Giovane Silva Santos
Aprendendo com os anjos vivos
Hoje veio ao meu pensamento, você anjo que luta incessantemente na ceara, defende minha vida, a vida da minha família, do meu povo perseguido, sei que às vezes tu não dorme, guerreia dia e noite, cansado não desiste de nós, pois sabe que os leões covardes espreitam pelas nossas vidas, oh anjos, pés que não vacilam, ensina me a guerrear convosco, eu não tenho paz, porque sei do cárcere que meu povo vive, sim, sei que lutas para dar asas ao teu povo que precisa conhecer a beleza do infinito universo, mas também sabe que precisa privar, pois voar sem a proteção dos céus torna se perigoso, teu povo tornaria presa fácil, oh anjos , oh ente vivos, corajosos e singelos, perdoe me quando não percebi a tua maneira peculiar de apertar a tecla, de não compreender a força da tua energia sobre os campos de batalha, as regiões celestiais vibra esperança e prazer, pois do altíssimo, da cruz, da sensibilidade e humildade, estão o motivo de ainda existirmos, decepcionado é Deus pelo homem, o qual também nutre um amor tal, capaz de retroceder a Terra, e fazer ao nosso favor, por um justo talvez, por uma porção de anjos vivos e fiéis, por um valente e até mesmo por um fraco que sendo ele , altíssimo humilde e amoroso, o põe na balança com o mais perfeito filho Jesus, obrigado anjos, sei que sou velhinho e desprovido de entendimento, mas que eu possa por uma palavra, ora, uma ora ser um anjo a favor dos céus.
Giovane Silva Santos
Porque isso
A vida segmentada, frenética, um escola é verdade, muitas vezes perversa e desleal, tenho meditado os meus 43 anos, sem entender tanta escuridão, não atentei pelas disciplinas necessárias, o prumo, o equilíbrio muitas vezes ausente, o nível da intensidade, e muitas vezes não consegui nem 10%, porque me foi negado a conhecer, atribuir os sonhos, em resumo, a esfera além da imaginação humana, a vida tal complexa, hoje uma poesia até conforta, mais sei que, o homem é capaz de redigir um livro tal, que o tempo registrará o fundamento da vida de cada um, além da filosofia, a identidade do homem moderno, contradizendo e entendendo a natureza arcaica, submetida a globalização, interesses seculares, ignorando a essência da criação, eu, eu continuo sem entender, mim, eu, perante uma vida clara, ter os olhos na escuridão, és tu altíssimo que despertará essa, esse, o livro que justificará essa transformação.
Giovane Silva Santos
Uma prosa com Deus
ÚA P^OZA QÔ DÊUZ
Clamo, chamo, imploro, invoco e humilho me a ti, porquê sabes oh altíssimo que creio nas tuas palavras, disseste para batermos a tua porta, prometeste a água da vida, que busquemos de todo coração, confesso, sozinho, a força do braço eu não consigo, és tu senhor, ao nome amado de Jesus, que misericordioso e amável, tua benignidade transcende a imaginação humana, és complexo e infinito, tal é minha angústia, diz senhor, se há sensatez e humildade nas minhas petições, ora, o meu anseio não ostenta orquestrar viveiros de galinhas e papagaios, nem tão pouco plantar abobrinhas, veja, não foi eu sacrificado, podado, humilhado, ferido, sonhos e realizações ceifadas, não sou eu que feito um robusto carvalho suportei a tempestade no vale assombroso, em desertos escaldantes, que serviu a mente para usufruto de provas ferrenhas.
Veja, não ambiciono a tua grandeza, pois não sou tolo, porém as tuas migalhas que são transbordantes, estas consumidas pelos cachorrinhos, não sou digno?
Que bicho desprezível sou eu?
O ilustre Jó, no augi da indignação e angústia questionou, se soubesse ele onde ficava o tribunal do senhor, se colocaria diante como inocente.
