Branco
'UM ANJO'
Essa noite eu tive um sonho,
Era como se fosse visão;
Um anjo vestido de branco,
Segurava minha mão.
Me abraçou com carinho e brandura;
Não era um anjo celeste,
Tampouco do agreste,
No abraço do meu anjo
Senti curada a tristura.
Trazendo de volta meu largo sorriso
Como o branco do narciso
No horizonte da vida
Trazia me com explendor
Pouco a pouco me envolvia
Com grande alegria
Na serenidade do amor !
Ah anjo....
Se tu soubesses como te quero ,
Abraçando me todas as noites
Até eu adormecer;
No despertar , aos raiar do sol
Ao meu lado, meu desejo é você !
Como a luz do sol ao nascer !
Maria Francisca Leite
Direitos autorais reservados sob a
lei - 9.610/98
Não se pode exigir lugar de fala,onde você não exerceu experiência,um branco não pode falar de racismo,um hétero não pode falar de homofobia como um engenheiro não pode tratar de medicina.
Onde não se tem lugar de fala,se busca lugar de escuta,e lembre-se que mesmo estudando e escutando,nada substitui o que se é vivido pelo outro.
Respeite o espaço de cada um.
A empatia surge através do sentir a dor do outro e respeitar sem vitimização.
Olá estranho, devo lhe dizer que o mundo vindo daqui é totalmente cinza, o mundo branco está no caminho contrário, e por fim, caso deseje entrar no mundo preto, peço que desista e volte ao branco. Devo lhe informar também, que você está no pior de todos.
Assim como o preto se perde em sua ignorância e continua cometendo os mesmos erros sem mesmo pestanejar, e o mundo branco do qual faz o seu melhor pra permanecer puro neste mundo do qual é maldito, o mundo cinza é cego.
Ele se nega a ver o branco e amaldiçoa o preto, sua estrada não é reta e nem curvilínea, é uma estrada de altos e baixos, como uma montanha russa.
Ele cinge suas mãos com a iniquidade e a teimosa, faz delas suas desculpas e promete melhorar.
O mundo cinza clama pelo fim do seu universo enquanto seus dias se multiplicam. Pobre mundo cinza, é apenas um(a) garoto(a) perdido, vagueando por aí até encontrar o seu fim.
Para Enfermeiras
As enfermeiras são anjos vestidos de branco,
Que cuidam de nós com tanto zelo e encanto.
Com suas mãos suaves e seus sorrisos calorosos,
Elas nos acolhem em momentos dolorosos.
São como fadas que espalham amor e carinho,
E cuidam de nós como se fôssemos seus filhos.
Com sua sabedoria e dedicação incondicional,
Nos ajudam a enfrentar qualquer situação.
São como luzes que brilham na escuridão,
E nos guiam com sua bondade e compaixão.
São um exemplo de amor ao próximo,
E nos ensinam que a vida é um ato de doação.
Por isso, eu agradeço a todas as enfermeiras,
Que dedicam suas vidas a cuidar das nossas feridas.
Com sua alma de guerreira e coração de mãe,
Elas são um exemplo de amor e devoção sem fim.
A vida é como um livro em branco, e nós somos os escritores. Cabe a nós decidir o enredo, os personagens e o desfecho de cada capítulo.
Hoje é um dia muito especial, o seu aniversário.
Eu não poderia deixar passar em branco sem expressar o quanto você é uma pessoa incrível e especial.
Como mulher,
você é forte, determinada e inspiradora,
sempre lutando pelos seus sonhos e mostrando a todos que é possível alcançar o que se quer com trabalho duro e dedicação.
Como amiga, você é simplesmente maravilhosa.
Sempre presente nos momentos bons e ruins,
oferecendo seu ombro amigo e palavras de conforto.
Sua generosidade é admirável.
É uma honra ter você como parte da minha vida.
No seu aniversário,
eu desejo muitas felicidades, saúde, amor e sucesso em tudo o que você almeja.
Continue sendo essa mulher forte, sempre lutando pelo que acredita
e sendo uma inspiração para todos nós.
Parabéns, minha querida amiga.
Que este novo ciclo da sua vida seja repleto de alegrias.
Você merece todo o amor e carinho do mundo!
Com todo o meu amor e respeito!
"Anjo Branco"
Puderas eu sobrevoar
Junto com você
Em suas asas
Puderas eu rasgar e
Ter o brilho alvejado
Branco como a neve
Sobre minhas mãos e te levo
O coraçãozinho que me deixou
Ele alimenta minha fé
Me mantém em pé
Para te aplaudir e
Te ver feliz
Dom de Deus rasga
Sua voz e faz ninar
Os sonhos são reais
Estão por vir
Em branco
Estou assim:
Pedindo paz pra mim.
Querendo descansar.
Querendo um vento,
que me impulsione.
Aqueles que a gente sente
no verão,
em frente ao mar,
em uma noite de luar.
Que inspira,
respira,
faz pulsar.
As vezes dá um medo,
igualzinho na escuridão.
