Boas Vindas para um Amiga
Um Dia Vou Encontra Vc... Nao Importa Os Obstaculos Na Vida... O Que Vale Mais É Se Eu Vou Encontra... Uma Pesssoas Certa...
Noite passada tive um sonho, sonhei que você me amava e me dava carinho e atenção, andavamos juntos de mãos dadas por ai felizes e sorindo, e agradescendo a Deus por tal grande felicidade.
Todos, possuímos um monstro de nós, chamado medo, de algo. Mas e se começarmos a ter medo de amar, o que nos dará forças e impacto para perder o outros tipos?.
Sabia que um dia te encontraria novamente...
Não esperava tão de repente
Não esperava tanto embaraço
Perdi no tempo teus passos
Mas voltastes enfim!
Embora não tenha sido pra mim
Fico feliz deste jeito
Não te coloco defeito
És preciosa pra mim...
O relógio, me enloquece(...)
É como um trem sem saída.
É como a luz que não encontro.
É como se eu sumisse na vida.
É como se eu apredesse viver, minha vida.
É como se descobrisse a mim mesma.
É como a chegada do crepúsculo.
É como se define, assim(...)
O ENIGMA
Como uma canção que soa ao vento,
Ouço a cantiga enrouquecida de um galo.
De longe, avisto a paisagem patética, como um vão.
É como se alguma coisa parasse no tempo.
Uma estrada pedregulhada eu avisto, e caminho sem parar, sem nada ver.
Aquela paisagem vai chegando ou eu...
Que chego com ela?
Um cachorro magro me late. Em pouco,
A vista me parece escura, o enigma continua.
Chegarei ali, um dia? Talvez, um dia!
Um dia...
O carinha de cabelo bagunçado.
Quis me pagar um café. Eu não gosto de café.
Quis me pagar um chá. Eu não gosto de chá.
Exceto o chá maotai.
Na verdade eu gosto mesmo é de coisas geladas.
Gosto de cervejas. Sorvete de chocolate de máquina.
Jujuba e mentos. Cubos de gelo miúdos.
O carinha de cabelo bagunçado.
Esqueceu um bilhete no meu livro
Talvez tenha sido de propósito.
Um poema? Mas ele não gosta de poemas.
O carinha de cabelo bagunçado.
Carrega em seu pescoço uma corrente com uma chave
Que soa a algum tipo de amuleto. Não sei.
Sempre que ele me abraça
Sua corrente de chave dourada rosca em meu colo
É ameaçador como ele me toca.
O carinha de cabelo bagunçado.
Olha todos os meus textos e imagens
Todos os dias pontualmente entre a 00h00.
E me manda o e-mail todas as noites
Explicando todas as minhas fraquezas
E os meus sentimentos.
O carinha de cabelo bagunçado.
Nunca percebeu que eu não gosto de café ou de chá.
Todos os dias passou a esquecer bilhetes no meu livro
A enroscar sua corrente de chave dourada no meu colo
Desvendar-me naquilo que escrevo e naquilo que fotografo
Pontualmente entre a 00h00.
O carinha de cabelo bagunçado.
Nunca soube o segredo da sua corrente
Do esquecimento dos seus bilhetes
Ou da sua pontualidade em mim a 00h00.
Não se exige a prática de determinado ato de ofício. Se houver ato de ofício estaríamos diante de uma causa de aumento do pena.
Sou um homem dependente do afeto, do carinho, do amor, mas bloqueio qualquer possibilidade de surgir um destes que não seja verdadeiro, não correspondido ou que faça correr uma lágrima sobre a minha face.
Quando dois desejam tanto um ao outro com toda a pureza do mundo e com todas as forças existentes no interior de seus corações, as barreiras serão sempre pequenas e nada os impedirá de seguirem seus caminhos juntos.
Você conseguiu mostrar o que muitas vezes buscava, o que inúmeros tentaram e não foram capazes: Um motivo real para a minha existência.
Eu agradeço por você ser imaturo, infantil e me fazer sofrer constantemente. Eu sou um ser mais sábio, forte e prudente graças as doídas lágrimas que você fez escorrer pelo meu rosto.
Acorda, olha o celular na esperança de ver um "bom dia", entra no msn pra ver se tem recados em Off, checa todas as redes sociais e nada. Nenhum sinal seu. De que você sentiu minha falta.
Na carência da inspiração, é um perigo, pois até uma caneta velha pode se tornar gostosa em meus punhos.
O silêncio da madrugada deixa a vida mais sensível, seu quarto se transforma em um consultório, onde você é o paciente e seu travesseiro o médico.
Já ofereci o Mundo a quem eu achei que fosse o meu Mundo, o olhar dela brilhava, porém escondia um penhasco atras do coração. Já dei flores a quem eu achei que fosse meu jardim, que me seduziu pelo cheiro, porém os espinhos eram invisíveis, cegaram minha razão e a inocência e chegaram em meu coração sem eu perceber. Já dei versos a quem eu achei que fosse minha poesia, que de sorrisos amarelos que retratavam o sol no meu olhar, abria sempre o tempo da minha inspiração, porém, o céu da boca era nublado e sempre chovia palavras vazias.
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