Dia Nacional do teatro
8 de março...
Nosso dia...
Feliz dia pra todas nós...
Feliz nossa força, nossa energia feminina, nossa maneira de enxergar a vida. . .
Feliz cada sorriso nosso, cada dificuldade superada, cada vez que mesmo na dificuldade nos mantemos de pé...
Feliz cada vez que nos apoiamos, que olhamos para a outra como irmãs.
Feliz cada uma das nossas diferenças, diferenças das quais nos torna única.
Feliz cada vez que nos olhamos no espelho e sentimos orgulho de nós mesmas...
Feliz dia da mulher 🦋
No café, encontramos a essência da existência: a amargura do passado, a doçura do presente e a promessa de um futuro estimulante a cada gole.
Eu sigo em frente
e não posso recuar,
contra a corrente
jamais paro de remar.
Não tenho medo
e venha o que vier,
acredita meu mano
estou aqui para o k der.
"Naquela manhã, Irene estava em um transe especial, lembrando de diversas situações da sua vida, não conseguia subir as escadas para chamar a sua amiga, em seu quarto. Parou no meio do caminho e se pôs a pensar como era parecida com um pássaro em sua gaiola, sentia-se presa, mas segura, já que não sabia como era a sensação de voar." O Destino de Irene
O filtro do Espírito Santo é minucioso, rigoroso e infalível, por isso muitas orações, louvores e ofertas a Deus não conseguem passar. Ele filtra hipocrisia, soberba, más intenções, impurezas, enganos, teatros e muito mais. Somente as ofertas genuinamente puras e feitas com intenções sinceras conseguem ultrapassar esse filtro.
Quando nosso foco está em "parecer" fiel apenas para evitar escandalizar os descrentes, em vez de sermos verdadeiramente fiéis, nosso propósito está equivocado. Deus nos instrui a dar um testemunho genuíno, não a encenar.
"Ser um homem de Deus" é diferente de "parecer um homem de Deus". Alguns cristãos se preocupam mais em parecer do que em ser.
Cuidado com os homens de gravata, cada palavra é uma tapa e um sorriso, faça de conta que tudo se conta e no final faça de graça que sai mais barato que qualquer trocado mal pago.
Pare. Pense... Fique Pensando... Pensando... Pensando o que poderia fazer se... e se... caso... pelo... Pense... Pense... quando acabar de pensar, pense mais uma vez em tudo que pensou mas de trás para frente, caso não se engane sua mente irá dizer por que você parou e pensou tão intensamente como deveria pensar.
De verdade, ao passo que quase nada permanece tal como na sua originalidade, tudo se torna não verdadeiro como sua primeira versão, às vezes, não por melhoramento da versão que segue a atualização do mundo veloz da atualidade, mas sim, por intenções estruturais de um sistema.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
O Jornal Nacional (Rede Globo) tá parecendo o programa de Samuka (TV Correio), só tem crimes, tragédias e desgraças... Salve-se quem puder! #BrasilUmPaísdeTolos
Um governante que antagoniza os pobres, os povos indígenas, a cultura nacional, bem como os defensores da liberdade, do meio ambiente e da igualdade de direitos não pode entender de Brasil, muito menos de democracia.
A mídia não me deu um troféu
Quando eu fui campeão nacional
Agora quer me fazer de réu
Infelizmente eu sou imortal
Inferno nacional .
Diz que uma vez um camarada que abotoou o paletó. Em vida o falecido foi muito dado à falcatrua, chegou a ser candidato a vereador pelo PTB, foi diretor de instituto de previdência, foi amigo do Tenório, enfim… ao morrer nem conversou: foi direto ao Inferno. Em chegando lá, pediu audiência a Satanás e perguntou:
– Qual é o lance aqui? Satanás explicou que o inferno estava dividido em diversos departamentos, cada um administrado por um país, mas o falecido não precisava ficar no departamento administrado pelo seu país de origem. Podia ficar no departamento do país quer escolhesse. Ele agradeceu muito e disse a Satanás que ia dar uma voltinha para escolher o seu departamento.
Está claro que saiu do gabinete do Diabo e foi logo para o departamento dos Estados Unidos, achando que lá devia ser mais organizado o inferninho que lhe caberia para toda a eternidade. Entrou no departamento dos Estados Unidos e perguntou como era o regime ali.
– Quinhentas chibatadas pela manhã, depois passar duas horas num forno de duzentos graus. Na parte da tarde: ficar numa geladeira de cem graus abaixo de zero até as três horas, e voltar ao forno de duzentos graus.
O falecido ficou besta e tratou de cair fora, em busca de um departamento menos rigoroso. Esteve no da Rússia, no do Japão, no da França, mas era tudo a mesma coisa. Foi aí que lhe informaram que tudo era igual: a divisão em departamento era apenas para facilitar o serviço no Inferno, mas em todo lugar o regime era o mesmo: quinhentas chibatadas pela manhã, forno de duzentos graus durante o dia e geladeira de cem graus abaixo de zero, pela tarde.
O falecido já caminhada desconsolado por uma rua infernal, quando viu um departamento escrito na porta: Brasil. E notou que a fila à entrada era maior do que a dos outros departamentos. Pensou com suas chaminhas: “Aqui tem peixe por debaixo do angu”. Entrou na fila e começou a chatear o camarada da frente, perguntando por que a fila era maior e os enfileirados menos tristes. O camarada da frente fingia que não ouvia, mas ele tanto insistiu que o outro, com medo de chamarem atenção, disse baixinho:
– Fica na moita, e não espalha não. O forno daqui está quebrado e a geladeira anda meio enguiçada. Não dá mais de trinta e cinco graus por dia.
– E as quinhentas chibatadas? – perguntou o falecido.
– Ah… O sujeito desse serviço vem aqui de manhã, assina o ponto e cai fora.
