Assustado
Quem não tenho sonhos,esperanças vive agarrado ao medo de viver e assustado com seus próprios pensamentos isto leva depressão.
Tão forte quanto um trovão e tão estrondoso quão
Acordo assustado todo ensopado
Aonde estou?
Respiração ofegante não vejo nada adiante
Chuva de relampagos claream nessa escuridão
Medo ou desorientação?!
Pingos rasgam a pele lama me prendem ao chão
Raios cortam o céu e desenham a imensidão
Tão lindo mas tão cruel
Assustado totalmente apavorado em busca de abrigo no meio de um alambrado
Corro o mais rapido que posso mas é como se marchace
E uma âncora eu puxasse
Depois de um tempo o medo se vai
A chuva não machuca mais
Pareço acostumar me com isso
O frio no escuro escondido como se isso fizesse parte de mim
Saio desconfiado do meu suposto abrigo
A chuva cortante é só um chuvisco
De baixo de um temporal o grave vindo do céu já me parece normal
Chuva de relampagos iluminam meu caminho
De olhos fechados já sinto que posso abri -los
O dia tá lindo
"Não me olhe com olhar de assustado, não me desbravar com desdenho..
Siga suas regras da melhor forma possível, mais acima de tudo não me bloqueie com respostas evasivas, não pense que crio expectativas com você, se com ti falo é pelo simples fato de te conhecer e bater papo apenas, não te assusta com memorias antigas, pois essas são as melhores, são o alicerce para que possamos conversar, não é bem lembrar o passado, mais sim reviver algo.."
O meu coração estar meio assustado e ao mesmo tempo machucado um por estar sem você, e o outro por estar com outro você, não sei bem o que pensar o que sentir e o que falar, ando um pouco distraída com a alma enfraquecida e com a eterna falta do que falar, ando com a vida sem sentido com meu coração ferido com medo de me entregar, sei que você ainda não sabe o que quer mas, o meu coração insisti em te chamar, não entendo esse meus conflitos esse meu coração ferido, com e essa eterna falta do que falar, penso em desistir de tudo e para um lugar a onde nunca ouvir falar, eu tento não ser tão bom e não tão mau, mas a vida me ensina que se não tiver os dois a vida pode parar, então sento e reflito e não sei o que pensar.
Somos tão íntimos!
Somos tão próximos!
Somos tão parecidos!
Mas não fique assustado,eu tenho a resposta!
É por que somos amigos!
#Irmãos!
Relógio
Amanheceu,despertar rápido e assustado
Olhe para mim, está atrasado...
Corra, depressa, não tem muito tempo
Há muito que se perder pra você a cada minuto
Desperdício em moedas...
Ainda bem que deu tempo
Dia estressante, mas, produtivo..
Nenhum tostão perdido...
Olhe para mim de novo
Está tarde, hora de voltar.
Retorno exaustante e demorado
Enfim cheguei...
Não ha muito tempo...tem que descansar
Amanhã fará tudo outra vez...
Olhe mais uma vez para mim
Não esqueceu de nada?
Antes de sair sentou-se a mesa e aproveitou a presença dos seus?
Beijou, deu bom dia e abraçou quem te ama?
Prestou a atenção na paisagem no caminho por onde passou?
Ligou para alguem querido que estava precisando de você?
Esteve ansioso em chegar em casa para passar mais tempo com aqueles que esperaram por ti o dia inteiro?
Se não fez nada disso
Você perdeu muito mais do que qualquer valor em moedas que poderia contar.
Olhe apenas mais essa vez para mim...
Não perca tempo, e não se perca na vida.
Tempo não é dinheiro, tempo é ter tempo para viver.
Magda Medeiros
No pain, no gain
Te encontrei quando cheguei
Mas você não era minha
Assustado, estrebuchei
Sem saber logo o que vinha
Não demorou até que alguém
lhe apresentasse enfim a mim
Quer saber, nem lembro bem
se falou grego ou latim
Desde então, vira e mexe
Não importa onde esteja,
Você sempre aparece
Como taça na bandeja
Por uma noite apenas
Ou por dias a fio
Umas vezes, só acenas
Outras, pareces no cio
Vai chegando devagar
Como quem nada pretende
Cá estou a ofegar...
Quem me ouve não entende
Tudo fica tão intenso
Nem respeita minha pressa
Mesmo frágil, sempre penso
Quem tão ágil que lhe impeça?
Sempre me tira do sério
Faz-me suar e até gemer
Dos meus lábios, impropérios
Sem juízo, sem querer
Em busca de alívio
Xingo, uivo, esperneio
Não lhe quero em meu convívio
Nem mesmo que a passeio
Pra perdê-la de uma vez
Hei de perder meus sentidos
Sem a minha lucidez
Meus botões são iludidos
Fora isso, só um jeito
Livrar-me do que lhe provoca
Assim sendo, dito e feito
Ou ser comida de minhoca
Certas vezes você vem
muito bem acompanhada
mas humilde, fica aquém
sua presença é ofuscada
Tô pra ver quem lhe detém
Quem lhe ganha na jogada
Sim, já sei: No pain, no gain!
