Giovane Silva Santos
16/03/2021
O vento pode ser mágico e trágico, se ele soa quando leve brisa, que norteia a paz e transborda um purificado oxigênio, vida, ele impetuoso e voraz, arremessa os barcos, sacode os cais, joga poeira aos olhos, cega a imaginação, será? Sim ou não? A vida tramita como vento, vai, volta, sobe, desce, ventos violentos que machucam, são pensamentos fugazes, são atritos constantes, a briga social, pode e não pode, um manda e impõe poder, a liberdade suposta, uma cadeia de alimentação, deturpação, opressão, muita espada e pouca justiça, aliás quem poderá responder tantas perguntas, senão a BIBLIA, ou biotipos de elos sagrados, por todo encanto e sofrimento, sangue, cruz e lamento, o pecado, o mistério, quem desvenda esse mundo sangrento, o pranto cotidiano, meu filho inocente, enfermo e abandonado, porque, a glória do altíssimo talvez, o amor a ser contemplado, o milagre do mundo, pois o pranto é profundo, eu sinto, mas confesso ser um pecador nesse submundo, entre tetas e tretas, faíscas claras, porém as situações continuam pretas, gostaria eu até ser instrumento para mediar, remediar, toar essa faceta, ora, quem sou eu, humilde e quieto, ou inquieto, protesto o meu processo, não levaria minha causa como inocente ao tribunal do altíssimo, talvez um réu confesso, que escrevendo e orando peço, misericórdia oh pai, em nome de Jesus, a mim e este que está lendo, seja advogado em nosso processo, o julgo que foi na cruz, não deixe subtendido a liberdade, eu clamo amado poderoso do universo.
Giovane Silva Santos
O mundo é perplexo
Ordem mundial.
Reflexo e tal.
No carnaval.
Aiai minha mente.
Carente e inocente.
Do saber do mundo, do entender da gente.
Castigado e mastigado.
Do mundo, submundo astral.
Do profundo sobrenatural.
Civilizações e mitologias gregas.
Padrões arcaicos, colunas de justiça.
O mundo medonho, tecnológico e científico.
A manobra econômica.
Uma risada cômica.
É tudo magnífico.
Eu observo meu umbigo.
Mas sei que existe uma luneta surreal.
Um olhar além do sobrenatural.
Que frustra as artimanhas inimigas.
Um teor antigo, um olhar inimigo.
Do que falo e pouco se entende.
Do fluxo feroz.
Todo canto e lugar.
Aquele manifestar algoz.
Entender os céus.
Nem Moisés entendeu a aliança, dedos, anéis.
Não entrou na terra prometida.
Meu Deus, todo mundo falha.
A sabedoria do homem, é uma navalha.
Corta a ti e a mim.
Enfim.
O orgulho da peste.
A manobra de leste a oeste.
Do oriente ao ocidente.
No sudoeste da Bahia.
De onde parte essa poesia.
De um mundo fugaz e fantasia.
Da minha cobiça e meu anseio.
O mundo é produto do meio.
A maldade não prospera.
Minha esperança espera.
Nesse e muitos conteúdos que não quer resumi.
Inferno e céu, reze, ore e defina cada um o seu fim.
Giovane Silva Santos
"A disposição de ensinar e aprender reflete diariamente em plantar e colher, produzindo uma forte árvore do saber."
Giovane Silva Santos
Pandemia, epilepsia e coma.
Trágico o sistema depressivo.
Cria do homem.
Cria do destino.
São as escrituras.
É a arte maligna de uma manobra.
Qual é, sei lá, não sei.
No sentimento exausto sobra.
Pandemia.
Epilepsia.
Coma.
Crise.
Surto.
Sufoco.
Lona.
Um caos.
Nada.
Desafiador sistema.
Opressor.
Esquisito dilema.
Civilizações.
Árvore hereditária.
Bênçãos e maldições.
Liberdade.
Perseguições.
Nazistas.
Judeus.
Nova ordem.
