Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Música Nosso Rancho no Sertão
Compositor Poeta Adailton
Assim como o João-de barro
Vou fazendo a nossa casinha
Teto de palha
Chão de barro batido
Sem ferrolho na porta
Nada disso para nós importa
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Assim como o João-de- barro
De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho"
Fogão a lenha
Panela de barro no fogão
Muito amor no coração
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Assim como o João-de- barro
De raminho em raminho vou fazendo nosso "ranchinho"
Água do pote
Copo de alumínio
Tudo bem limpinho
Eu não sou engenheiro
Sou um vaqueiro
Tenho muito amor no coração
Eu não tenho carro
Com as mãos cheia de barro vou construindo nosso "torrão".(Refrão)
Poeta Adailton
A vida assim como a própria morte, segue o seu ciclo, o seu caminho, e o seu destino, cabea cada um de nós, por onde andar, fazer sempre o bem.
No novo normal, é assim: O professor escolhe um vídeo na internet para sua aula não presencial, e a aluna pergunta: "Não poderia ter escolhido um vídeo melhor!"? Eu aqui sem reação justifico-me: Quem leva a sério uma pergunta tola é tão tolo como quem a fez. E considerando que uma resposta branda desvia o furor, não há nada mais brando do que o silêncio. Não vingar-me é uma forma de perdão! CiFA
Ninguem é tão importante assim, nem mesmo Albert Einstein é Importante ou foi, nós normalmente desprezamos seres menores como uma simples formiga mas acaba que temos o mesmo valor q ela pois diante do universo nos somos apenas um grão desprezável, nem sei se a vida vale a pena assim....
Uma mão estendida
Implorava por comida
Na pressa
Não me importei
São tantas almas assim
Ou são tantos corpos
Mas para essa
Eu poderia ter sido a diferença
Na volta
Procurei não encontrei
Sofri pela sua fome e meu descaso
Converso com vários
Um me disse que por amar a família
Se afasta
Não consegue parar com as drogas
Nem as bebidas
Vejo ele todos os dias
Com seus tesouros no carrinho de supermercado
Se banha na fonte, nas torneiras das casas vazias
Dorme nas áreas, bares depois que todos se vão
Esse ainda segue uma rotina
Outros mal comem a mistura da Marmitex
Jogam do lado ondem dormem e fazem as necessidades
Gritam sem serem ouvidos
Mas nem sabem o que querem
Uns são violentos
Outros transpassados
Nem reagem
A vida é uma escolha, ou será que eles foram escolhidos e acolhidos pela vida
Me perguntaram sobre
Final de semana na praia
Pensei divaguei
Mumurei
Para ele foi assim:
Um dia de verão regado
A muita música e diversão
Bebidas, drinks e sol
Mar pura emoção.....
Mas.....
Acha que sou seu brinquedo de exposição
Sou seu termômetro de sensação
Ele é incapaz de amar
Um artista na interpretação
Um fingidor da vida real
💔
Para mim
Um dia lindo de verão
Planejado com dedicação
Mar, som, e melão
Vejo tudo com razão
Mas com emoção
Mas a frieza me congelou
Traição em pleno verão
O que é isso meu amor
Foi tudo detonado
Nunca me amou
Nada nunca estava
Tudo anoiteceu
Não sou atriz
Não vou fantasiar
Estou sozinha
Com um desconhecido no bar
Ainda diz que sou eu
Me culpa por não saber amar
Quanta decepção
Uma traição
Já não era desconhecido
Ainda assim procurei,
Convivi,
Me esforcei,
Me doei,
Me abri,
...esperei...
Me machuquei,
E descobri o que conhecia
E entendi o que já sabia
Ela simplesmente surge,
Cresce
E se torna parte da sua vida.
"Assim que quiseres um dia...
olhar para trás e ver o que desatina
os segredos velados da alma peregrina
Assim que puderes um dia...
quem sabe no refúgio da matina
deitar ao lado de quem te admira
Assim que o corpo cansar um dia...
de tanto negar o que sentias
na ausência dos dias
a alma jaz..."
Tudo em excesso é perigoso. Até mesmo a empatia pode causar obscuridade e omissão, e assim nos autorizar a decisões equivocadas, parciais e enganosas.
"Portas", abrem-se com ações inconscientes... Assim como , com ações conscientes... Atente-se, para as "Portas" que abres...
Ogros, papões, gnomos
Fadas, lendas, monstros
Sei lá...
A vida às vezes parece assim
Uma mera fantasia
Seres vivos com estranhos modos
Insistem em nos amar
Com peculiares formas de gostar.
Reféns dos Super Poderes"
Assim segue o homem
Tentando encontrar seu destino
Nas placas, processadores, sistemas
Memória, bateria, antenas
Ele nem trabalha mais
Jogando, teclando
Vive priorizando as redes sociais
Relações que retrocedem
Pela ânsia de interesses pessoais
Segue seus dias conectado
Sem saber como parar
Troca de família e de estado
Sem tirar os pés do lugar.
Bom te ver hoje
Tímida assim
Bem menos da metade
Escondida atrás do escuro azul
Do céu fazendo parte
Finíssima linha curva, branca
Tornando a saudade
Um jeito bom de fazer do amor
A mais bela arte.
Sentir dor é uma certeza, culpar o outro é o mesmo que dizer que somos imunes ao erro.
Assim penso eu, na minha pequena insignificância.
Apontar e julgar os outros é mais fácil do que reconhecer sua parcela na dívida.
Já fiz muito isso, hoje paro, respiro, respiro de novo bem fundo e vejo onde está minha porcentagem mesmo que pequena, é pedir perdão não é retroceder, é ir adiante.
Vamos lá, pergunte, responda, escreva, gesticule e argumenta seu ponto de vista e esteja atento aodo outro, que não necessariamente estará errado, as vezes só diferente.
Ainda bem que podemos voltar atrás, ainda bem que não somos árvores, ainda bem que nem tudo o que pedimos recebemos.
Por fim, agradecida estou.
Seu querer é genuíno, ainda assim sopro incapaz de teimar. Não moverá moinhos em coração que sofre de tormentas.
Me encontro no mudo
naquele silencio mais profundo
mas só assim, me introspecto
E assim, simplesmente floresço
me abro para o mundo
Mesmo que pareço estar no mudo
Quando escrevo, falo tudo
Sem rodeios, traduzo as sensações
cada um dos sentimentos
(DiCello, 29/05/2019)
O Papel Aceita
O mal do papel é aceitar tudo que pinto sobre ele sendo assim como deixarei de escrever se ele não se nega a ser mantenedor de meus pensamentos.
Conveniente como juntar a fome com a vontade de comer. Fome de tinta e vontade de expressar.