Talvez não seja eu a pureza de Jó, tenho praticado infâmias contra meu caráter, mas és tu o pai, que examina e esquadrinha o coração segundo a essência da sinceridade, veja desde meu nascituro, a real intenção, o anseio, a vibração, verás uma verdade ignorada, então oh pai, estou cansado e exausto, porém tenho dito que verei a glória do senhor na terra dos viventes, esse mundo orquestrado, manobrado, artificial, ora, não o pertenço, ainda que os gatos aplacaram me como rato desprezível, não almejo ser u cão vingador, quero o que pretendo dar , usa da tua misericórdia, o altar da tua glória, que posso administrar os meus dias, o sangue oculto me ofende, disfarçado na vida eletrônica, minha energia é sucumbida pelo magnetismo da perseguição inimiga, deveras algo em mim que não agrada o semelhante carnal, mas o teu espírito é que busco vivificar intensamente o restituir dos meus 40 anos sacrificados, misericórdia, graça e cruz, clamo que ainda hoje o vejo teu prometido espírito, JESUS.
Giovane Silva Santos
"O regime da mente aprisiona ou liberta"
"O catolicismo batiza criança em referência às máculas do passado, os evangélicos conotam o batismo pelo arrependimento do adulto, ora, meditando aqui, o homem nasce preso ao passado e o regime do seu coração e mente lhe condicionará a lutar pela liberdade, ou nasce ele livre e o regime do coração e mente pecador lhe aprisiona."
Giovane Silva Santos
"Os lábios sensatos é um favo de mel, mas são as atitudes que o acompanham que edifica."
Giovane Silva Santos
Eu conhecendo mim
Discernir, entender, persuadir e absorver, interpretar, receber e devolver, simples, não, não é, amplitude dessas variações, o que eu tenho pra dá, o que posso eu contribuir, sim, para esse universo magnífico, que de maneiro percebo que nada significo, se, se somente à escuridão permanecer, porém pergunto aos céus, o que mais posso fazer, meu tudo é minha vida, ora ceifada e sem prazer, seria eu tão ignóbil e inconstante, que mediante tanta variante, não me encaixaria em uma posição, de fato reconheço, o homem altivo e prepotente não adentra aos segredos consternados de eras e eras de civilizações, ora hoje moderna são nação e nações, então mais uma vez, coloco que eu me atesto, pelo diário confesso, nada sou, nada tenho, nada posso, nada consigo, isto se, se somente meu querer prevalecer, e quão conseguir, o vento sacudirá e tornará poeira vã, sim, claro, digo agora, não sou eu que medito nessa questão e assumo, confesso minhas limitações? O Deus que fez o gago Moisés líder de um povo, que fez um escravo governador, que fez um pastor de ovelhas um rei, que fez o pobre e pequeno Gideão liderar um povo, este Deus não será capaz de permitir que eu construa uma mera redação da minha vida capaz de dar um testemunho da tua glória em mim?
Não fui eu que persuadido como pequeno e tive que falsificar um documento e diminuído fui colocado na lateral dos campos, não fui eu que vaguei a morte, que os ossos gemeram, que nada mais havia graça, não fui eu que desejei vagar sem rumo, pois assim estive, ora, Deus, nem mesmo o ventre de minha mãe poupou me, nem mesmo o sangue familiar poupou me, tive que pagar arduamente por onde passei, fez me louco por 3 hospitais psiquiátricos, não fui eu desprezado e rejeitado pelas mulheres, não fui eu condenado sem ter o direito da misericórdia da cruz, não fui eu usufruto de experiências de tecnologia, ora senhor, porque devo ser acometido ainda da escuridão, tu não me deste a volúpia do entendimento das situações, e nu, cru, cego e surdo me deixaste, ora cobrado como se tudo soubesse.
Sua justiça eu creio altíssimo, outrora não clamei, não prostrei aos teus encantos, agora clamo pela tua justiça, pois tua misericórdia é esplendorosa, mas a justiça é fundamental, o homem insano e juiz do entendimento carnal, que isso o faz diante de uma multidão inocente, também paga, repito, inocente pagou na cruz, meu Jesus, então alargue a justiça com tua espada, corte o intento do maligno, frustre a perversão, adorne os teus humilhados, rejeitados, abandonados, órfãos....Enfim, veja se minto, se falo exagero, contempla todo minha vida e veja, nem mesmo no templo de oração houve misericórdia de minha vida, expulso e escoltado pela polícia.