Um rebento e emaranhado.
Tamanho processo do conhecer.
Gerações não desperta.
Também.
O poder propaga o que convém.
A natureza fica sucumbida.
Paixões desconexas.
Amar a corrupção.
Ser propagador da ignorância.
Saber é relevante.
Construir uma equação.
Pela esperança de uma geração.
Diferente e tal.
Conceitos que valida a mente, que cultua uma forma vigente, moral e decente.
Os dez de Moisés para se educar.
Predileção de ética e caráter.
De Jesus o conceito do amor e muito mais a se elevar.
A sabedoria do santo espírito.
E o povo.
O povo quer, ou sabe buscar.
Eu fruto desse norte.
Mas não sou árvore que cheira morte.
Acredito no que não sei.
Imagino acontecer um dia.
A convulsão do meu Brasil.
Sarar essa epilepsia.
Talvez o mistério é imenso e mais robusto do que essa mera epilepsia.
Sim.
Esse momento que se toma.
Outra realidade.
O ato da maldade.
O homem coloca o mundo em coma.
Giovane Silva Santos
“Me desculpe as flores, viver é um jardim enganoso, o homem tem odor de rosas cálidas pela maldade, onde uma coroa de espinho produziu vida, as pétalas entoam pelo orvalho contundente do pranto que o homem provoca ao homem.”
Giovane Silva Santos
“Não basta o mundo se identificar com uma serpente maligna, o próximo ainda crava a espada da indiferença, e cria se a todo momento um funeral, goles de ignorância, embriagado com estúpida intransigência, todos os dias um palmo de cova da covardia se abre sepultando a esperança.”
Giovane Silva Santos
“A intransigência é uma grande barreira que impede a travessia do saber, causando constantes aborrecimentos.”
Giovane Silva Santos
“Tende piedade da sabedoria, oh meu Deus, pois a ignorância tenta queima-la em praça pública.”
Giovane Silva Santos
A viagem da vida
Ela tramita.
Cala e também grita.
Tarde serena.
Maré violenta.
O silêncio estrondoso.
A mente que agita.
Trafega incessante.
De norte a sul.
Conduz o pensamento.
Ora equilibrado.
Ora turbulento.
O delírio como forma de vida.
Pois a realidade.
O conceito de sanidade.
É uma esperança atrevida.
Claro.
Precisa se alimentar um contexto vivo.
Que a morte não seja o forte.
A trilogia consciente.
É entender.
Que realmente é dado um universo.
Entender as vezes é perverso.
Se faz necessário então.
Andar, continuar mesmo na escuridão.
Se nesse infinito labirinto surgir a luz.
Entenderemos então.
Valeu a pena.
Ou não.
Vaidade como diz Salomão.
Ora, eu na quietude.
Cansado e exausto.
Vivendo cada fato.
Preciso manifestar.
Se a alma permite.
Esperança, fé e confiança.
Eu sou e quero ser desse time.
Não corri atrás do vento.
Talvez fui ou sou incapaz de viver esse intento.
De pé, rápido ou lento.
Continuo.
Alimentando.
Dar vida e sensatez.
Coerência ao pensamento.
A vida ampla, a criação, a subjetividade.
O desafio de estar, ser, que nada seja vão.
Nessa nossa condição.
De pertencer a esse firmamento.
Não pedi, mas nasci.
Se estamos, eu você, aqui.
Vamos resistir na viagem da vida, infinita simples assim.
Giovane Silva Santos
Quando a intransigência triunfa.
Eu? Eu! Eu$ Eu@
O eu falando.
O eu ditando.
O eu protestando.
Egoísmo.
Egocentrismo.
Truculência.
Ignorância.
Intolerância.
Rebeldia.
Demais.
Demasia.
Devo eu flertar nesse canal.
Agressivo.
Indigesto.
Causa desconforto e desarmonia.
Ignorar o saber.
Não aprender a viver.
Intransigência é agonia.
A mente fechada.
A crítica abandonada.
O aceitar.
