Banalidade
Realmente eu poderia fazer muita coisa por você, faria coisas que nenhum outro homem estaria disposto a fazer, mas acontece que nesse mundo a balança está sempre quebrada e muitas vezes não damos valor ao que temos, pois sempre julgamos que outras coisas devem ter mais prioridades do que outras...
E sou minha maior prioridade, pois não há nada nesse mundo que eu não faça para me manter de pé, ainda mais vivendo em tempos que o sentimento virou algo banal aos olhos de muita gente e não quero virar mais uma vítima dessa banalidade!
Enquanto não compreendermos e aceitarmos os valores de Cristo e seu reino, viveremos "capengando" nos conceitos religiosos e sofrendo as banalidades...
Aquele que é atingido por coisas banais, não tem como objetivo pensar grande e nunca vai subir na vida.
Tempo é o que mais valorizo, então não desperdiçá-lo com banalidades pra mim é algo muito importante.
A vida tem espetacularmente cada vez mais um preço fictício mais alto e choros cada vez mais breves e temporais bem próximos da corriqueira contumaz banalidade em uma sociedade atônita, indefesa e letárgica perante tanta corrupção, impunidade, insegurança e ilegalidade. O pedido de justiça só perdura provisoriamente em tempo limitado, enquanto arrebanha votos oportunistas, remarcam antigas bandeiras ou vendem mais revistas, noticias e jornais.
Nos dias de hoje às pessoas brincam muito umas com às outras, e a maioria das vezes o sentimento é banalizado. E a prova disso é que muitas pessoas se queixam em vá rios lugares, sobre suas frustrações e feitos...
Hoje é mais fácil jogar a culpa em alguém por um relacionamento fracassado do que se perguntar no que eu errei ou no que posso melhorar para que isso não ocorra mais. Mas isso ninguém faz, porque isso abre u m leque de possibilidades e hipóteses a pensar, o que levaria a uma maturidade mais elevada e sincera consigo mesmo, mas nesse jogo de empurra empurra a multidão de pessoas feridas só aumenta.
Sem perdão
aqueles que lavam as mãos
de costas pro mal que se expande
não as lavam com água e sabão
mas sim numa tina de sangue
Cinema, jogo, moda, rolê
Cachorro, gato, cão, felino
L ou B?
30?
Falar de que ?
Eu não quero retidão
Eu só quero assuntos sérios
Eu não quero retidão
Eu só quero assuntos sérios
Eu não quero retidão.
Não vamos falar de cinema
Vamos falar de quem não vai ao cinema
Não vamos falar de jogo
Vamos falar de quem não sabe nem as regras
Não vamos falar de moda
Vamos falar de tecido
Não vamos falar de rolê
Só vamos.
A arte da discussão
Tentativa utópica mais real do conhecimento
Cada vez mais perto da maior das utopias:
Verdade
Verdade
Verdade.
A arte é banalizada por aqueles que não a compreendem e é exaltada por aqueles que já estão além da compreensão
O que empobrece uma nação não é a falta de recursos, mas a interpretação e o trato que essa nação tem para com eles. Do mesmo modo é a pobreza interna. Quando: a vontade deixa de ser garra, tornando-se desejo; o amor deixa de ser atitude, tornando-se sentimento; o discurso deixa de ser conteúdo, tornando-se ruído; a beleza deixa de ser essência, tornando-se aparência; a simplicidade deixa de ser base, tornando-se simplismo (...) todo recurso será pífio.
O tempo revela personalidades que jamais você pensou em ver em alguns. Não se trata de amadurecer e nem ganhar experiência, trata-se apenas de medo! Ser percebido de uma maneira que não esperavam, colocam uma simples, porém singela história como uma mera futilidade!
Lamentável essa banalidade!
Aquele que possui excesso de religiosidade
Satisfaz-se com uma vida superficial,
Perde-se nas crenças da banalidade,
E esquece a essência do espiritual.
Os que estão contra você, são os que mais acreditam no seu poder...
Oh, quão curioso é o destino, que faz do antagonista o peregrino, guiado por temores, velado em ardor, a medir-te a força, a temer teu vigor.
Não é o amigo que te sonda a alma,
nem o amante que te rouba a calma,
mas o opositor, na sombra escondido,
que vê em ti o brilho não contido.
Se ergue o muro e te lança ao chão,
é porque teme tua ascensão.
Se trama no escuro e espalha a dor,
é porque anseia calar teu clamor.
O rival não odeia o vazio em teu ser,
mas o eco que faz o mundo tremer.
Pois só quem enxerga no outro o infinito
ergue-se contra, num gesto aflito.
Que ironia amarga, que jogo sutil,
Quem te combate te vê como um farol febril.
Não desafia o fraco, nem teme o banal,
mas curva-se ao poder que soa imortal.
Então, segue em frente, sem hesitar,
Pois na resistência há de se revelar
Que o maior tributo à tua grandeza
É o temor que desperta tua fortaleza.
E assim, na luta, descobre-se a lição:
O verdadeiro inimigo é quem te dá razão.
Correndo atrás...
Em cada verso meu, um pedaço de você,
A lareira está acesa, o teu canto do sofá ainda parece aquecido,
Uma banalidade mal resolvida não pode ser o motivo para estragar o que já construímos,
Chove lá fora, aonde esta o meu guarda chuva?
Não a tempo a perder!
Taxi! Taxi! Taxi!
Cada vez mais o mercado de arte brasileiro perde os verdadeiros colecionadores. Parece mesmo que só restou ávidos investidores com a mera objetiva intenção de comprar barato para que obtenham um bom lucro e a curto prazo.
