Bancos
Os meus escritos não vem engessados por bancos acadêmicos e nem passam pelo filtro de autores famosos! Eles são simples, naturais como a sinceridade de uma criança. São feitos quando meus sentimentos arrebanham as letras que estão dispersas e as reúne no redil dos meus pensamentos, que despretensiosamente as transforma nas crônicas e versos que ousadamente exponho à paciência de quem as lê!
Os espertos em arrombarem bancos ficam felizes durante o assalto, porém na perseguição se entristecem, se forem rombados por balas.
La humanidad es una fuente perfecta para aquellos que quieren sacar provecho.
son como bancos de peces hambrientos, toda cebo que arrojan los pican.
O que mudou?
Quando eu ocupava os bancos da universidade durante a minha graduação eu sentia um orgulho ímpar de estar numa instituição federal.
Eu estudava feito uma doida e junto com meus colegas; éramos ratos de biblioteca, competíamos para tirar notas altas nas provas. Só passar não era suficiente. Média baixa era vergonhoso, coisa que não queríamos sentir... não queríamos no futuro uma vida vergonhosa, um salário vergonhoso, passeios vergonhosos.
A gente ia às aulas e por mais chata que fosse a matéria, o professor, o material da aula; a gente ia e ficava até o fim. Isso nos economizava pelo menos 5 horas sentados em frente a um livro muitas vezes cheio de ácaros.
E quando a gente se saía mal nas provas éramos humildes para reconhecer que fomos incapazes, incompetentes, burros ou que não nos dedicamos, a ponto de não saber o suficiente sobre o que nos foi perguntado.
Tínhamos a capacidade de chamar para nós a responsabilidade do nosso fracasso, ao invés de colocar a culpa nos outros, seja no professor, na cadeira dura, no calor, no frio ou na fase da lua.
Isso com toda certeza foi um diferencial!
Nerds? Sim, ontem, hoje e provavelmente amanhã e acredite rezamos todos os dias para que nossos futuros filhinhos também sejam.
Realizados? Sim, ou quase lá. Fazemos o que gostamos e com direito a salários dignos. Por isso eu posso dizer: Cada hora NÃO perdida no boteco, na frente da TV, ou dormindo está sendo recompensada.
Sentado nos bancos do meu carro eu só ouvia o raspar dos pneus no asfalto frio, a rudeza das rodas que saiam. Odor de rosas, vinho vigoroso perseguiam minha prosa, traziam a poesia para meu dorso.
Ali, entre inúmeros ombros fantásticos, conheci aquele descoberto e escondido corpo. Rimava com o débil tempo dos elásticos e com os meus sapatos fizeram coro doloroso.
NÃO SEJA ESCRAVO DOS BANCOS, SEJA PARCEIRO DO TEMPO!!
"Se você está precisando de dinheiro não se precipite em ser escravo dos BANCOS, seja inteligente e paciente pois é melhor juntar de grão em grão na parceria do TEMPO do que ser arrastado por CORRENTES feito cão na mão do seu Senhor (Capitalista). "
A esperança do cidadão brasileiro
É tal qual um barco atirado ao mar
Primeiro encalha nos bancos do Senado
Pra depois na maresia do STF naufragar.
Há pessoas desesperadamente a querer aparecer nas bancas de bancos vazios e à procura de serem bancadas.
Prosa...
Estou acomodado em algum desses brancos bancos, o dia está fresco e a maré, alta, a estrada engarrafada, o brilho do sol muito intenso, esse cheiro da água salgada me lembra o peixe-carapau e eu aqui sem objectivo, só escrevo... devia escrever sobre essas palmeiras, porque elas me lembram os meus cadernos, porque estão cheias de folhas, eu continuo sorrindo sem motivo nenhum, aqui às pessoas também só correm sem motivo nenhum, até o tempo passa sem motivo nenhum, mas eu sinto que vai sempre faltar algo, sempre faltou algo, por isso desapego-me...
Hoje tenho pouco tempo, então um pouco mais rápido escrevi em prosa...
Prosa...
Ser louco é divino:
sentar em bancos de cemitérios
inocência,
é sorrir na despedida
gargalhar...
vê anjos em cadáveres
corpos,
homens normais !
Não quero separação da Igreja e do estado, quero a separação do estado e dos bancos, o fim do estado e o nascer do Reino de Deus.
"Os bancos das igrejas, repletos; os corações,
muitas vezes, não. A fé, muitas vezes, movida pelo temor, e não pelo amor genuino a Deus."
Bancos e Dados
Em um banco ouço histórias
daquelas tão mundanas
historietas perpetuárias
oblíquas ou insanas.
Em dados faço contas
complexas e enigmáticas
que abragem todas as áreas
história,filosofia e matemática
Eu sei que tudo é abrangente
num mundo tão exuberante
mas vendo ao redor da gente
isso é de fato tão emplgante.
Na verdade não é nada disso
não é sobre bancos
não é sobre dados
é sobre o tempo
é sobre a vida...
As lojas que mais vejo nas ruas são de agências bancárias, farmácias e igrejas evangélicas, o que me leva a concluir que somos, os brasileiros, um povo doente de bolso, corpo e alma.
“Puxo o extrato bancário onde consta: taxa de juros mensal do cheque especial 12,49%, pra você 12,17%. Quanta satisfação ser valorizado dessa forma pelo banco. Sinto mais ou menos como se alguém viesse me assassinar e antes do golpe ele dissesse: ia te matar com 13 facadas, mas vou te dar apenas 12 porque te considero um cara legal.”
A passagem do ônibus pode ser de graça que não vai resolver o problema de ninguém, enquanto tão protestando por centavos o governo ta lá dando dinheiro pros bancos e aumentando os impostos...
Onde Estás?
O tempo passou,
E eu ainda aqui estou...
Quando irá chegar a minha hora?
O meu minuto?
Será que tens hora para bater a porta?
Acho que o meu calendário foi excluído.
Nunca te vi...
Quem representa o amor deve-se ter esquecido.
Que é feito de ti...
Que não chegas ao teu destino!
Eu!
Que ainda estou aqui...
Que penteio todos os dias,
Meus cabelos brancos,
E visto o meu melhor fato,
Que comprei para ti a anos.
Espero por ti...
Nos jardins não me farto,
Percorro todos os bancos!..
Mas até hoje...
Nem sinal de ti.
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