Maleável coração.
Sutil e humilde mente.
Pense.
O ideal.
A coragem.
A valentia da identidade.
A cultura.
O crivo passado e alma futura.
Como e leve a sensibilidade.
O choro é uma redação.
O pranto é um livro.
Os dias passam.
O neurônios se personificam.
Sim.
A identidade satisfatória.
Onde a esperança.
O anseio.
Vibra Vitória.
Sei não.
Sei lá.
Talvez um texto intransigente.
Ou não.
Poesia coerente.
Você.
Eu.
Sabemos.
Vivemos.
Julgamos.
Erramos.
Enfim.
A intransigência é.
Cruel.
Réu.
E quem a propaga.
Paga.
Não recebe.
O conhecer.
O entender.
O aprender.
Eu nada sei.
E desse processo.
É que realmente não me atrevo.
Devagarinho.
Chorando e calado.
Pra não morrer engasgado.
Hoje essa poesia.
Porque alguém dizia.
A intransigência me fez magoado.
Giovane Silva Santos
A escuridão e a vela acesa
(Salmo 41 de Giovane Silva Santos)
Verdadeiramente por este momento.
Do que vejo, sinto e reflito.
Da minha força e fraqueza.
Contigo senhor altíssimo, que busco o consolo de minha aflição.
Vão seria todo clamor se não houvesse sinceridade.
No silêncio da minha mente saltita gritos violentos.
Vejo o inimigo abrindo covas.
Todos os dias tentando sepultar minha fé.
De certo seja eu fraco de entendimento.
Ou por maneira demasiadamente rebelde.
Veja o pai celestial, em nome de Jesus, receba este clamor.
Desde criança percebi que estava diante de uma escuridão.
Percebi também que meus pés trafegavam sobre espinhos.
Minha mente uma brasa acesa que queimava a esperança.
Via sempre diante do caminho uma monstruosa barreira.
Nunca entendia o que isso conotaria durante o percurso de minha vida.
Sim, hoje a escuridão continua viva, mas logo adiante uma vela.
Uma luz acesa, e aquela lâmpada com dizeres necessários.
Cegos são meus olhos e surdo meus ouvidos.
Pois continuo a tropeçar nos caminhos.
Sozinho, não posso, não aguento, não consigo.
Então pela promessa do teu SANTO ESPÍRITO, que chamo.
Tende piedade, sei da tua infinita misericórdia.
Permita que se ajuste esse meu caminho.
Detenha as flechas inimigas.
Sangrando meu coração perplexo continua aos prantos.
Minha mente não assimila teus mistérios.
Repito, tenha misericórdia deste aflito.
A essência de alguns pormenores da vida
Ui, uai, ufa, eita, puts, ora, kkkkk.
Isso, reclamações, dores, suspiros, risos.
O primeiro mês de nascimento uma dívida intensa.
Nasci, cresci, quero prosseguir, a conta aumenta.
Vícios, malícias, desafiados somos a entender, viver.
O que significa a boca que fala.
O que quer dizer o ouvido que o tom embala.
Sim, começa ou continua, ou nasce os sonhos.
Desejos, anseios, viagens da mente, corpo estranho.
Um tanto nostálgico, frenesi sem sentido, tudo medonho.
Já sou experiente aos quinze anos.
Porque já trafeguei no terreno pedregoso.
Sei tudo, sou ousado e desditoso.
Não percebi, acreditei ser o tal gostoso.
Sim, sou eu a juventude.
O sol com sua plenitude.
Que mancha, arranha e machuca.
Porém, quem desprezará a saúde do raio.
O calor impetuoso, do ousar e decidir.
Por cada estrada prosseguir.
Fui, voltei, risos, chorei.
Frio, intenso, apaixonado, sofri, pequei.
Agora na meia idade.
Precavido e meditador.
Sei de tudo, ancião.
Que nada, apenas um sangramento no coração.
A vida começou.
O mundo é uma manobra.
Uma parte na via do sucesso.
