Boas Vindas para um Amiga
Acompanhei os traços do seu sorriso
de esquina a esquina
pensei em descreve-lo em um livro
mas me faltaram palavras apesar do clima.
Ao invés de ler um livro, ouça uma música. Alguns minutos de olhos fechados abrem mais a mente do que vários dias de olhos abertos.
Um dia vou voar e encontrar teu céu, um dia dia estarei ao teu lado.
Meu amor, quanto de ti me deu,e quando de mim levou..
Você sabe porque que Deus age de um jeito que a gente não entende?
porque se vc entendesse, vc iria acabar querendo dar opnião na ação de Deus. ( e isso não rola! )
Um segundo efeito da educação e do controle dos instintos é a capacidade de apreciação estética. Quem já praticou por tempo suficiente uma arte clássica sabe que, para captar todas as qualidades estéticas de um objeto de arte, o nível de controle dos instintos é incalculável. Ao olhar um objeto que o impressiona esteticamente ao máximo, um instinto não educado imediatamente se volta para as sensações de prazer causadas e perde o objeto.
Como quando se ouve uma música que é muito tocante: se os instintos não forem treinados, a atenção desvia-se da música para os sentimentos de prazer; se for uma obra excelente, somente o sujeito com os instintos altamente treinados é capaz de assimilá-la como um todo; outro sujeito no primeiro movimento já está olhando pra si mesmo e não está mais olhando para o objeto.
Podemos dizer que a primeira metade da vida espiritual consiste em descobrirmos que somos apenas um ramo. Quando o sujeito constata que realmente é só um ramo, ele pode começar a se perguntar o que é isto que flui do tronco para ele e que é o mesmo nele e no tronco. Existe um aspecto segundo o qual a individualidade é análoga ao verbo e existe um outro em que ela é idêntica. São Paulo diz "para mim, viver é Cristo", mas ele nunca vai esquecer que é um ramo, que não é o verbo, que a personalidade dele é um ramo do verbo e, portanto, um símbolo do verbo; e também não vai esquecer que a essência, que a realidade dessa personalidade, é a seiva. O ramo que não recebe seiva não é ramo em sentido nenhum.
Não houve um momento ou um período na sua vida em que ela dependia exclusivamente de outros seres humanos? Em que você não tinha a menor condição de manter sua vida? Por exemplo, quando você estava no ventre da sua mãe, você não tinha o menor poder sobre a sua própria vida, e ela tinha o poder total e absoluto. Por mais ou menos nove meses, ela decidiu não exercer esse poder de forma maldosa.
Depois que você nasceu, você imediatamente arrumou seu primeiro emprego e começou a cuidar da sua vida? Você trocou sua primeira fralda e saiu para a rua para procurar seu primeiro emprego? Não, alguém cuidou de você durante muitos anos antes de você sequer conseguir pedir por um primeiro emprego, que, aliás, também foi um ato de bondade, porque você teve que pedir – não era seu.
Eu sei que é muito mais interessante e maravilhoso pensar o seguinte: “o mundo é mau, meus pais são uma droga, eles é que estragaram minha vida”, eu sei que é muito mais interessante isso, mas a verdade sobre as coisas é o seguinte: no dia em que você nasceu, eles poderiam ter te jogado fora, e ninguém ia perceber, ninguém ia sentir sua falta. No entanto, eles não fizeram isso.
Foi um ato de bondade. Eles estavam fazendo um sacrifício em vista de um benefício que eles não sabiam se iriam receber, que não havia meio de garantir que eles iriam receber. Esse ato de bondade é tão importante, tem um valor tão alto na existência humana, que todas as religiões do mundo colocam o seguinte: “primeiro, você tem que servir a Deus; em seguida, você tem que respeitar e cuidar dos seus pais” – todas elas. Os seus pais podem ter sido até canalhas, mas eles não te mataram.
Fênix
Triste, porque sim.
