Bernado Guimaraes Poemas sobre Amor
Aos poucos, as mensagens vão sumindo, o contato diminuindo, o amor se extinguindo.
Aos poucos, tudo vai mudando, os planos se alterando, as prioridades em outras se tornando.
Aos poucos, o que era já não é mais, o que sobrou não satisfaz, e você se sente um tolo incapaz.
Aos poucos, mesmo perto você se sente distante, desimportante, alguém desinteressante.
Aos poucos, a conversa já não agrada, o sorriso já não basta, o valor já não se paga.
Aos poucos, você vai se sentindo sozinho, como alguém perdido, um pássaro fora do ninho.
Aos poucos, a solidão te enrola, nada do que faça te consola, nada do que viva demora.
Aos poucos, o interesse vai se dissipando, a vontade vai se esgotando, e o tempo vai se acabando.
Aos poucos, você começa a entender que algo deu errado, e que talvez tenha sido você, que fez com que o que era do seu agrado se transformasse em algo, que só existiu do seu lado.
Amor, Carinho, Querer
Quero que te sintas mimnha
todos os dias.
Com afeto trago ao teu
coração muito amor.
Ás noites que passamos juntos,
que ele bata baixinho
deixando o nosso querer falar
alto.
Do teu corpo, cada palmo eu
sinto e tenho, acaricio-te a
cada segundo.
Tua voz com o passar dos minutos,
mais lenta e doce vai ficando.
Teu corpo solto em meus braços,
permite que o beije muito, e tu
me apertas mais para junto dele.
Todas as noites, somos amantes,
o amor , o cqrinho e o querer,
se repetem a cada instante.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras.R/J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da Acilbras - Cadeira - 681
Patrono Comendador Maestro Armando Caaruara - Presidente
Aí o amor
Aquele que te faz fazer loucuras
Aquele que te aquece a alma
Aquele que te rouba a sanidade
Aquele que te faz sentir viva
MÃE
A essência do amor
Por Deus abençoada
Em seu ventre
O dom da vida.
Suas mãos afagam
Tirando o medo
Seu colo de amor
É o meu descanso.
Heroína, guerreira
Uma vida para proteger
Não mede esforços
Para de seus filhos cuidar.
Nos conhece pelo olhar
Sem que palavras sejam ditas
Em seus braços nos acolhe
Curando todos os males.
Mãe, eterno amor!
Difícil respirar
Sinto me subindo
Tão cheio de amor
E o coração explodindo
Boca seca, mãos tremendo
Meu coração a você estou cedendo
Agindo estranho
Não sou mais eu
Danço por ai
Como elfo plebeu!
E finalmente chegou a hora desse bobão
Sentir o que e amor de verdade no coração!
O Amor Bêbado e a Equilibrista
Relacionamento é para ter paz, se for para passar raiva, prefiro dobrar lençol com elástico. Assim é como o bêbado e a equilibrista, nem todo uso de álcool leva ao abuso, porém, todo abuso encontra o uso moderado na sua origem. Tem gente que diz que, consciência é a parte da psique que se dissolve em álcool.
Caridade é atitude
de amor com o irmão.
Não é moeda de troca
pra ganhar a votação.
Doação condicionada,
e muito alardeada,
tem segunda intenção.
A poesia é a arte
abstrata do autor,
que coloca no papel
sentimento de amor.
Ele usa verso e rima
pra criar a obra-prima
e inspirar o seu leitor.
Aceitei uma migalha,
um restinho de amor.
Fui tão desvalorizada
que me achei inferior.
Só o tempo me curou,
então hoje eu estou
sabendo me dar valor.
Pra saber se é amor
ou se apenas é paixão,
não existe professor
e nem mesmo há lição.
Para se determinar,
é preciso escutar
o que fala o coração.
O Espelho de uma História de Amor
Este é o final de uma história
Que não aconteceu
Onde a princesa se salvou sozinha
Onde o príncipe chegou tarde à torre alta do castelo
Sem fadas, nem dragões
Juras de amor, ou vilões
Sem o pôr do sol encantado
Que testemunhasse o beijo apaixonado
Sem música ou cenas do coração
Ou heróis de espada na mão
O final de uma história, onde
Restam umas linhas escritas,
Entre virgulas e mais pontuação
Um guião estropiado, errado e sem fundamentação
Som do Claket... sem Ação!
THE END
EI!
Amor não é quanto tempo você fica.
Mas o pouco que ficou.
Virou rabiscos, poesias e uma linda história de amor.
Quero um amor
Para parar com toda essa dor
Que você me causou
Com todo o caos
Que você bagunçou e não arrumou
Veio um verso de amor
que a brisa logo soprou
com ciúmes e mau humor
do meu verso não gostou
Disso eu já bem sabia
faço simples versos de amor
que nenhum coração extasia
ou bate feliz em clamor
Como poeta sou uma
e para escrever sou atleta
posso ser um verso de espuma
ou uma pedra que te acerta
