O Bem e o Mal
A partir da solidão você começa a observar, e por fim entender as pessoas, ver o que ha no coração delas. Mas são poucos os que se erguem dela e usam isso para fazer o bem, mas sim o mal.
MEU MAL, MEU BEM.
Diz-me como é sentir,
O bem querer, mas não mudar,
Teu jeito de pensar, falar e agir,
Até onde irei aguentar?
Muito fácil foi te amar,
E por você eu fui além,
Mas e se isso acabar?
Serás o meu mal, meu bem.
E esse amor que ainda é teu,
Com tua ausência será só saudade,
Do que floriu, viveu... desfloriu e morreu.
Mas não quero que esse amor padeça,
Meu mal ou meu bem, a escolha é sua,
Te amarei pra sempre, seja feliz... Prometa.
Em todos os lugares têm pessoas boas e más. Não existe essa de lugares "do bem" ou "do mal"... O que existe são pessoas "do bem" e "do mal" e elas estão em todo lugar ao nosso redor; muitas vezes dentro de nós, aguardando uma oportunidade para se manifestar.
O fato é que existem coisas boas e ruins, positivas ou negativas, que podem nos influenciar para bem ou para mal.
O céu e o inferno residem dentro de nós. Nós é que determinamos, através de nossas escolhas, qual deles prevalecerá e fará residência fixa.
Nossos próprios erros é que nos prejudicam e nos condenam, quando nos tornamos vítimas de nós mesmos.
Nem sempre eu posso evitar o dano que o outro me causa. Mas eu posso dizer "sim" ou "não" para as escolhas que dependem de mim, que podem me levar à caminhos em que posteriormente a escolha me seja "imposta" e o caminho de volta seja mais tortuoso.
De todas as batalhas que travamos, a pior delas é quando o adversário está dentro de nós, pois nos tornamos covardes ao ponto de desistir da luta antes mesmo de começar.
BEM-ME-QUER(O)
De todos os pesares
O mais leve é saber
Que equilibro soluço e canto
Enquanto despenteio flores
bem-me-quer, mal-me-quer
bem-me-quer, mal-me-quer
De todos os panos
Torço e contorço os fios
Para que escorram em minha pálpebra
Encantos de mais uma história
bem-me-quer, mal-me-quer
bem-me-quer, mal-me-quer
Como posso despentear flores
Se em minhas palmas
Cheia de mapas desertos
Eu tenho é dente-de-leão?
bem-me-quer, mal-me-quer
bem-me-quer, mal-me-quer
Se bem me queres
Mal consegues saber
Que bem lhe peço
Ao orixá que tu tanto rogas
Que lhe perdoe
Por ser mais pedra
Do que mar
bem-me-quer, mal-me-quer
bem-me-quer, mal-me-quer
E as minhas pétalas
Que caem tanto quanto os teus fios
Mordem os endereços de nossos abraços
Desertando panos e lençóis de algodão
E as pedras são as mesmas
Ainda que vento só sopre o nunca e nucas
Só se basta o que foi bastante
Seguro em minhas aspas e grito:
bem-lhe-queira, bem-me-quero
bem-me-queira, bem-lhe-quero
Para os amigos eu tenho uma porta aberta e uma xícara de café quentinho, esperando para uma boa conversa no fim de tarde. Para os que não gostam de mim, os que me querem mal, existe uma porta, essa estará sempre fechada e foram eles que fecharam.
" A essência do ser humano é boa, mas quando o mesmo dar lugar ao mal e as forças das trevas, ele se assemelha ao mal e se afasta de Deus que é o próprio amor"
Marcio de Medeiros-15-06-2016
É tão difícil ver pessoas sacanas, más e sem empatia com o próximo se dando mal na vida. Do contrário, ver pessoas justas, honestas e dignas apanhando(liricamente) da vida através da perversidade e falta de caráter de muitos é tão comum. É estranho se dar conta de que o mal compensa mais que seu antônimo neste planetinha e, mais estranho ainda, saber disso e ainda optar pelo lado que não se dá bem. Que a vodka, o roypnol e seus amiguinhos sempre estejam ao meu lado. Viva o bem!
Eu quero que todas as pessoas fiquem bem, mas algumas não querem ficar bem de jeito nenhum e insistem em se dar mal.
Mais do que o bem que fazemos nas sombras, aos que nada têm a nos oferecer, é o mal que deixamos de fazer que fala por nós.
O bem e o mal, está em cada palma da nossa mão. Sejamos vitoriosos em paz de espírito, que a espiritualidade seja a nossa espada, o coração um guerreiro e o sorriso um triunfo.
Ninguém nasce bom ou mal, nasce livre, o que nos tornamos depende do que nosso coração necessita esconder...