Sou tristeza...
Triste porque na tristeza
Há um mar, tantas belezas.
Não é ela passageira
Sou eu, escravo da tristeza
Sem choro e sem dor
Não sou deleito nem vida
Preciso eu ser o entalo,
Que na garganta, me embalo
Nesses dias em que o céu prateado
Reflete dentro do cinza um amargo.
No peito um sufoco inexato,
Onde em instantes; não sou.
Por momento, eu ser; acabou.
Por triste ser feliz
Dos abalos que me causo
Engasgo, pós... Renasço.
Eu não poderia nascer noutro corpo
Um bicho que vive e respira!
Um bicho.
Um bicho que pensa e reflete!
Um bicho.
Um bicho que chora e que sente!
Um bicho que finge ser gente.
Um bicho dentro dum corpo!
Um bicho que têm desgosto.
Um bicho que rir de alegre!
Um bicho filho da peste.
Um bicho que hora é homem!
Um bicho que hora é mulher.
Serei sempre outro alguém!
Irei sempre além.
Sem precisar dos 'poréns'
Sem modéstia ou simpatia...
Noutro corpo não tenho alma.
Noutra vida, nem desgraça!
Sendo sempre inconstante.
Sem razão e nesse instante...
Eu sou bicho flutuante.
Triste
Todo o corpo frio
Apenas na face
O sol se poe
Um pouco por vez
Rouba o brilho do mar
E nesta forma agora
O vento pode levar
Corpo agora vazio
Vestido de tempo
Enroupado de rio
Segue seu curso
Rompe seus muros
Deságua seguro
Enide Santos 05/02/15
Releitura:
O corpo frio de tristeza e em sua face sente o calor como o do sol em forma de lágrima que por sua vez são gotas como as do mar leves para que o vento possa levar.
Sentimento de perda ainda prossegue, mas agora assume uma postura como a do rio, apenas segue
Me arrepiei inteira ,querendo -o, desejando -o, mas sentindo um tremor que me percorria a espinha , um medo cor de gris pintando a tela colorida do amor .
"Eu decidi encantar o mundo alheio. Recriar histórias que possibilitem uma nova vida, um sonho impossível de acontecer. Eu escrevo para alterar sensações, gerar emoções e recriar um mundo menos chato"
Um bom relacionamento é feito de oxigênio puro... Pra destruí-ló basta o sufocar com seu carbono. Quanto mais apertado é o abraço mais preciso é a distância para o próximo, se haver e isso acontecendo sucessivamente acabamos nos acostumando com a ausência da necessidade de está perto! Mantenha o que chamamos de amor, ele é essencial o problema sempre é, errar quando amamos de mais e errar também quando amamos de menos. Não tente entender, é tudo muito confuso e sem explicações óbvias para compreensão lógica.
Até onde daria para ir?
Até onde daria para ir
Para arrancar de quem se ama
Um dor que tema em não sair?
Até onde consigo deixar de mim
Para envolver-me na dor
De quem sozinho não consegue seguir?
Até onde é capaz de chegar
Este meu amar
Que no fundo, quer o mundo abracar?
A dor só doe até onde pode doer,
Ah, quem me dera,
Que meu amor a fizesse desvanecer!
Enide Santos 05/002/15
A poesia me ocorre quando estou calçando os sapatos
ou então fritando um ovo
ela nunca vem quando eu chamo
porque é papel dela chamar
e meu de ir.
Concluo com um pequeno detalhe que nos falta: compreender que nada nos falta. Entender que felicidade não é algo que chega, que vem, que aparece. Não é uma recompensa, não é uma meta de vida. Felicidade está sempre aqui, nasceu no mesmo dia e hora que você, habita teu corpo desde o teu primeiro momento neste mundo, bem como o amor. Mas não espere que ela grite, cause cena e faça constante barulho de euforia, porque a felicidade, bem como o amor, é faísca. E faísca não faz barulho.
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