Assusta Amor
A realidade por vezes assusta o ser da gente, nos faz temer do futuro.. Por vezes somos enganados por nós mesmo, nesse mundo de loucos, e por vezes por causa do que se é dito o que se é pensado as pessoas pensam que estamos em estado profundo de tristeza, mal sabendo elas que a alegria nem sempre são de palavras, mais sim de atitudes, quando escrevo palavras de tristeza é porque é apenas o meu jeito de se expressar, mais isso não quer dizer que eu esteja assim, pois guardamos na mala coisas passadas, fingindo-se ser um "poeta", penso comigo, penso consigo, penso por mim, por você e penso por ela, penso por nós e penso por todos.
Sinto falta da época em que me assustava com pesadelos. Hoje em dia o que me assusta é a própria realidade.
"Não são os cálculos matemáticos que assustam, que assusta é a preguiça que o ser humano tem de raciocinar, por isso o mundo anda assim, tão ignorante."
A veracidade de como tudo acontece as vezes me assusta
A vida, o percorrer sobre ela e a Morte
É tudo tão rápido e tão demorado
As vezes o melhor a ser feito é não fazer Nada
Simplesmente caminhar e deixar com que a vida se encarregue do resto.
Prelúdio
A sincronia dos meus sonetos é perturbadora
Sonolenta
Me assusta em sua ânsia de afligir-se pelo inusitado
Na busca incansável pelo NOVO?!
O Neo é mero suplício ao engano
Redundância nata ao insucesso
Alívio efervescente ao tempo, intempestivo.
Talento para dissipar-se no intervalo lúcido de um desabafo
Ainda que se desloque
Enlouquece no passado estático, impávido de retrocesso.
A empáfia da mesmice forja novos (?!) dilemas
Ainda que teatral, a realidade emerge
Nos mesmos vultos de insanidade
Outrora decrépitos, que transformam-se em re-formas
Ainda que deformadas pelo conforto de suas escolhas
Estas são obrigações.
Dicotomia pré-estabelecida pela neura de não sucumbir ao conveniente .
Não há o que surgir
Nada além de prefixos fixados sob a farsa da diferenciação.
A exceção é o caos humano.
Nada sou além de funestos repetecos,
Com variantes aqui e acolá,
Temperados pelo equívoco do ser eu
O NEO EU
NEM EU,
NEM NINGUÉM,
É capaz de remover as sombras de tantos outros,
Hora envoltos em mantos de passividade e demência.
A genética previne-nos do engano
“Quem sai aos seus não degenera”
Nem gera
Apenas abriga uma nova seqüência de desejos esgoelados
Por velhos hábitos de festa.
Deformado pelas frestas da hereditariedade
Ergue-se um país, um conceito, uma fábula.
É bem verdade
Não há novidade, nem mesmo na idade
A bula da vaidade, diz “validade”, na invalidez.
Ainda que se desloquem
Repetem-se de três em três... Segundos?!
Enlouquecem os números
Seqüenciados, seqüelados pelo previsível
Quem inventará o inventável?
Eis o inevitável ideograma de coexistir,
À imagem, semelhança e discrepância de sobreviver à rotina
À rotina de ser o que se é,
Em si.
Muitos espíritos que a luta assusta parecem dispostos cada vez mais a deixar o socialismo se desenvolver. Não podendo ver além do horizonte que os rodeia, não se dão conta do que está do outro lado. Porém, o que está além é ameaçador e terrível. Se querem ainda sobreviver, os povos latinos não devem mais arriscar experiências, nem revoluções. Novas necessidades econômicas estão em vias de tumultuar as condições de existência das nações e logo não haverá mais lugar para os povos muito fracos. Porém a fraqueza da maior parte dos povos latinos irá proximamente atingir o limite extremo, abaixo do qual não há mais recuperação possível. Não é se embriagando com frases brilhantes, que se impedirá as coisas de serem o que são. A era da cavalaria, dos sentimentos heróicos e soberbos, da dialética engenhosa, está morta há muito tempo. Realidades implacáveis nos cercam cada vez mais e sobre essas realidades os discursos mais sutis, os ditirambos mais sonoros sobre o direito e a justiça têm tanto efeito quanto tinham as varas de Xerxes sobre o mar, que ele mandou espancar, em punição por ter destruído seus navios.
Se você se assusta com tudo que eu falo, fico aqui imaginando como você ficaria de descobrisse tudo que eu penso!
Hoje tenho cheiro de liberdade,liberdade não sou mas só o cheiro me agrada e me assusta, me sinto como um passarinho de cativeiro com asas para voar mas medo de sobrevoar e ser decepcionado la fora.
você é covarde eu sou medroso, você tem medo eu tenho pavor, você se assusta facilmente eu vivo apavorado, você não me ama eu não amo ninguém, você Mente eu modifico a verdade, você é arrogante eu sou prepotente, Etc.... viu como passamos a vida falando do mau lavado.
E sem medo algum, pulei do ultimo andar, de cabeça,e o chão não me assusta. O que eu gosto mesmo é esse vento no cabelo, o frio na barriga e a sensaçao de liberdade.
Mulher quando fica carente, briga, xinga, esculhamba, bebe, chora, grita, faz o diabo. Chega assusta! É uma confusão, uma fúria de sensações apenas pra retratar um momento. Agora o homem quando fica carente, vixe! Parece criança com fome. Se entrega logo.
Nuvens paradas me assusta,
faz-me ver quanto a vida
é tão densa.
Existe dois tipos de nuvens
as que desejam uma brisa
preferem ser prisioneiras
do tempo.
Existe as que querem uma ventania,
anseiam conhecer o mundo.
Serão breves,
leves como o vento,
depois serão o vento.
Não, nunca ame pouco
o amor foi feito pra muito.