15/05/2021 Giovane Silva Santos
“O homem carnal é persuadido pelo engano do homem mortal, porém é no senhor que há esperança de vida prudente.”
Giovane Silva Santos
“As tempestades edita um perfil doloroso no homem, porém aos que resistem, tornam se um carvalho de Deus.”
Giovane Silva Santos
Esperança
Veja que o processo da vida é um conteúdo inteiro.
Um roteiro de dor às vezes clama corte.
Diante das circunstâncias pesadas.
Da história suja passada.
Então o pranto torna se uma esperança que vence a morte.
Ora, o orgulho, a altivez, a intransigência e prepotência.
Sim, estes corrompem, cegam e enganam.
A sociedade vive na direção que os pecados emanam.
A característica do homem trafega pela violência.
Você amigo, amiga, irmão, enfim, contexto sem exceção.
Fala aqui um livro vivo, que sente a disciplina de correção.
Repito, a minha a sua cruz, inevitável penitência.
Sim, tem um preço, Jesus fala a conversão.
A sensatez da vida é meditar a condição.
Da água da vida.
Da porta de entrada.
Da ceia, do sangue e corpo que traduz a salvação.
Que a humildade não fuja de nosso intento.
Que a perseverança exista incessantemente.
Ora, sabes eu e sabes tu, quão foram, são nossos anos de prisão.
Cada qual sente o fardo e o chicote.
Avalia se a água que bebe, se filtra o erro, hidrata o coração.
Misericórdia é viva, então sacie desse pote.
Seremos cobrados, também por juízes injustos.
Satanás acha se dono do martelo.
O homem sanguinário coloca o peso e gera culpa, gera falsos custos.
Pagar relativamente, trata se peculiarmente da condição.
Sinceridade no coração.
Ligar o canal da porção terra, com o céu da teu sentir e pensar.
Isso, meditar no equilíbrio, a força da fé, não é proibido sonhar.
Pagou se pesado na cruz.
Veja que há uma proposta para se aliviar.
Bem, que vigia eu e tu, sempre, pois o inimigo tende acusar.
Até mesmo o inocente paga, que insistem em manipular.
Chagas de geração pregressa.
Coação de cada tentar.
A gaiola é pra satanás.
Lutes todos, a se libertar.
Que a esperança não morra.
Não se oprima pela ciência que nega a criação e tal.
A tecnologia, que seria magia, pode ser fatal.
Entenda, a promessa da palavra é verdadeira.
Se tem um preço.
Não seja a ordem do homem o endereço.
É um Deus único e imortal.
A humildade não contempla ignorância.
Ousar sim, pelo despertar real.
Cada um, cada qual.
Lutar contra a corrente do mal.
Espírito Santo.
Louvar o canto.
Combater o sistema de demanda diabólica.
Que sufoca e imprime o povo, uma gente.
A fé, é um adorno que frustra a carne do homem.
Provém do além, do sobrenatural.
O juiz é inevitável.
Porém é viável.
Atentar e não aceitar o martelo do homem.
Giovane Silva Santos
A vida é contundente
A característica da vida não se pode duvidar.
Firmeza na expressão, que pode até causar aflição.
Deleita se às vezes no excesso em cada lar.
Contundente, veemente, a poesia vigorar.
Letras necessárias, a redação precária no livro da nação.
Enredo subtendido, o paralelo, espiritual e ora secular.
Não, não é, o objetivo está canalizado.
Ainda que as palavras viajam de lado a lado.
O intento está centrado.
Estrutura de cada lar.
Esta, nesta, como antes e todas.
Estão como oração.
Soa uma canção.
Que sente, sonha, pede, expressa.
Digo esta escrita, esta vida, esta minha e sua.
Como aquela criança dormindo na rua.
Como o inocente ferido.
De repente se acham normal.
Assim deve ser de geração a geração.