Outra retrocesso.
Alguns o saber.
Outros sofrer.
A casa grande é viva.
A senzala ainda chora.
Seria isto.
Ou a casa grande manobra.
A parte do tronco caiu.
Mas o povo.
Cadê.
Sucumbiu.
Não, não, o preâmbulo é mais profundo.
O domínio do mundo.
Povos, nação, população, estado.
Qual aptidão.
Domínio tal.
Que somente o sobrenatural.
Pode frustrar a escala animal irracional.
O homem mau.
Menino, moço, maior idade.
A criação e toda realidade.
Não falei, ou não entendeu.
Procure o dicionário da vida.
Se existe, se podemos ler.
Não sei, sei lá.
Uma cruz, uma bíblia, a alma do homem.
Contraditório, onde há a resposta.
Um alimenta, outra vive, outra consome.
Giovane Silva Santos
Flertando com a reflexão
Se adianta pensar.
Refletir, meditar.
Continuar e não reagir.
Parar ou continuar.
Puts, eu, você.
Nossos embates ferozes.
Quando nosso eu determina.
Viver o que a vida ensina.
Logo uma camada vitoriosa.
Outra parte o próprio eu e você como algozes.
Se o destino nos leva.
Se somos percursores da caminhada.
Tá escrito e decidido cada ato e palavra alçada.
Do que sei e não sei.
Um pouco de cada.
Ou tudo ou nada.
Sim ou não.
Se sabem exatamente.
Se é refletir continuamente.
Aprender constantemente.
Viver e só depois entender.
Do inferno ou do eternamente.
E o hoje, o agora.
A dança das emoções.
O trato social.
A harmonia desejada.
Uma vida espiritual.
Logo confrontada.
Com a bagunça alojada.
O festival de pecados.
O carnaval.
Parar.
Seguir.
Sim ou não.
Sonhar, trabalhar, reagir.
Ou simplesmente fugir desse turbilhão.
Vejo muitos prantos e lagrimas.
O tronco vivo.
A casa grande chicoteando.
Uma modernização falando, ditando.
Se vale a expressão.
O sonho.
A oração.
Arrepender.
Entregar o coração.
Sei não.
O sistema que brinca e se intitula Deus.
Cruel e perverso.
Ou seria minha poesia uma fantasia de dizer o controverso.
Eu não entendo.
Assim mesmo deve ser.
Milhões de cabeças incapazes.
Domada por poucos capatazes.
Uauaua...o dinheiro é o livro de leitura.
O orgulho e vaidade.
Intransigente teor agregado.
Ninguém aceita o mau alojado.
Réu ou vítima.
Todos estamos no tribunal.
Uns pagando menos e outros muito mais.
Depois vem o segundo plano.
Viés astral, espiritual.
Enquanto isso, aqui tudo claro.
Engano e manobra global.
O povo, a terra.
Todos, tudo não escapará.
Atitudes que dão vida, outras mortal.
É a vida, que parece circo ou parque, é mesmo um tribunal.
Giovane Silva Santos
A liberdade coagida
Se tem asas, também tem gaiolas.
Como se entende riquezas, e viver de esmolas.
O pensar, refletir e expressar.
Se devo, se posso, qual o resultar.
Um povo, uma gente, um ciclo.
A natureza do sonhar, da esperança, da frustração e do realizar.
Tudo é possível.
Creio que sim.
Até a inversão dos rios serem abastecidos pelo mar.
O homem capaz, o homem sagaz, o homem capataz.
O rio que não mais viaja o fluxo natural.
O direito de errar, arrepender, consertar.
Real, é real?
Olha, o submundo, a condição global.
A cadeia genealógica das grandes civilizações.
A vida moderna, as grandes transformações.
Sim, a liberdade de cada qual, um, construir a sua vida, a sua condição.
Não, coação, o negro, o pobre, o índio, enfim, a família e a desestruturação.
Natural seria isto, nada muda, nada se constitui, ainda perpetua a escravidão, antes chibatadas, agora pressão, destruindo o equilíbrio e ditando descontrole na emoção.
