Aurora
"Eu" Poderia até morrer depois da Nossa aurora
mais seria um desperdício pra ti não ver um sorriso meu ao acordar.
Sentiria-se a Rosa mais Morta mesmo estando com o Vermelho mais vivo,
e iria Lamentar-se de uma manhã Escura mesmo com a Forte luz De raio solar , porque sua Estrela durante o dia só é vista com o Brilho do meu Rosto.
Viveria-se sua Primavera sem Frutos, com flores Murchas e sem cor,. em fim seria o dia mais triste de Todos em seu Contentamento de paz,. Eu só queria que Nessas horas Lembra-se das Coisas Boas que Fiz a Você e se pudesse lhe Pediria para Guarda todos aqueles Momentos únicos em Nossa memória, Que Ficaste Ciente que tudo que amei nunca superou Você! Que foi Você A única Capaz de me ter por inteiro, Peço também que carregue a Lembrança De ser a dona privilegiada de todo o meu Amor. Quero acordar Todos os dias do seu Lado e fazer deles Inesquecíveis Porque A Vida é Só uma
Aurora
O tempo não passou
A vida não parou
Um vórtice vertiginoso
Na vida um momento
Moléculas,partículas,fragmentos
Quatro ventos que eros soprou
Na direção do teu corpo
Solenemente no cortejo
Em que os anjos em coro
Se libavam
Suas belas formas formaram
A formação do amanhecer que
Um dia tem de belo pra oferecer
Como o nascer, do sol que nasce por hora,
com a raiar da lua em tão formosa aurora,
natureza bela e exuberante que aflora,
vida nova esperada a partir de agora.
Sonhar com o amanha me assanha,
explorar, acreditar, viver esse sentimento,
faz-me lutar por algo e superar montanhas,
para viver e acreditar no momento.
Tu és a vida em minha vida, o tudo de meu tudo,
supero a cada dia o mau da saudade,
que se aproveita da distância deste mundo,
lutando contra a minha ansiedade.
No entanto, a partir deste momento,
nossas vidas se unem para sempre,
à juntar nossos sentimentos,
que tudo de bom em nossa vida entre.
A parti de agora,
minha vida se transforma,
a dedicação a ti agora,
aumentará de uma forma,
onde o que mais quero agora,
independente da forma,
é viver para sempre com você,
o coração que transforma,
justamente a partir de agora!
Aurora
(Rayme Soares)
Desejar-te desde a aurora
Não me quietou, não me calou
Adormecia o que hoje aflora
E agora é parte do que sou
Parte do que sou
Solta os cabelos e me acolhe
Menina terra cultivou
O chão da raça que me chama
Raízes fortes que cravou
Pegou meu coração
Hoje falo quando calo
Minha boa em ti cessou
Quando lá na roça é noite
A manhã já levantou
"Indimensionável", infinito
Aquele espaço aqui e lá
Cara linda vem comigo
Todo sempre namorar
O vento corta os meus cabelos,
E estou aqui a murmurar,
Palavras de alentamento,
De uma aurora que irá chegar;
Mas, palavras, quê são palavras?
E eu me entrego sem cessar,
Às torrentes cristalinas,
Do meu profundo pensar.
O quê dizer então,
Palavras assim como vêm, vão
E só se saem do coração
Perpassam toda a ilusão...
Mas se pairam na superfície,
De um rio poluído às escusas,
Sem provir de águas profundas,
Não deixam nada senão,
Que um punhado de desilusão...
Aurora
provoca claridade harmônica
precede o nascer do sol
instiga
levanta-se pela aurora
encanta
música para começar
a aurora da vida
o nascente
também do poente
fulô da aurora
fenômeno sonoro iluminado
cor de rosa
de laranja
arco e iato de luz
que brilha no espaço
cultural popular contemporânea
“Por um momento acreditei na felicidade da aurora, na beleza da aquarela, na virtude feminina, no equilíbrio da juventude e, e acordei frustrado.”
