Breve
Tente, se reinvente, se eleve e leve a
Vida mais leve, pois é pra lá de breve!
Guria da Poesia Gaúcha
..Foi de inicio uma brincadeira, nada sério, mas a cada encontro nosso,mesmo que breve, comecei a sentir algo diferente.
Peguei-me pensando em você numa frequência cada vez maior, ansiando o próximo encontro só para mais uma vez ver seu lindo sorriso, que já não sai mais de minha cabeça.
Encantei-me completamente pelo seu jeito simples e sincero, por sua beleza sem igual que não se resume só na aparência .
E hoje, quando penso em você sinto o coração bater mais forte, percebo-me apaixonado e desde então peço a Deus a dadiva de tê-la ao meu lado...
Não quero que seja breve, não exijo que seja longo. Quero que seja sincero enquanto existir interesse de ambas as partes!
Nesse breve toque de lábios e corpos somos levados pela melodia e magia do momento à um lugar chamado espaço, sem tempo nem hora para retornar.
Mesmo breve que seja terno e eterno, que dure para sempre essa sintonia que só nós, conseguimos sintonizar !
Vinte e Sete de Outubro
Mais um ano se passa
Longo ano de combate
Logo, logo
Dentro em breve
O homem não será mais criado...
Espero, angustiado [e apaixonado]
O dia de combater a teu lado
A saudade é um dia frio,
É como chuva fina em breve estio
Ave pequenina sem ninho
É porta aberta e alguém que não vem.
Um pouco de chão, um pouco de luz, ou um breve espaço de vez em quando, tá apertado demais nessa imensidão de ideias
Parecia ser o sol nascendo de novo, mas foi só um cometa que passou, e por um breve momento, fez a escuridão da noite virar dia.
E faço da minha poesia, apenas, talvez a apenas, uma breve descrição de tudo que nem tenha vivido. JC
Concordamos que não dá pra ir devagar?
A vida é tão efêmera, tão breve, pode acabar ali na esquina, amanhã... não dá pra ir devagar... tem que se jogar!
Se der certo bom... ótimo, aliás.
Se não der... bom também! Fica a experiência e os bons momentos.
Não dá pra achar que não vai dar certo, não dá pra esperar, não dá pra não viver!
Gente, a vida é pra ser vivida, não esperada.
A vida passa, não dá pra ficar só vendo!
Se joga!
O caminho pode ser breve ou longo
Que a gente nunca perca a teimosia de continuar o trajeto.
E que se preciso for; que tenhamos a audácia de mudar a rota, porque não somos obrigados a nada, cada um sabe onde o calo aperta mais. Por tanto jogue os calçados e continue a seguir.
Somos as palavras que saem da nossa boca, por tanto abra a boca para enriquecer a sua alma com coisas boas.
Somos a dor que ainda não cicatrizou, mas ninguém precisa saber, até porque nem todos levam a empatia pelo outro.
Somos um pouco de cada um que passou pela gente, dos bons adquirimos sabedoria e dos maus aprendizado. Para assim aprendermos onde podemos voltar e onde nunca mais pisar.
Somos os sorrisos; daqueles que em nós inspiram.
"Somos o choro da noite e a alegria de abrir os olhos no amanhecer." Porque ao despertar, sabemos que é Deus surrando; ei acorda, abra seus olhos, seja forte, preencha seu coração de esperanças, a vida tá lá fora esperando sua coragem e eu estou com você!
Assim somos;
os erros, os acertos e os consertos daquilo que podemos tentar novamente.
Amanhã é outro dia e o sol voltará para o seu coração se voltar!
#Autora #Andrea_Domingues ©
Direitos autorais reservados 15/10/2018 às 12:30
A arte do Pangolelê...
A marcha compassada do Bertrano, era breve e indicava duas realidades: a idade já avançada do pardo cavalo e o peso da carroça que puxava, uma velha carroça coberta em lona colorida, tatuada em desenhos que remontavam à lembrança a magia da arte circense.
Era nela que o palhaço Bambolin, seguia à frente da caravana e nela, cabia tamanha alegria que ia do nariz de bolinha à peruca vermelha e todas as peças que ele vestia: roupas de cetim com formas de toda cor, todas bem cuidadas, guardadas em baús de madeira, que juntos, servia de cama para dormir, durante a viagem, a trapezista que também era atriz e não abria mão de fazer de sua arte, motivo para todo povo se emocionar e também, sorrir.
Circo sem bicho, sem cobertura, sem bilheteria, sem bancos nem cadeiras, sem hora nem lugar pro show que não pode parar.
As atrações eram tantas que cabia um mundo de sonhos na imaginação de menina, de menino, de gente grande, que viam nas trapalhadas do palhaço e no voo do homem bala, no estranho gigante João correndo atrás do anão trapalhão, na curiosa mulher de barba e se admiravam com Gismundo, o homem mais forte do mundo.
Mas havia um momento de tensão, a apresentação da bela trapezista, que também era atriz e, de um lado pro outro, recitava, cantava e encantava a plateia!
A cartomante, nascida em Lisboa, além de interpretar o que via nas cartas, “lia mão”, adivinhava o futuro e dizia que bastava um tostão pra pagar a adivinhação.
O circo Pangolelê, era itinerante! Tinha somente artistas da vida, operários da felicidade, gente que tinha por regra, a falta de regras, naqueles eternos minutos que a atenção que recebiam, em encanto se fazia.
Ali, não cabiam sentidos e nem lembranças de sofrer, e pelo querer, transportavam a plateia para um universo de emoção e ficção!
O livro Sad_Poet
Enquanto eu observo a rua
Sinto aquele breve sentimento,
De Apenas saber que o mundo ainda continua sem mim
O telhado da vida,
O telhado amigo das estrelas...
Dos choros mais belos
E das cinzas mais Tristes do mundo
Saudade dos tempos de criança,
Aquele tempo onde a esperança
Sempre vinha em primeiro lugar,
O Belo tempo de minha Alegria, talvez o único tempo disto
O poeta do tempo,
o poeta do limbo
Sorrindo um Sorriso de alegria
Sem ter um pingo dela em seu peito
O Vento frio me escolheu,
Escolheu o poeta triste para ser seu companheiro,
Será que assim poderei encontrar meus amigos ?
Os meus amigos nunca visto os que choram para Lua como eu...
A noite o Menino subia em seu telhado
Para observar as Estrelas,
Mesmo sem encontrar a estrela de sua vida,
O menino ainda conseguia sentir seu brilho
Ecoar por sua mente.
Ecoava tão fortemente que ele não podia acreditar,
Naquele sentimento tão surreal,
Sua amada estava aqui ?
Ou em um lugar nunca esperado ?
- Pare menino! você irá ficar louco com esses pensamentos,
Você não precisa se preocupar com isto
Outro alguém já acabou com estas perguntas para você!
Este é o Livro: SadPoet aquele que bebeu a Tristeza de Deus.
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