Tese, antítese, dentro desse contexto, o que digo, pode ser um banal texto.
Uma poesia, um grito escondido com pretexto.
O homem é caçador do semelhante, tão quanto o eu é caçador de mim, um ferindo o outro, e quando eu e você não reagimos, aceitamos e não construímos, também somos escrotos.
Tudo, tenho dito que é desafiador, não é vencer pra ter diploma, mas cada um que não aceite o coma, é capaz sair da redoma, intransigência e ignorância, sim, lavando, passando, cozinhando, o mesmo pedreiro pode ser doutor.
É que a palavra diz, que o povo padece por falta de conhecimento, de fato o arquivo da vida é cheio de informações, talvez não se leia cada página, mas pode se escrever uma linha, fé, esperança, muita, muita e constante perseverança, que a todo momento Deus soa uma música, e o compasso de cada dança, do peso do corpo e da balança, ditará sim, se fomos capazes de absorver o ritmo.
É frenético, regras, o ar inundante, o sol radiante, o banho de praia, o labirinto e porão tudo emaranhado numa situação.
A sociedade diz, democraticamente, coragem em Deus, veemente a ideia do homem é maldita, pois a liberdade do fraco é sempre coagida.
A misericórdia contemplada, e velada no caixão do homem irracional, contraditório ou irrisório essa poesia resume se nessa ferida, a liberdade é coagida.
Giovane Silva Santos
“O homem é prisioneiro da natureza fera, que fere e é auto ferido, prisioneiro da intransigência que não recebe a bela, beleza do bom ouvido, ser livre é subentendido, se a grade é robusta, muito mais forte é quando o ser livre é o livro da vida muito bem entendido.”
Giovane Silva Santos
“O orgulho, poder e dinheiro, é o senhor do submundo da maldição e perdição, onde se tramita a força de toda nação, porém existe a maneira singular da redenção, Jesus como penhor da salvação, sinceramente, nem eu sei o teor do meu caixão.”
Giovane Silva Santos
“A osmose da vida, concentra se nas gerações, acovardada e cheia de enganações, suplantada pelo homem, entendo que haja em mim, em ti, na multidão, compete a viver no padrão, aceitar, calar, morrer não, a criatividade não desperta na população, gritar, despertar, a magia do altar, pulverizar e aderir o evangelho, compele a osmose que provocaria a metamorfose, ufa, viajar no anseio ou frustração, ontem e hoje, o homem moderniza porém não muda, a natureza má em que o amor sepulta, geração, nação, homens algozes da própria construção.”
Giovane Silva Santos
Espírito Santo x Espírito do pranto
Oh!! O sobrenatural é verdade.
Teor da santidade.
Se, se somente seria.
Mudar o estado do brio, do saber.
A identidade do caráter e moral de viver.
Uau que legal, orar, a fé, crente, todos vamos ser, viver.
Meditando aqui, quando o impulso do homem.
O intento profano de alcançar o céu.
Muito além da torre de babel.
Lúcifer operando, a serpente induzindo.
Usando o que o dom supremo do Espírito Santo.
Ciência, tecnologia, a religião, economia.
Diga, diga fiim, o que, como assim.
Ora, ora, um sinal, um gole de cerveja, perder credito social.
Ler a mente, manobrar o que sente, um robô real, violação total.
O mecanismo além do fomento Nano, o que viaja na veia, o olhar digital, a forma marginal, além do imaginar, novo gole da santa ceia.
Oh! Como dói, o corpo de Cristo, o sobrenatural, a grande prisão.
Experimento de vigilância.
Câmera, bomba, míssil, brincadeirinha de criança nas mãos desses artistas.
Indivíduos alvos, tantas e tantos são as manobras.
As fábricas abertas de enfermidades.
Eu sei, eu vivi, senti, não, muito mais além, vivo dentro do trem, no trilho do além.
Além do adormecimento da população.