Giovane Silva Santos
És como uma pétala de flor, e de seu mel, transbordas todo gosto; toda n'alva e toda aurora passam por ti, pois és tudo para este miserável eu.
Na aurora lirida da vida
me substimei e busquei no ocaso do tempo
respostas que nunca vieram
e num ato infrutifero
sem noção busquei a fronte de alguem que pudesse me explicar
Eternidade
No arrebol da poesia
entre o ocaso e a aurora
No coração do firmamento
espetáculo divino!
O sol cansado oculta- se
envolvido pelo manto da noite
dando lugar à lua e as estrelas.
Depois da noite, sublime alvorada.
O sol descortina-se e acorda a vida
Celebração de um novo dia!
Raios austrais de luz e cor
tapete vermelho em cima do mar
que alonga- se no horizonte.
Da tinta escorrem lágrimas
em forma de palavras
do mar se faz sol.
da vida, eternidade!
“Na aurora boreal de 2020, o mundo transformou-se num grande hospício. Estamos cometendo grave injustiça, mantendo pessoas em nosocômios psiquiátricos. Aqueles `loucos`, na verdade, estão com a higidez mental melhor do que a nossa. São seres sensitivos que enxergaram a realidade, enquanto nós, nos mantemos presos no negacionismo. “
Impossível ficarmos indiferente diante da aurora boreal, onde esta se acende como um sol á noite, propiciando mais um dos espetáculos inigualáveis da natureza.
Depois desta visão, principalmente se visto pela primeira vez, com certeza nossos conceitos sobre a grandeza Divina
passa a ser mais robusta.
E este fenômeno, como muitos outros, pelo mundo a fora, só poderia nos inspirar a catalogar tais sinais como parte daquilo que Ele quer nos mostrar, como que nos apresentando a imensidão de Sua criação para nosso deleite.
(Teorilang)
A menina selvagem veio da aurora
acompanhada de pássaros,
estrelas-marinhas
e seixos.
Traz uma tinta de magnólia escorrida
nas faces.
Seus cabelos, molhados de orvalho e
tocados de musgo,
cascateiam brincando
com o vento.
A menina selvagem carrega punhados
de renda,
sacode soltas espumas.
Alimenta peixes ariscos e renitentes papagaios.
E há de relance, no seu riso,
gume de aço e polpa de amora.
Reis Magos, é tempo!
Oferecei bosques, várzeas e campos
à menina selvagem:
ela veio atrás das libélulas.
AURORA NO CERRADO (soneto)
Admirar-te enlevado na tua hora
És parida no horizonte do cerrado
És tu oh virginal e formosa aurora
Silenciosa no céu titã e encarnado
Entre nuvens forasteiras, senhora
Alavam-me pensamentos tão alado
Na áurea nascente que me aflora
Anuindo devaneio pro encantado
Num arpejo de harpa por ti sonora
Aos olhos, num observar alumiado
Surgis em glórias e sem penhora
E a emoção neste plural batizado
Saúda, pois ufanar lhe é anáfora
No teu fulgor angelical pavonado
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
2017, 17/05, 04'35"
Cerrado goiano
Amanhece o cerrado goiano
Ah! Aurora no cerrado em sonata
Põe-se a sonorizar o amanhecer
Em doce tilintar em ouro e prata
Num delíquio de ventura e prazer
Bendito és este despertar de cores
Vai-se os devaneios nesta explosão
Mil "bravos “ressoam nos arredores
Em trínula volata pela pasma visão
Amanhece o cerrado goiano. Esplêndida canção!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Março de 2016, 05'42" - Cerrado goiano
Aurora
Aurora singular refugia-se na mata sombria
Em meio a flores mortas, apenas nela a luz cintila
O sol relutante neste lugar negou-se renascer
Sabia que era meu dever aparecer
Que mal tem fugir da escuridão?
Verdade profunda ali habitava
Coração em meu peito gritava
Porém era meu o dever de aparecer
Oh, Aurora, fique aí!
Me dê mais uma chance
E te alcançarei
Se nesta mata ainda há vida
Ressurgirá comigo em teu canto
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