Ferreira de castro
Era apenas um dia, era apenas uma pessoa, era apenas um sentimento, era apenas algo que deveria haver, era apenas um apenas que não passava de um momento
A historia sempre será escrita. Voamos muito e viajamos a todo momento a cada sentimento e no fim da noite quando deitamos, pensamos em tudo e as vezes não dormimos. Naquele dia, naquele momento, naquele beijo e abraço, naquela hora que nos olhamos com direção certa e nada fizemos, que dor! Mas é a história que escrevemos todos os dias, nossa história que nunca vai se acabar.
Alianças
No acaso pode nascer olhares,
destes olhares brotar uma esperança dentro do coração.
Esta esperança gera impulsos incontroláveis,
estes impulsos geram atitudes,
estas atitudes geram amizade,
desta amizade brota um romance,
neste romance um relacionamento
e neste relacionamento trocam-se alianças
e estas alianças geram compromisso
e neste compromisso deve nascer o amor
e neste amor deve nascer...
Bom é melhor parar por aquí. O resto você já sabe muito bem.
— Você precisa de alguma coisa?
(Preciso. Eu preciso de um telefonema que nunca chega. De um alguém que nunca vêm. Preciso de um colo, de um abraço, de um sorriso. Preciso de um beijo de boa noite, de um bilhete de amor escondido no bolso de trás de meu jeans. Preciso de palavras sinceras, de olhares profundos, de corações intactos. Preciso de um porto seguro, de um dia de sol, de um sono sem sonhos. Preciso de uma mente mais livre, de um ar mais puro, de um desapego mais fácil. Preciso de um você mais meu. Preciso de um alguém que não me precisa.)
— Não…
Gosto de coisas impossíveis. As pessoas dizem que nunca vou conseguir , e eu sempre acreditava. Hoje eu sei que as pessoas não tinham razão, pois com minha força de vontade e a fé que tenho em Deus, sei que o impossível é possível.
Vamos correr, nos sentiremos livres; a brisa no rosto, vento pelos cabelos. Ei, vamos você e eu... Agora chegou a hora que tanto esperávamos, vamos pegar nossas mãos, e juntá-las. Olhando pra elas agora, só consigo pensar que foram feitas uma para outra.
Vamos correr, somos livres, mas não solte minha mão; eu escolhi ser livre e não soltar sua mão.
Nas madrugadas da vida eu fiz da noite dia, fiz do dia noite. E da poesia, minha mulher. Amei-a como se fosse a ultima coisa do mundo, ela não me trai, mas me trás a paz, aquela paz que me faz ser humano, ainda que errante.
O falso mundo moderno, onde os primitivos estão nas ruas, e os adeptos ao modernismo estão de baixo de um teto.
Tão fácil, quanto dizer que é, mas sob o fazer ninguém mais há de se importar... Palavras! O que me importa agora, se minha ultima frase acabou num "tanto faz".
- Sirva-se, tome logo esse chocolate, pois com este frio ele ira logo se esfriar - a melhor ideia dita durante o dia.
Enquanto me servia do quente para eliminar o frio; estava esse tanto faz... Mas tanto se fez, que foi o que? Se faz, se diz, se está por aí... Palavras são tão confusas, e a questão é que só sairá a clareza dessas mesmas... Então, por favor me sirva mais um chocolate quente, o frio ainda não acabou, e minhas mãos estão geladas. Era fácil prever a rotina, o difícil mesmo era modifica-la. Era fácil dizer, o difícil mesmo era fazer.
Nada que um bom abraço, acompanhado de um bocado de cobertas não iria amenizar, pois o que se valoriza no frio é o calor (...)
Era tudo o que tinha me mente: poderia sentar-me ao seu lado, mas esse espaço vago talvez estivesse ocupado. Eu poderia apenas concorda com suas palavras, mas eu nem mesmo de longe as podia escutar. Talvez estivéssemos falando línguas diferentes, olhando para lugares diferentes... E os rumos então se tornaram contrários(...)
