Brisa
Eu queria não me importar. Mas dói em te ver sorrir. Como se eu fosse uma brisa, simplesmente passei por você, não sabes mais meu nome, cheiro, número, rosto...
Eu simplesmente fui rasgado do caderno. Apagado da folha. Queimado. Não canso de lembrar que te esqueço e me esqueceu.
Você desapareceu aos poucos. Foi covarde não ter dito adeus. Deixou o gosto do beijo e a marca do seu batom na minha boca. Seu cheiro ainda é recordado em muitos momentos. Sufocante. O toque das suas mãos, deixou um vazio nas minhas. O apelido que me deste, está na sua mochila que carrega tantos outros, de outros.
Não precisas mais fugir, meu bem. Podes ir aos lugares que um dia frequentamos, não estarei lá. E se eu estiver, não se envergonhe, levante a cabeça, repare os olhos de outros pessoas, não precisa ser os meus. Estufe o peito e se orgulhe de ser você.
Faça sua festa, dance, sorria, brinque, dê apelidos, saia de carro, jogue dinheiro, acenda cigarros, retoque o batom, feche a bolsa, arrume o vestido, brinque de ser Deus, seja ingênua, fique linda, beba, mas não se importe comigo. Foi lindo, pintei quadros de esperança no seu vazio.
Imortal canção levada pela brisa
esvai-se pelo brilho da lua no orvalho,
seca, fria, e que sequer frisa
porém no amor, carinho, amealho.
Som que abala o conceito de paz,
nem bom, nem ruim, apenas tocante.
Leva-me na sutileza que aqui jaz,
esperança não mais aqui, perante.
Embora tentes ainda, em tono,
como primavera, clamar ao céu,
coração já não pulsa. Apenas outono.
Prazer insípido em meio ao ensejo
Denotando sofrimento, apenas léu.
Um brinde à morte, vestida de desejo.
Arco-íris
O vento me toca, diz que vai chover.
A brisa se choca, medo de se perder.
Os pássaros correm, fogem pra não molhar.
A gente se espanta, a pressa faz não olhar.
A chuva nos tranca faz franca buscar abrigo
O cabelo molha e agora: “Se alguém me ver?”
A gente destranca, percebe não ter perigo.
Se molha e implora, dilúvio acontecer.
O sol vem surgindo, quase que deprimido.
A chuva estanca e ao vento os algodões.
As gotas e os raios trazem o colorido
Aplausos ao “íris” e suas emoções.
De ti não encontrei mais nada!
Uma brisa corre rasteira, sussurrante
Medi o alcance do horizonte, para além do amor
Há sempre o vazio numa esperança imensa
Estou cansada dos passos nesta estrada...,
E sempre esboçar o perdão...e nunca encontrar nada!
O que seria do azul do Oceano sem o ósculo do céu
e ainda vereis todos os dias o por do sol...
Ele não morre se põe...
Chamejam devaneios neste caminhar
em mim os anseios, guias, quereres ocultados
Na vida, surgiram ao meu embate, mágoas e louvores...
Sufoquei um grito dentro de mim
E em estrondos abrandei a minha dolente alma
eu fui sincera...despi meus anseios e falei pra ti...
Inquiri ao vento quem sou, por que estou sempre aqui?
Respondeu-me que a calmaria e a doce noite
Eram apenas mais um sonho ...um sonho longo talvez...
Tem sonhos que são feitos para torturar...
procurei por ti dentro de mim...
Já era uma ave sem voo... De ti não encontrei mais nada!
Viver
Viver é um sopro
brisa
ventania
É preciso Liberdade
para sentir
voar
invadir
Viver é mergulhar em abismos
é saltar para o alto
permitir que o auge nos alcance
O observador
Sopra a brisa quente do mar
Deslizas sem rumo sobre a areia encrespada pelo vento
Como se delicias daquele solitário caminhar!!!