De forma que até o dia do juízo final.
Mas não esqueçamos da cruz, que meditou a lei.
A espada do amor, é real eu sei.
Claro, aquele que retrocede a terra.
Que o relógio gira conforme a teor da mente, do coração.
Porque não desejar redenção.
De um povo, um lugar, um julgo de prisão, escravidão.
Enfim, disciplina, anseio x devaneio secular do poderio.
O Dólar, o Euro talvez pertencer a candeia da manobra global.
Moedas e bancos no seguimento e tal.
Ser real, se o real não tem valor.
Uma moeda talvez contundente e necessária.
O que não se vê e não negocia.
Que nem todos a possui, é verdade.
É virtual, é como uma coroa real.
A fé, a palavra, altíssimo, oh.
Bobagem, bagagem, ora, não, sim, tal.
Sonhos, intentos, que prevaleça a vida contundente.
O homem diabólico frustrado, como a moeda do mal.
Giovane Silva Santos
Livro da vida
A bíblia que não perece.
Caderno de apoio, o povo carece.
Sim, as escolas da sociedade sofre.
O mecanismo exigente.
Ora, o fardo é leve e o julgo é suave?
Desafio.
Entender como um carvalho cresce no deserto.
Quem entregarás a vida a peregrinar.
Tá difícil entender o processo?
Professor que é professor, humilde ser em aprender.
Outra maneira, ele um aluno a sofrer.
Prepotência e altivez.
Apoio necessário para regar uma semente.
O brotar e colher depende da satisfação em dedicar.
O livro da vida está aberto diariamente.
A palavra constante, cortante, veemente.
Não são todos que entende o roteiro.
Se o pai não abraçar o filho, ora professor aluno e vice e versa.
A sociedade vai a deriva, onde, alguns nada sabe, outros nada bem, outros nada dá, e o fluxo da água, este enterra a escola do orgulho, na espada mestre da justiça.
Bem, a santa esperança, sei perfeitamente que os anjos não desistem de lutar, o conforto é que a fé da ceara limita os lobos, as lobas carnívoras a não degolar os filhos, alunos da geração vindoura.
Brasil, vamos vencer, pois as feras saltaram a cerca, mas não vão ultrapassar o cajado do pastor da vida.
Giovane Silva Santos
O banco da vida
A moeda frenética.
A vida sintética.
A carne cara.
Comer ninguém para.
Uai, banco central.
Notas quentes.
Notas frias.
Quem tem, paga.
Quem não tem passa mal.
Pensando aqui comigo.
O banco cobrou caro do inocente.
O Serasa chicote, o spc cruz.
Então quem deve, tem que pagar pela luz.
Quem poderá dizer, crédito eu tenho.
Audácia, altivez é dívida também.
Ora, pago, paguei.
Sabe do meu coração senhor da moeda.
Faço o que não quero.
O que quero não faço.
Paulo, eu, por que a carne grita o pecado.
Sei, falei, do trâmite entre a vida e a morte.
Desfiados somos a entender, discernir e vencer.
Olha já que a pureza foi difamada pela sujeira do mundo.
Quem suja, paga já, paga amanhã e paga depois.
Salve, aquele que realmente reconhece e propõe a não fazer dívidas com o banco da vida.
Enfim, todos tem que verificar o cpf da honra, a identidade dos atos.
Paga eu, paga tu.
Todos os dias um relatório do clima, muita tempestade, ora, ora, se não limpar o nome, essa vida moderna, os bits é uma fonte de energia vigorosa, ondas e partículas viajando nas veias da justiça, chame o anjo, pois é nos céus, no Espírito Santo que a misericórdia reage, outrossim, a espada corta, cortará, como cortou 43 anos em mim.
Giovane Silva Santos
Acenda o fogo da espada de justiça senhor
A boca de Deus faz um diálogo entre eu e mim.
43 anos assolado no tronco da perseguição.
Sim, vejo o povo, eu, meu irmão.
Pergunto quantos anos vale a humildade.
Ora, se não ousar a defender a cruz.
O inimigo cria, produz.