Espírito Santo simmm.
Espírito do pranto, meu Brasil, 5g, a lua, fibra ótica da Europa a América.
Kkkkkkkk, faz me rir, faiz mim rim.
A tv, o celular, minha mente, meu coração e meu neurônio, viver é perigoso, enganoso, coragem pra viajar.
Eu cá nesse aspecto, prospecto de escrever, não me engano, sei da manobra do homem.
Brasil, a grande prisão, experimento disfarçado, muito mais além do que eu mesmo imagino.
É Cristo, os Judeus a dois mil anos desconfiou, o rejeitou, porque ja sabiam do poder do engano do homem.
Essa cruz precisa falar, a sede que promete matar, a porta que promete abrir, o fruto da árvore da vida, o homem, eu semelhante ao criador.
Outrossim, simplesmente um objeto de fato, ser usado como macaco e rato.
Ser cobaia do laboratório do mundo, um processador humano, o pecado julgado, no tribunal da ciência e tecnologia, não adianta se arrepender, não adianta sonhar?
Parei, sei de nada.
Vida macabra.
Hospital psiquiátrico.
Manicômios.
Inocentes aprisionados.
Nas armadilhas dos homens.
O sobrenatural pra frustrar esses planos.
Giovane Silva Santos
Homem árvore
A vida intrigante.
Uma semente, terra fértil e pronto.
A barriga cheia de casca.
Tronco robusto.
Abdômen desejado onde há escassez.
É que é bonito a buchuda.
Mas sem regar fica moribunda.
O homem e a nudez.
Crescendo precisa de atenção.
Interessante que no meio da selva.
Misturado com a relva.
Na metrópole e multidão.
Desafiada a resistir.
O homem brilha ali.
Também é tentada pelo capital.
O homem derruba a árvore é sucumbida pelo mau.
A árvore humana se corrompe e flerta de forma imoral.
Bem, nem sempre é assim.
Na aridez, no pantanal.
No cerrado, na vida urbana e na rural.
O homem prevalece e resiste a natureza do mau.
Logo, galhos de esperança.
Folhas de milagre.
O homem abandonado.
Também torna se honrado.
Veja.
O fruto doce e enérgico.
Raiz consistente.
Homem gera uma identidade decente.
Talvez não seja a mais robusta e desejada.
Aspecto menosprezada.
O homem transparente.
De uma essência diferente.
É claro que não agradará gregos e troianos.
Alguns maçã e outros abacaxi.
A árvore da vida está sempre a contar os dias.
O homem perspicaz e aberto.
Não contempla intransigência.
Luta pra não toar aparência.
Árvore que a natureza precisa.
Ramificações e suas utilidades.
O homem se identifica.
Quando a bagatela capaz.
Pelo bem, sempre sagaz.
Ainda que os dias consome.
A vida precisa.
Da árvore homem.
Giovane Silva Santos
O horizonte do homem
Uma viagem com paradas diferentes.
Um café na tristeza.
Um lanche na riqueza.
Um almoço saboroso.
Um jantar amargo.
A jornada continua.
Angústias e amarguras.
Alívio e esperança.
Aflições, preocupações, pecados e muitas reclamações.
Flerte constante entre o limiar dos opostos.
Felicidade e muita realização.
Enfim, sim, continua a jornada.
Ora equilíbrio, ora oscilante.
Vai tecendo o homem o seu horizonte.
Singularidade jamais.
Aliás.
Peculiar, impar cada um e cada qual.
Mas as manifestações, as situações são termos do plural.
Homem bom e homem mau.
Homem sereno, homem irracional.
O universo não pode nunca ser geral.
A identidade da semelhança.
A criação diferente o homem domina a confiança.
Homem eclético, em que toda via o toar entra numa enquete.
Quantos juízes, quantos tribunais.
Até parece que não importa.
Aberto as compotas, dos rios correntes.
Aprisionados por elos.
Dado que o essencial é apenas um.
Viver é entender que existe um julgamento singelo.