Brincando com tuas pegadas deixadas para traz no tempo
E sobre as ondas flutua seu olhar buscando a imensidão
Talvez procurando alguma resposta para o seu coração
Espreguiças lentamente elevando as mãos
Quem sabe agradecendo aos céus o apelo em questão
E assim continuas a caminhar pela areia
Porque sabes que a liberdade que agora semeias
Tem o preço da amarga solidão
E nós andávamos descalços com a barra da calça dobrada, Sentindo a brisa do mar que aliviava nossa alma
E nós andávamos durante aquela manhã cinzenta
Com o barulho lento das ondas beijando nossos pés,
E o mormaço litorâneo que nos alimenta
E nós andávamos naquela areia molhada,
Tentando entender o que as gaivotas queriam dizer para nós.
O que seria de tão importante que nem ao menos uma parava?
E nós andávamos de mãos dadas,
Observando o horizonte como se víssemos nosso futuro ali,
Só nos esperando.
Crentes que o Criador, realmente estava nos amando.
"E nós andávamos..."
Sim, eu poderia morrer depois disso...
Tudo muito perfeito.
Porém, como sempre,
Acordei depois de um grande pesadelo.
"Eu sou: ora brisa suave, ora ventania balançando as roupas no varal; ora vento revoltado, furacão, tornado maldito que destroça e causa o mal. Mas quando me aquieto serena e plácida sou apenas alguém que busca compreender as nuances da sua alma"
Não quero ser uma brisa de vento,nasci para ser ventania,para arrastar quem levar consigo a maldade.
Não sou o começo do fim mais sou o meio da vida,não sou a profundeza e nem as margens.
Sou quem sou.
Eu crio asas ao sentir a brisa do vento
Por isso sinto e ressinto lembranças antigas
E assim vivo e vivão, ando com alucinações
Criando e escrevendo razões
Por isso vivo de ilusões.
AMIZADE : Maravilha de Deus é o AMOR que sopra mais suave do que a brisa E quando ele é __realizador... __ Aí, então __ Meninas !...
Obrigado DEUS pela noite de descanso /
pelo dia que amanhece /
pela brisa que anima /
pelo Sol que é LUZ E VIDA... AJMusskoff.
Uma flor é como se fosse toda a pureza do subconciente humano,simples e leve como a brisa,pode ferir e ao mesmo tempo arrancar suspiros com sua beleza.O seu perfume é como o amor,uma vez que se permite descobrir,inala-se uma amor puro,limpo,lívido,verdadeiro....simplismente
amor
Viver intensamente... É olhar para o alto,e sentir a brisa do amor perfeito de DEUS.É agradecer o amor, sem sentir medo de amar...É poder sorrir para o mundo,sem temer o que de ruim possa lhe trazer...É enfrentar os obstáculos, que a vida lhe apresenta, sem ter medo de prosseguir. É simples assim... Amar.
"A brisa marinha acariciava meu corpo tirando-me, por vezes, para dançar. Sentia-me leve, sem amarras nem dores, a alma lavada nas vagas do mar. Nada mais importava. Éramos eu e a imensidão em harmonia singular."
(Van der Fleurs)
Vieste para a minha vida como um pouco de brisa que vem para a tarde quente de verão, vieste simplesmente. Apareceste como um pouco de beleza que eu jamais sonhara ver e que de repente surgiu. Não quero nada alem de ti, tu de hoje, de agora e de sempre. Pensei que amar fosse apenas desejo, contacto de lábios, de corpos, de mãos, aprendi que o verdadeiro sentimento vem de dentro. Das profundezas da alma e do fundo do coração.
A mulher é como o vento que de bom humor vem chegando como brisa, mas inconstante vira ventania, vira tempestade para acabar com qualquer monotonia.
Uma brisa fria, um por do sol com os brilhos refletindo em seus olhos, avermelhando os contornos de seu corpo, salientando o tom de seus lábios ao pensar com um suspiro triste onde ele se encontra?! Esse sol esta se pondo e com ele minhas perguntas sem respostas. Sigo o caminho com o som do mundo sufocando os gemidos do esquecimento que clamam para não existir. Sonhar não é viver mas viver é um sonho e esse mesmo sonho é o que mantém viva a esperança do acordar em ti.