Indolor é fazer nada
Cê dedura o que há escondido
Que me devora sem alarde
Não sei nem o que teria sido
Se me contasse bem mais tarde
Sinto ter lhe desprezado
Não ter lhe dado ouvido
De quanta coisa fui poupado
Sem nem ter me apercebido
Que ingrato sei que fui,
toda vez que me atingiu
Pois sensato é quem conclui:
Coisa pior de mim fugiu
Não me julgue por ciumento
Mas detesto lhe ver com alguém
Ao ouvir o seu justo lamento
Por respeito minha voz se detém
O que pra mim é insuportável
É ser a causa de você estar ali
Por mais que incomparável
Seja a alegria ainda por vir.
Posso até lhe suportar
Com você ir mais além
Mas me recuso lhe causar
Nem por mal, nem para o bem
A ferida
Lá vem o meu cachorro!
Não entendo por que parece assustado...
Toco-lhe as costas,
Minha mão se suja de sangue!
Meu cãozinho quer colo!
Está ferido! Mas, onde?! Abraço-lhe!
Não paro de ver sangue
Desespero-me! Mas ele nem chora!
Onde está seu ferimento?!
Todo o meu braço já está vermelho!
Sento para procurar. Não acho a ferida!
De repente sinto fraqueza,
A minha vista se embaça e desmaio...
Summer Bittencourt
Menino De Rua
Cai a fruta
No pé do moleque
Ele todo assustado
Já corre pra gruta
E lá faz seu ninho
Com medo que seu vizinho
Seja algum recruta
E te obriga depois
Á cobrir o cheque
Ganha a rua
O menino sem dono
Vivendo de migalhas
Muitas vezes crua
Em total e cruel abandono
Morando em barracos
Cobertos de palhas
Hoje menino bom
Amanhã é marginal
Porque camuflaram o seu dom
E não trataram ele por igual
A sociedade escondeu
As oportunidades
E só mostraram á ele
O caos nos becos
Das grandes cidades
O menino já nasce assustado
Com medo do seu futuro
Ser o mesmo daquele
Que por aqui tem passado
Tão cheio de rupturas
Que por vezes tem marcado
A vida e o destino
De muitas criaturas.
Eu te vi de novo
Num sorriso sincero
Aquele abraço apertado
O jeito manhoso e assustado
Te vi de relance
Naquela morena linda
Com cachos ao vento
E sorriso tão tímido
Aqueceu meu coração
Feito abraço forte, edredom
Nem precisou sorrir pra mim
Cativou minha emoção
Mas Amor, espere um pouco
Sinto sua falta e te quero todo
Agora só não é o tempo certo
Venha mais tarde em outra hora
Por favor, não vá embora
Estou aqui dentro, você aí fora
Quando tiver a casa em ordem
Só um minuto que abro a porta.
ENCANTADO ASSUSTADO
As pessoas me encantam..
Tanto quanto me espanta.
Atino: São seres humanos!
Surpreendentes, instáveis...
Não se pode contar nos contos.
Como as crianças me assustam;
Encantam-me enquanto crescem.
Crescem do dia para a noite...
Crescem na cabeça, na mente,
Crescem no corpo, físico.
E observam tudo e mexem...
O ser humano encanta...
Assusta a gente, que é gente
Ontem, hoje e sempre.
Tenho minha maneira própria de morrer.
Depois acordo assustado
e volto a espalhar meu canto.
Meu canto.
O canto é meu.
É meu esse canto!
Um jacu entrou na minha casa
Pobre jacu,
Assustado gritava como alma condenada
Via ali o seu trágico fim
Perdido, não encontra a saída que existia
Grande, indicando a liberdade
Mas o bicho desesperado não percebia
Até que,
Atirando-se como se suicida fosse
Rompe asas nivelando o voo,
Veloz e retesado
Rompendo os fios da cerca do jardim
E,
"Salvo por um triz"
Deve ter pensado.
"Depois de alguns minutos fazendo um teste de visão, um médico assustado pergunta para o seu paciente: Você acertou todas as letras que apontei mesmo nas distâncias mais improváveis para o teste, como fez isso? Resposta: Simples, eu trabalho na gráfica que confecciona o seu letreiro. Moral da história: Avalia-se melhor a capacidade de uma pessoa quando a mesma desconhece o seu obstáculo".
Da aparência, um disfarce que esconde tudo;
Quem somos diz a aparência, assustado fica o interior
E até mesmo um boa noite pode ser indesejado ao desprovido da educação;
Sentado sobre elogios em pé não lhe ergue a mão.