Enquanto não chega o fim de cada profecia.
Apocalipcamente, diariamente.
Os selos abertos.
As taças, os castiçais.
Subentende superficial.
Mas o juiz é real.
Todos os dias.
São variadas fontes.
Requer cuidado.
Viver é perigoso, é ser desafiado.
Repito, do meu baixo pensar e imaginar.
Daquela oração no monte.
O horizonte do homem.
O homem e seu horizonte.
Giovane Silva Santos
Filosofia literária da vida.
Poderia ser um conto.
Um caso.
O devaneio pronto.
A viagem de um tonto.
Brincadeira de adulto.
Lírico e prosaico.
Romântico.
Uma figura.
Um mosaico.
Não deixa de ser literatura.
O contexto da leitura.
Que também tem fantasia.
Esboço de quem não conhece.
O que verdade tece.
Além do tempo e do dia.
Filosofia, sim, certeza.
A expressão da natureza.
A identidade do homem e do estado.
O sentir e pensar.
Expressar e construir.
A maneira peculiar de ver, receber e reagir.
Um romance entrelinhas.
Do anseio, do entender, compartilhar e viver.
Não é vão essas linhas.
No peito.
De um isolado sujeito.
Estampada uma tardia identidade.
Mesmo percebendo.
Que o medo tece remendos.
É nessas entranhas de palavras lançadas.
Um sonho íntimo e portátil.
Armazenada na esperança da mente.
Vencer a característica volátil.
Dessa mesma mente.
Que sente.
Porém.
Nem mesmo sei esse repentino tardio.
Talvez se a juventude obedecesse, seria diferente.
Nada, claro que não.
Natureza é uma aptidão moldada.
Aliás a personalidade pode ser forjada.
Criar se uma identidade, ainda que sonhada.
O homem é a imagem do ilimitado.
Auto surpreso de um tempo frustrado.
A vida.
Segmento rico, contrito, uma constelação indecifrável.
No meu cantinho, poderia chamar de jornal, campo, futebol, carnaval.
Política, inteligência, uma bolha, um parque variado de conhecimento.
Um contexto amplo não há quem mede, não há quem ...é meça ou mida, partindo de medida. kk
A filosofia é literatura da vida.
Giovane Silva Santos
Revelar me ei coisas ocultas
Arcaico e ancestrais.
Feitiçarias, pragas, invejas, maldição hereditária.
Contendas de famílias.
Bênçãos à nações.
Destruição de outras gerações.
Da sabedoria milenar.
Da constituição moderna.
Teor ímpar e singular.
Sim ou não.
Sei, é vasto o chão.
O menino e o ancião.
O mundo é e tem muito pra contar.
Escala de medidas.
Ondas e frequências.
A lua, Marte e luar.
As artimanhas inimagináveis possíveis.
Ou seria elas previsíveis.
O sagrado livro contém?
Todo revelar.
A besta vem.
A ordem mundial anuncia.
Tudo parece fantasia.
Quão é a ousadia.
O homem querendo triunfar.
Se está escrito.
Talvez não seja esquisito.
Não passará um til do que foi dito.
Profecias.
Deixa pra lá.
Enigmático.
Mundo macabro.
Sofre bocados.
Raiz de geração.
A mistura é tanta.
Todos tem um dedo ou um pezinho.
Na cozinha do vizinho.
Os filhos de Noé.
Curioso tripé.
Enfim.
Pergaminhos.
Agora menos ou além do nano.
Além e muito mesmo do mega.
Muita verdade.
Camuflada.
Ainda cega.
Tá claro e racional.
A sanidade flerta de maneira astuta.
A fé é ou deve ser inteligente.
Ou o escambau e meramente.
Dane- se quem achar maluca.
O fato é que enquanto um rir.
Por confundir muito a cuca.
Depressão, bipolaridade, pânico, esquizofrenia.
Aiai, sei não.
Revelai - me ei as coisas ocultas.
Giovane Silva Santos
Sonhos e pesadelos
Alimentar os sonhos talvez seja pesadelo.