A gente não consegue
ver o chão,
mas sabe que é cedo
pra dizer "o não".
Mas as ondas
ainda batem sobre meu pés,
me lembrando que são reais
e que podem tocar
em mim.
Não adianta escapar,
São mais fortes
que eu.
são mais presentes
que eu,
tocando
em você.
E que tipo de ser
posso ser?
Daqueles que a gente
passa e não vê?
daqueles que a gente
maltrata e nem sente
ou daqueles que
idolatra.
ídolos não morrem,
os maltratados sobrevivem
e os invisíveis passam
por dentro de nos.
O cristianismo só fez sucesso no mundo porque a imagem primordial de Jesus era de um homem branco com olhos azuis porque se fosse de um árabe de pele morena esta religião teria morrido antes de nascer.
E no momento em que a dor aperta, tudo o que me resta é uma folha em branco.
Sem abraço, sem consolo. Só a dor transposta em letras.
Quem disse que os momentos de alegria resultam nos melhores poemas?
São os momentos de profundo sofrimento, onde não se pode gritar por fora, apenas sufocar por dentro.
Pegar todo esse sofrimento e vomitar em uma folha de papel.
Vou cuspindo as palavras de forma angustiante e assim as ondas vão ficando menos violentas.
Posso respirar novamente.
Minha pele é um caderno de desenho sem pauta e em branco. Não tenha medo de tracejar, não hesite em me pintar. Conheça minhas curvas, meus pontos. Conheça meu corpo. Use seus dedos, sua boca e seu corpo como pincéis. E me usa como tela. Me pinte como DaVinci, me desenhe como Van Gogh, me retrate como Picasso. Mas nunca me deixe como um quadro guardado no sótão: mofando, perdendo a cor e a magia.
nada é claro, tudo é escuro e é o preto que eu o chegou sem branco.
Sinto alguma coisa a me puxar com mais, e mais força ao decorrer do tempo.
Eu não posso contar pra ninguém como eu me sinto realmente "drama" é que os mesmos vão dizer, então eu guardo os meus sentimentos para mim e o meu reflexo que vejo em meu quarto.
Dói saber que está sem um abraço calorento e só apenas um fundo do quarto frio que pode ter, e um punço com cicatriz de alívio.
Eu conto : saudade de contar meus “causos”.
Meu cachorro Branco passou mal ontem, tadinho. Sujou a varanda e jogou o tapete por cima, o levado. Faz bagunça e esconde … mas não tinha tapete pra tanta coisa !
Ficou lá na varanda, o bichinho; não entrou mais na sala, onde gosta de ficar.
Quando eu cheguei na varanda e vi aquilo tudo, olhei pra ele, ele olhou pra mim ainda deitado e ficou esperando.
Eu falei pra ele : passou mal porque comeu a ração do gatinho, né Branco?
Ele levantou, veio pra perto de mim, me olhou com carinho como que me pedindo alguma coisa. Depois foi até o portão e de lá olhou pra mim de novo. A Pequena Preta ficou impaciente, parecia chorar mas não estava brava como de costume. Ela ja sabia, eu ainda desconfiava.
“Você quer ir pra rua né Branco?”, perguntei pra ele. Há muita verdade nesse olhar de cão.
Falei com ele : vai um pouco, quando eu voltar você entra, tá bom?
E fui comer a canjiquinha do Marcinho, aquele manjar dos deuses. Não sei quem ficou mais triste sem aquela delícia … não fez ontem mas ja temos um encontro pra próxima quinta. Ele prometeu.
Chegando em casa, “lá vem” ele - como falava meu amigo contador de histórias inventadas, que adora o “lá ia” - . Chegou, brincou, pediu carinho - que retribuí, lógico -.
Não entrou. Foi andando, olhando pra trás me mostrando o caminho como se me chamasse pra ir - pra eu me alegrar com o convite -, mas era só mesmo pra mostrar que ia e por onde iria. Desconfio até que tem uma morada fixa por ali, mas sempre volta.
Ainda agorinha (umas 4 e pouquinho) acordei, li mensagem triste que não quis ler ontem pra dormir tranquila, e fui lá fora abrir o portão pra ele. Não estava. Ainda não. Com esse frio, cão de rua que é, certamente achou um abrigo pra dormir. Quem sabe a tal morada fixa? Mais tarde vem tomar o leitinho dele. Tomara!!!Comidinha caseira é bom mas o que cura mesmo é a grama, o capim da rua.
Depois conto o retorno do Branco e a alegria da Pequena Preta. Ela nao sai do portão.
Essa historia é verdadeira, uma “fábula parabólica”.
Bom dia pra quem é de amor.
Bom dia pra quem não é de amor … ainda!
Nunca volte com sua ex, pois os problemas que levaram a separação continuarão lá, o elefante branco na sala.
De um Olhar!!
Uma Rosa com o Centro Branco como a Neve, e onde as pétalas vermelhas da vontade dos Sonhos Conquistar.
E no meu Passado Herdado nas Marcas guardar.
