Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
foram nobres e tão sinceros os sentimentos q eu nutria por ti, q até me espantei ao descuidar dos meus próprios dessabores, travei com manias, tolas feições q importavam muito para mim, aglutinei ideias, estava posto o jogo...
ENQUANTO O SOL BRILHAR,
EU VOU CONTINUAR.
EU NÃO DESISTIREI.
EU SEGUIREI ATÉ O FIM.
MEU LEMA É VENCER.
MESMO QUE HAJA DOR,
MINHA MISSÃO IREI
CUMPRIR AQUI.
SEM DESISTIR,
EU VOU SEGUIR.
NÃO HÁ TEMPO PARA DEIXAR O MEDO AFRONTAR.
NÃO HÁ BRECHA PARA DEIXAR A DOR SANGRAR.
EU VOU VENCER.
A poesia não morre
Nas veias do poeta, corre
Revirando o sangue até à mente
Que traz passados ao presente.
Nada o que fazemos podemos conquistar o favor de Deus. Até mesmo as nossas intenções estão carregadas de pecados.
Nunca soube o porque do meu sono não gostar das tardes noites,até que certa vez percebi que meu pensamento acordava de madrugada.
A primeira pessoa a apresentar sua causa sempre parece ter razão, até que outra pessoa venha à frente e defenda sua tese.
(Provérbios 18:17)
Nunca desista de seus sonhos.
Muitos obstáculos e desafios teremos que passar até chegarmos ao lugar que almejamos.
Serão tribulações, frustrações e decepções que teremos que superar.
Teremos que usar novas estratégias e ferramentas para alcançarmos a vitória.
Se cairmos, temos que levantar; Se falharmos, temos que tentar mais uma vez e assim em diante.
Nunca desista, insista e persista em ser feliz
"A pessoa pode até ser linda, mas se não faz jus em ser quem verdadeiramente és, não vale a pena conhecê-la."
SEGREDO DAS FOLHAS EM BRANCO
Nas folhas em branco há sempre algo escondido
Parece até que guardam segredos
Uma poesia
Um conto
Uma prosa
Às vezes até uma carta de amor
Em outras uma despedia
Gosto das folhas em branco
Acho que elas imitam a vida.
Elis Barroso
Por enquanto, você deve jogar como espectador, até que você possa mostrar que é você quem deveria estar atuando como jogador número um
Dias quentes e noites frias,
Até parece que o universo é a própria escola dos sentimentos,que quando não estão intensos,arrepia a alma encontrando-se tênue.
E se eu andasse até aquele morro onde tem aquelas árvores para ver o que tem lá, e levantasse aquela pedra? Quantas vidas já pisaram ali, o que tem atrás daquela rua, embaixo do banco daquela igreja... quem fez aquele banco de madeira que está na praça? E agora quantos dormem, correm, cantam? Sinto uma curiosidade de andar pelos lugares, de fazer a curva daquele caminho de terra. Quando fui pra Argentina me enchia o coração imaginar aquelas casas com pessoas falando uma outra língua por corredores que ligavam salas e banheiros que nunca vi. E quem fez aquelas paredes? Fotos em preto e branco, já olhou fixo para os olhos de pessoas que já não vivem mais? Ouvi dizer que o sangue das obras dela é para mostrar a vida por trás, por dentro das obras. Quantas vidas ficaram naquela ponte no meio do mar? Mas esse texto não é para falar disso. Era mais pra pensar que tem caminhos que não andamos nunca e que são nossos, e que guardam segredos, situações, pessoas... muitas pessoas. O mundo é nosso. Os filhos que choram são todos nossos. Quem mora naquela casa por onde passei por tantos anos sem olhar para dentro? O que tem naquelas ruas lá embaixo que nunca fui? E para além daquele portão, quantas vidas? Disseram que o ar é cheio de vida e morte. Mas esse texto não fala disso. O que diria alguém lá na neve sobre os meus escritos? E se eu lesse com a minha língua o que sentiria a menina que imagino agora sentada na noite da neve com seu casaco vermelho? Tem alguém dormindo agora naquelas casas de neve? Tirando um cochilo depois do almoço? Quanta vida precisaria para conhecer todos os lugares e pessoas? E aqui onde deito, na terra onde está minha casa, quantas vidas pisaram, passaram em todos esses milhões de anos? Que plantas, animais, sons? Quanta vida há e houve e haverá? Será que é esse o sangue das paredes nas obras dela? Olhei para o fogo esses dias e fiquei pensando como queima a lenha. E então falamos sobre quando viram o fogo pela primeira vez; acho que não teve...
Meu amor pela internet,
Confesso que as vezes dá vontade de sair e apagar tudo de vez. Até porque existe essa possibilidade. Ninguém é “obrigado a nada, a nada”. E engraçado que quem espanta são os reclamões. Aqueles que fazem post de que estão fazendo limpa no Face, como se ter alguém em alguma página fosse algo valioso. Aqueles que não gostam de Pabllo Vittar. Aqueles que reclamam de bafo de alguém, que você não sabe quem é, do cheiro de suor que alguém cravou a cara na axila no metrô. Dos que não gostam de BBB. Quem se importa? Afinal, é só sair, ler livro, ler, igual ficam lendo aqui. São as próprias pessoas que reclamam da internet que fazem o espaço ficar chato.
O fato é que é muito legal por aqui. Tem muita gente legal, textos legais, raciocínios, fotos, pinturas, músicas que alguém tocou agora do outro lado do mundo e acabou de sair pelo seu computador. Tem como ler Shakespeare ali no Google, como saber da Síria em alguma página por aqui, tem como ocultar histórias de quem você não gosta dos posts ou não combina com você, tem como favoritar seus amigos preferidos, aquelas pessoas que escrevem pro seu coração. Tem como ler algo que vai mudar sua forma de pensar para sempre. Afinal, tem muuuita gente legal por aí, e muitas delas estão por aqui. Muita gente pensando, escrevendo, pintando, fotografando, criando, ajudando gente, limpando natureza, tentando fazer peça de teatro, cantando, mostrando a voz, a cara, a educação que teve de pai, de mãe, de pais, de mães, de escolas, de vida.
Quando alguém estiver olhando para um celular enquanto você fala, pode ser que este alguém esteja lendo um poema, enquanto você reclama de algo, da falta de contato entre as pessoas.
Fazer poesia
Urge porque ora ardem. Ardem até serem escritas. Palavras entoam ardidas, tal como Sol do verão.
Há também as que amassam, sem ardor, queimação. Palavras apertadas, tal como nó na gravata. Sufocam, só desafroxam escritas no punho, à mão.
Mas há palavras que urgem sem tocar no coração. Juntas porque rimadas. Repetem tão ensaiadas, tal modinha de verão.
Rimas pobres, outras ricas. Carimbam, viram canção.
Urgem de tal maneira, habitam a cabeceira. As levo por todo instante, praga, saga e refrão. Me rendo, registro a rima.
De fato, nenhuma obra prima. Jamais tive tal pretensão. Mas rima virou poesia, singela, bela guria, quanta gente sonharia alçar tão posição.. Plenitude alcançada, rima ousou ser poema. Ousar ser poema e bom.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de alegria para inspirar e tornar o seu dia mais feliz
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases de aniversário para dar os parabéns (e tornar o dia mais feliz)
- Frases de desprezo para quem não merece mais a sua atenção
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