Uma armadilha, os arquitetos da maldade.
Sim, a imagem diabólica persegue, coage e acusa.
Cria mecanismos para confundir.
Ele sabe persuadir.
Triste saber, que muito do homem que a identidade não muda.
Hereditário, sanguinário.
Os herdeiros da inveja de Caim e do traidor Judas.
Faraó vive, e possuem muitos e muitos seguidores.
Ora, ora, ora, satanás calcula.
Ataca o primogênito ao caçula.
O câncer da vida, a maneira bipolar e esquizofrênica fétida de agir.
A pressão sobre os inocentes.
A eletricidade da maldade na corrente desumana a mais de mil.
As ondas sonoras penetrando na essência do senhor.
Sim, partículas viajam na veia do anseio e do sonho.
O inimigo produz o pesadelo.
A pressão do tempo alterada pelas haarp.
As placas dos pulmões se movem.
O corpo do homem violentado, como a terra cobiçada.
O movimento das sinapses pulsando nas telas virtuais.
O laboratório da vida.
O processo covarde e imundo.
Se entendo.
É do alto, do ânimo, do astral.
Auto estima é uma simples rima.
É verdade o intento do mal.
Tal qual frustrado, pois não alcança o sobrenatural.
O que se põe de pé.
O tripé.
Pai, filho, Espírito Santo.
O remédio é a fé.
Quanto a balança do sanguinário, ardiloso e invejoso homem.
Sentirás o peso, de um lado as teclas da serpente.
Do outro, uma cruz, o sangue da justiça.
A espada prometida, a favor de uma gente.
Giovane Silva Santos
"O homem caçador arma arapucas e pegam as rolinhas inocentes, mas o pombo majestoso do Espírito Santo que desarma as armadilhas."
Giovane Silva santos
"Deus usou um pombo, um corvo, uma jumenta, e hoje é capaz de dá credibilidade a um cachorro, pois o homem está contaminado com a corrupção da identidade do próprio caráter."
Giovane Silva Santos
A vida, dois caminhos
A caminhada é inevitável.
O homem, o errar é provável.
Aceitar, ora, ora, e jamais aceita.
Pois é no sangue da essência mais natural que se deleita.
Porque, como assim.
Corre em mim e em ti.
O imundo tenta implantar na veia de cada sonho.
Veja, até outro dia, eu mesmo não sabia.
Como é puro, claro e transparente.
O que vem do altar do senhor.
Lá, sim, o sangue sacrificado não está escondido.
Porém a sagacidade, o marginal sangue oculto.
Implantado e cobrado, tentando desviar o homem do reto caminho, o pesadelo, o vulto.
Sim, o tumor da vida, mas limitar a colocar o nome do inimigo do povo, do estado, dos céus, ele é astuto.
Bom, é que muito se gera medo.
Dúvida.
Decisão perante o trajeto, o enredo.
Da vida o respirar contínuo.
Quem irá revelar o segredo.
As partículas implantadas na escuridão.
O DNA, o que o homem tenta modificar.
Implantar o sistema, o esquema secular.
Ora, ora, ora, se houver sujeira, ora vão se frustrar.
Giovane Silva Santos
Quem é a sociedade, quem é o povo?
Indagação, conotação.
Essência, real, natural, artificial, virtual.
O sistema que dá calafrio, vulcão.
Aquece a energia, vigia, disciplina, opressão.
A vida artificial, laboratório da colisão.
Desafiar o altíssimo é loucura viva, fatal, mortal.
Não aceito esse intento sufocante.
O martelo que usa inocente como errante.
Que constrói e articula a vida marginal.
Intento opressor, vida paralela.
Quantos presidentes existem.
Quantos ataques o povo resiste.
Quem é a sociedade, são estes donos do laboratório.
Quem é o povo, reféns, prisioneiros, subordinados e tal
Bem sei que muitos negociam no câmbio negro.
A moeda, escambo de troca.
Ora, que o engano não me alcance.
Sim, que o oculto não me dane.
Veja, que o desafio intento desse sistema.