A esperança alimentada.
A verdade revelada.
Alegria ou desespero.
Surpresa ou esperado.
O segredo precisa ser desvendado.
Porém, José não mais vive.
Faraó por sua vez triunfa.
Uai, ué, não entendendo qual é.
É que agora quem precisa da revelação não é faraó.
É uma multidão castigada semelhante a Jó.
Que foi ceifado um tanto que veio ao pó.
Colocado na escuridão.
Espírito maligno?
Processo dos antigos?
Espiritual, tecnologia e ciência.
De onde vem a regência.
Dessa nova escravidão.
De onde vem o canal.
Bits, satélites e tal.
Diabolicamente a força maligna espiritual?
Stalking.
Eu sei, coisa do mal.
Seria do oriente, do deserto, de bem longe ou bem perto, ocidente.
Bom, quem sabe a curiosidade ganha asas.
Cada individuo alvo na prateleira da própria casa.
Desvendará a bagagem do passado.
Ou processo presente.
Sei que José se foi.
Sonhar é mais um ato.
A tecla enter da máquina.
O sinal dispara.
Coagindo, confundindo.
Sabe aquela culpa que lhe oprime desde menino.
É um processo arquitetado persuadindo.
Ferindo.
Crime e desmantelo.
Estão soltos.
Se José morreu.
Sonhar é pesadelo.
Só não menosprezo quem realmente pode revelar.
O sobrenatural.
Que frustra esse mal.
Se tem pressão aqui.
Pra dor sentir.
Que também não fique livre lá.
Computador, chip, robô.
Câmeras, sinais e antenas.
Frequência em ondas pequenas.
Invasão da privacidade.
Quem vai revelar.
Giovane Silva Santos
o devorador.
Assim construiu se o Brasil.
Fala se do índio.
Do negro.
Da mulher massacrada.
Sim, é verdade.
Um teor.
Nas embarcações, das grandes civilizações.
Jesuítas, uma ideia de amor.
A troca começou.
A morte, a cana pelo homem.
O negro, trato bicho, animal.
Uau, escambo do mau.
Descobriu Brasil, uma linda árvore.
O tronco frondoso, o pau.
Pau Brasil.
O olhar dos gafanhotos, arregalou, abriu.
As flechas dos quatro cantos, começou, feriu.
O migrador, cortador, enganador, devorador.
Tentou, ainda tenta.
É que ainda de pé aguenta.
Brasil, por Deus suplantado o amor.
Gafanhotos cortando galhos e folhas, o tronco e frutos, ainda que resiste, a pureza ceifou.
Sabe, também sinto parte dessa árvore.
Brasil, que infelizmente atraiu o ódio.
Sim, a inveja, o orgulho, o preconceito, o homem má e seu trejeito.
Parece que desde o nascituro.
O anseio nada vale.
Recai se todos males.
Uma gama se fazendo.
Os gafanhotos tecendo.
A orquestra da destruição.
Dos meus 43 anos.
Cansado pelos danos.
Percebe se e continua sonhando.
Confrontando.
Essa é boa, essa evolução.
Os gafanhotos controlando a nação.
Sinceramente.
Não se trata nem tanto do material.
Ceifa o intento do pensamento.
O campo religioso.
Sabedoria ou enganoso.
Políticos, inteligência.
Poder oculto, a força oculta.
O homem praticador.
Da justiça carnal.
O tribunal do laboratório.
Que acham da trilogia?
Bem ou mal.
Quem está sendo julgado.
Os gafanhotos ou o pau Brasil.
Tá claro ou não.
Bem e mal.
Inocente e culpado.
Porque o pecado goza.
O perdão é julgado e condenado.
Giovane Silva Santos
"A vida do homem carnal está inserida numa grande programação enganosa, as famílias vendem a alma, desmama o filho, mata pai e mãe, entrega se irmão no covil de satanás e conquista covardemente a morada no inferno,
Giovane Silva Santos
