Nação Brasileira!!!
Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.
Crônica
Campeonato Nacional da Sobrevivência
Se o brasileiro colocasse na política metade da paixão que coloca no futebol, talvez o Congresso tivesse comentarista esportivo, VAR e até torcida organizada fiscalizando votação.
Imagine a cena:
— Foi pênalti ou não foi?
— Não sei. Mas a reforma tributária passou sem ninguém perceber.
Enquanto isso, milhões de especialistas em escalação discutem durante semanas se o lateral deveria jogar mais avançado, mas não sabem o nome do vereador que ajudaram a eleger.
No futebol, o cidadão conhece a tabela de cor, a artilharia completa, os cartões recebidos, os confrontos históricos e até a previsão de chuva para o dia da partida.
Já na própria carreira...
— Como está seu plano para os próximos cinco anos?
— Que plano?
— O profissional.
— Ah... achei que você estava falando do campeonato.
E assim segue a vida.
O brasileiro acorda cedo, enfrenta ônibus lotado, trânsito engarrafado, fila, burocracia, boleto, carnê, prestação, taxa, imposto e mais uma coleção de surpresas que parecem surgir diretamente da criatividade nacional.
Trabalha de segunda a segunda para, no final do mês, descobrir que o salário entrou na conta apenas para fazer uma visita rápida.
Mal chega e já vai embora.
As contas fazem festa.
O dinheiro nem participa.
Mas seria injusto dizer que o povo vive apenas de sofrimento.
O brasileiro possui uma habilidade rara: consegue fabricar felicidade com matéria-prima quase inexistente.
Faz churrasco com pouco carvão.
Faz festa com pouco dinheiro.
Faz amizade na fila.
Faz piada da própria desgraça.
E quando a vida aperta, ainda encontra força para sorrir.
Talvez seja por isso que os governantes gostem tanto de oferecer distrações. Afinal, um povo entretido reclama menos.
Desde os tempos antigos existe uma fórmula famosa: pão e circo.
Por aqui, às vezes falta o pão, mas o circo nunca atrasa.
Quando não é futebol, é novela.
Quando não é novela, é reality show.
Quando não é reality show, aparece alguma polêmica da semana para ocupar a mente de todo mundo.
Enquanto isso, os anos passam silenciosamente.
Os cabelos embranquecem.
Os sonhos envelhecem.
As prestações se multiplicam.
E a aposentadoria parece um personagem de ficção.
Ainda assim, existe algo admirável nisso tudo.
Mesmo carregando dificuldades que derrubariam muita gente, o brasileiro continua acreditando no amanhã.
Continua ajudando o vizinho.
Continua dividindo o pouco que tem.
Continua encontrando beleza nas pequenas coisas.
No café compartilhado.
Na conversa da calçada.
No gol marcado aos quarenta e cinco do segundo tempo.
No abraço sincero.
Na família reunida.
Talvez a verdadeira riqueza nunca tenha estado nas contas bancárias.
Talvez ela esteja justamente nessa capacidade extraordinária de sobreviver sem perder completamente a alegria.
Mas confesso uma coisa.
Se um dia o brasileiro resolver acompanhar sua educação, sua profissão e a política com a mesma paixão que acompanha uma final de campeonato, o mundo inteiro vai precisar rever seus conceitos.
Porque aí deixaremos de disputar apenas a taça da sobrevivência.
E passaremos a jogar a grande final do desenvolvimento.
Até lá, seguimos em campo.
Entre boletos e esperanças.
Entre trabalho e sonhos.
Entre migalhas e sorrisos.
Porque desistir nunca foi o esporte favorito do brasileiro.
Autor: Sandro Sansão da Silva Costa
A política partidária nacional chegou a um estágio em que já não se escolhe o melhor candidato; resta a cada eleitor optar pelo menos ruim, segundo sua própria avaliação.
A véspera de natal e o ano novo, não é a data do feriado nacional, a véspera tinha comemorações para receber uma prosperidade do mês, a véspera de natal, traz um bom alimento da ceia, abençoando as pessoas, a oração e os nossos agradecimentos da ceia natalina. E que seja uma ótima véspera de natal e deseja um próspero de um ano novo, agradecendo com a nossa ceia de natal, e que seja um feliz natal e o ano novo também, para todos vocês.
O maior problema da segurança no Brasil são as organizações criminosas dentro do Congresso Nacional.
Os traidores da pátria ameaçam a soberania nacional! Golpistas, fascistas, extremistas, miseráveis bolsonaristas!
O Congresso Nacional é a instituição mais inútil do Brasil! Só votam pautas de interesse próprio e o povo que se lasque!
Passou da hora do Brasil criar uma rede social nacional! Depender desses oportunistas americanos é o fim! Fora, FAKEBOOK!
Poderiam mudar o nome do congresso para bordel nacional! A Casa do Povo está mais para casa da luz vermelha! Vendem-se pela melhor oferta!
A terceirização da soberania nacional em troca de vantagens eleitorais de curto prazo corrói a própria essência do patriotismo.Ao enviar cartas à Casa Branca e ao USTR oferecendo concessões futuras sobre marcos regulatórios internos do Brasil — como o Pix e a tributação de cartões —, a oposição não apenas enfraquece a posição diplomática do país, mas estabelece um precedente perigoso. O verdadeiro nacionalismo se prova na defesa intransigente das instituições e da economia do povo, independentemente de quem ocupe a cadeira presidencial. Usar a estabilidade de uma nação como moeda de troca em balcões estrangeiros é o oposto de proteger a pátria; é transformá-la em mercadoria partidária.
"Nada grita mais 'orgulho nacional' do que ir correndo pedir para o Tio Sam dar uma surra na economia do seu próprio país. Uma salva de palmas para os patriotas que amam tanto a nossa bandeira que estão prontos para
vendê-la com desconto em dólar.
O Congresso Nacional extremista e liberal está liberando geral! Sendo golpista, corrupto e imoral, tudo é legal! Amoral!
Descobri o novo manual do patriotismo: você ganha 10 pontos por gritar o hino nacional, mas perde 50 se ajudar o irmão necessitado. Parece que o amor ao país virou um esporte de torcida onde o gol é ignorar o benefício social alheio. Vamos atualizar a definição? Ser patriota não é usar a bandeira como capa de super-herói; é entender que cuidar do povo dá menos trabalho do que passar vergonha defendendo o egoísmo em praça pública!
O Congresso Nacional é o comando de todo crime organizado no Brasil! Criam e alteram as leis para proteger seus associados!
O Hino Nacional Brasileiro prova que a emoção da fruição ensina o coração; antes mesmo da compreensão da razão.