Não, as artimanhas não crie dilemas.
Então, o cajado, a arca, as tribos.
As tábuas, o cordeiro, a cruz.
A queda das muralhas, o maná do céu.
A Sarça, a queda de faraó.
Enfim, do sobrenatural que falo.
A este me rendo e calo.
Outrossim, aliança que manipula.
Não, então esquadrinha e veja meu coração senhor.
Veja o coração do Brasil, veja o que corre no sangue.
Examina minuciosamente cada implante na mente.
És somente tu oh pai, pelo nome de Jesus.
Que pode frustrar a esquizofrenia que tenta controlar, conduzir teus filhos à margem do engano.
Pois o juízo, a espada do homem é covarde e diabólica.
Entrego meu respirar no teu colo oh pai.
Que posso fazer eu para ajuda-lo nesse intento.
Giovane Silva Santos
“O coração vale o ouro, o tempo vale minas de diamante, o sangue vale o rubi escarlate rubro mais precioso, agora o DNA de Deus, é o vale que foi atravessado, vale o que a pedra não compra, vale o valioso jardim da eternidade.”
Giovane Silva Santos
A misericórdia e a justiça
Sim, ambas são reais.
Uma chama, outra clama.
Ordem e progresso, quem pleiteia tais.
Ora, pressão, opressão, coação.
Donos das terras, produtores de guerras.
Como geme a natureza da nação.
A lei que burla a essência pura, gente, animais, gados nos currais.
A planta, a semente, o animal.
O que mais o laboratório deseja.
Soldados do futuro.
Raças de víboras voando nas paredes da invasão.
Um chip, um micro, uma partícula.
Receba sim, o sinal, tal manobra que não alcança o sobrenatural.
Algo diferente há, um tom, um dom, algo peculiar.
É que Deus de ontem, hoje o mesmo DNA.
Sacode, impõe, frustra a tecnologia científica religiosa.
Iota, Yocto, oh, quanta maravilha.
Misericórdia sim, Justiça também.
Se meu povo sangrou no tronco.
Se as mulheres do sangue da terra fora submetida.
Minhas crianças deturpadas e coagidas.
Ora, tal laboratório global, mundial, universal, papal, os vales do silício, os arquitetos da mentira.
Veja, pagou Jesus para sarar o mundo.
Pronto, o homem inventando cruz viajando nas sinapses.
O sangue oculto, as ondas sonoras, o vento e a poeira inteligente, as câmeras invisíveis infiltradas.
Se o povo paga, precisa receber por justiça.
Se recebe sem pagar, tá endividado.
A vacina, hum, tome da revelação.
Tome da condição.
Se a montanha se rompe através de um grão.
Imagine a força meditada na soma da fé de cada um.
Que viveu e vive as torturas milenar.
A palavra é apocalipse vigorar.
Se é matar e morrer.
Salve se quem puder.
Giovane Silva Santos
Poetas Baianos
De todos e tantos.
Relatos, fatos, encantos.
Jorge Amado, Gregório de Matos.
Castro Alves, Fagundes Varela.
Daqui regional Macarani, fatos.
Camilo de Jesus lima, estranho morto fatal.
Atropelado, estranho momentos dos coagidos.
Ditadura, figura de opressão infernal.
Liberdade subtendida, a voz reprimida.
O pensar, o livre arbítrio.
A ameaça, a loucura viva da inveja.
O mau não admite a miserabilidade.
Ser poeta, precisa ter coragem.
A expressão sincera atinge o engano.
De todo intento maligno debaixo do pano.
Vamos poetizar, Macarani, eu quero falar.
Nada tenho, nada sou, mas o céu tem pra dar.
Pelas promessas, pelo temor, eu estou a pactuar.
Clamo, chamo, invoco, suplico e humilho me.
Altíssimo da criação.
Da mente do céu, do DNA leite e mel
Do primogênito abençoado Israel.
Falas aqui a criança Brasil.
Uma voz no anonimato.
Que o homem não contemplou.
Mas o cântico altíssimo.
Pela cruz.
Veja se posso toar o teu louvor.
O cântico da paz sobre a terra.
A natureza a fluir.
Mais uma vez, a muralha do engano cair.
Sinais, sinais, sinais, de ouvidos abertos, diz ai.
Giovane Silva Santos
Veja a tramitação do hoje
(Salmo 43 de Giovane Silva Santos)
Sucede se pelo contentamento e gratidão.
Senti uma forma e indescritível presença do teu Santo Espírito.
Senhor, altíssimo, magnífico, grandiosíssimo, esplendoroso.
Oh poderoso do primogênito Israel.
Fala aqui um carente da tua atenção.
Pelo nome adorado e vivo de Jesus
Estendo a imensa gratidão.
Devo dizer que vi o resgate da minha vida.
Assisti meu coração transbordar de emoção.
Suas maravilhas confundem a ousadia do perverso.
No teu colo eu descanso e deleito a paz que jamais vivi.
Veja continuamente este intento do meu coração.
Humilho me pela presença misericordiosa do teu poder.
Revestido quero adormecer e acordar com tua benevolência sobre mim.
Adornado com teu Santo Espírito.
Devo, preciso dizer, não tenha como cobrança e nem reclamação.
Entendo dos teus feitos.
Sei bem que, deveras onde guardo e teu povo precisa guardar a esperança.
Pela fé, pela tua santidade, pela tua grandeza, para brilhar sempre tua glória.
Invoco teu olhar, suplico teus feitos, tuas maravilhas.
Clamo por este povo Brasil, pela condição deste lugar.
O olhar larápio, criminoso e invejoso paira sobre essa terra.
Ora, cobiçada por uma legião de deturpadores.
A mulher, o negro, a criança, o humilhado, rejeitado, abandonado, massacrado, perseguido.
Use da tua benevolente misericórdia, abra a porta da tua casa e dê da tua água a este que precisa, teu povo que a mais de 500 anos registra o subordinação da legião estrangeira, as grades, os sinais de destruição, a energia e as ondas manifestadas pelo gatilho maligno.
Sara nosso povo e nossa terra.
O sangue que Jesus derramou, pacto de sangue faço contigo.
Tome a vida de minha mãe e família, pai Jesulino José dos Santos e família, todo registro de ramificação.
Tome a vida do semelhante, deste povo e Brasil.
Amém, Brasil toma posse da tua presença.
O intento do homem tem sabor de engano.
Ora, filha, filho meu.
Se a expressão de uma alma.
Tal qual o sangue ferve como o anseio seu.
Não é meramente, não é fomento da mente.
Não é conotação poética.
Não é a dor da vida sintética.
Como a semente.
Aquela que germina e o homem não sente.
O útero da vida a gerar.
Nem mesmo o instrumento não consegue se auto valorizar.
A mulher que se rende a serpente.
Não faça isso filhas.
Garanto.
O sonho da vida.
Que as vezes soa ardente.
A palavra que personifica Deus.
Onde por ela brotou o oriente e ocidente.
As constelações, a magnitude do além.
Além do infinito.
Talvez brasileiramente tipifica subtendido.
A interpretação, persuasão, sensibilidade do atrevido.
É que claramente, que o homem realmente não entende.
Vivifica, ora, assim seja misterioso.
Nesse contento, a graça além do forte vento.
Meu Deus, meu Jesus.
Do cálice que ninguém tá livre.
É doloroso, talvez.
Mas esta é a poesia que a mim seduz.
Giovane Silva Santos
“Quem seria a Roma moderna, o tripé sombrio da ciência, tecnologia e religião, que, intenta formar uma sociedade artificial, ora, bobagem isso? Que os sinais ligados venha a esclarecer a cada um, o que é a subentendida linguagem, que impele, atua e confunde o contexto psicológico, espiritual e tecnológico.”
Giovane Silva Santos
“Onde estará Nero, que quer colocar fogo no mundo, as redes frenéticas ligadas, Júlio César, Hitler e a Roma moderna, o povo que imagina estar construindo a torre de Babel , confusas línguas, uauauaua.”
Giovane Silva Santos
