Assim sou eu Menina Mulher Deusa Menia
Sorrio muito porque sou feliz, palhaços são aqueles que todos os dias ganham uma nova oportunidade de serem felizes e ainda assim reprimem um sorriso.
Sou guerreiro, pescador, tiro onda de Doutor. Nas estradas sem saída, ainda encontro amor. Poeta, escritor, jogo bola sou ator nas novelas desta vida repugno a dor.
Trecho da música: Diversidade
Amores
Não sou de amores vulgares
E nem de amores sérios.
Não sou das certezas no amor
E muito menos desprezo as incertezas.
Não sou de não olhar pra amar
E também fecho os olhos,
Quando o amor me queira entrar.
Não corro risco no amor,
Tão pouco quero segurança;
Uso-me apenas do verbo amar.
Sou de amores sérios
Quando dos vulgares amores,
Sentimentos sabem tão bem decifrar.
Sinto-me forte como nunca me senti
Sei que sou capaz de enfrentar as grandes
ondas da minha vida
Tempestades e furacões,já não me assustam
Minha coragem é bastante para conseguir
enfrentar ,pois Deus está comigo
em qualquer lugar.
3/9/15
Sem preocupações com métrica, rima e ritmo...
vou rabiscando minhas linhas.
Não sou escritor, nem poeta.
Meu compromisso é com o que sinto,
apenas isso.........
Agradeço aos irmãos que a vida me proporcionou, pois se hoje me tornei quem sou, é porque sempre tive ao meu lado estes grandes companheiros de jornada, de alma leve, de coração aberto.
Não faça de mim
Tua salvação.
Sou apenas mais um
na multidão
a garimpar
e a compartilhar
a ideia de que mais
vale apena
sofrer pela verdade
do que se ter
a ilusão como porta
de preservação.
7/9/15
"Sou desses românticos a flor da pele que se assemelha a uma rosa fechada cheia de espinhos. Basta um bom adubo de sentimentos, umas regadas de afetividade, que eu, transbordarei amor."
SOU UM CIDADÃO DO MUNDO
Amo gente,
não importa a região,
muito menos a condição.
Não classifico,
amo de paixão.
Tenho todos os sentimentos
que você tem.
Sou igual,
sou completamente igual.
Olho direto no olho.
Não importa a descendência,
nem o medalhão que carrega.
Não sou, apenas estou.
Nada me pertence,
Apenas desfruto.
Não há lamentos
e sim encantamentos.
Não há perdas,
mas complementos
e deslocamentos.
Não sou daqui
Nem dali.
Não sou negro,
nem indígena,
muito menos pardo.
Sou apenas
um cidadão do mundo.
Sou do universo,
assim como também,
o universo é de mim.
(Poema do Livro ALinha-te)
Sou um livro, mas nem todo alfabetizado consegue ler, e se souberem têm de o interpretar, pois os textos nele escrito realça sutileza. Sou visível, mas nem todos que têm a visão pode me enxergar, mas aquele que tiver vontade verá.
sou gato velho criado na telha, caço no mato, durmo verdejando o cintilar para alimentar o meu palpitar.
Traçados encomendados
... Sou serenado como a noite, acalmado como uma vastidão,
entre o barro, berro ao inconsciente,
entusiasmado com a chuva, faço choros, pura purpúrea,
essa risonha e triste... rosa que ao sangue corteja...
... Sempre alegrias terão; meio lamúria, lonjuras e desatenta,
entre as breves mágoas, furor fura pingo d'água,
parafuso de lembranças, dum rosquear memória,
essa calmaria em minhas ventas, mor velar-me-á...
... Atentada respiração... faz morrer vista turva, fria, cristalina,
morena, jaz... mui semelhante, dia - radia anteontem,
nos montes voz dos presságios, dessa pálida avenida,
campos choram, nós expostos, dura vida vegetativa...
Mais para não perder o costume...rs..Sou seu, quero te ver dançando, e bailar ao seu lado, e quando o dia amanhecer, saber que fui seu amado, porque tive meu jambo por completo, Com muitos olhares e frases de carinho, mas não negarei, fui ao apogeu ao ser cavalgado.
Quando surge o alvinegro imponente
Sou Santos Futebol Clube desde que me conheço por gente. Talvez isso explique meu espírito velho. Ou meu espírito velho explique o Santos, quem sabe? Só fui vê-lo campeão em 2002, aos doze anos de idade. Antes disso, ouvia a chacota e a humilhação dos meus amiguinhos da escola e do bairro com a obstinação dos iluminados, como se algo me dissesse que aquela dor teria um fim. Agora penso: deve ser a mesma obstinação que sente vibrar no peito os palmeirensezinhos de hoje.
É verdade que ganharam uma Copa do Brasil esses tempos, mas caindo meses depois, fica difícil. Não conheço a dor da queda - e nem faço questão - mas imagino algo aterrador, horrível; posto que o futebol é o último suspiro das tragédias gregas.
Foi o que falei ao meu amigo Victor, conhecido pela alcunha de Caboclo, assim que bateu em casa para tomar uma gelada. Mostrei-lhe este início de crônica que rabisquei em poucos minutos de intervalo e ele me disse que eu estava tentando copiar Nelson Rodrigues, ênfase para o 'tentando', que é o que mais dói. Contra-argumentei: - Todos copiam a todos. E segui com a digressão: Vinícius copiava Rimbaud; Drummond, Baudelaire. No começo do século passado todo romancista brasileiro queria ser Machado. Todos copiam. Tudo se é copiado, e desde sempre. Acontece que, antigamente, copiava-se os bons. Hoje se copia qualquer um. O poeta mais copiado da atualidade é o Paulo Leminski, Série C da poesia. Copiam até o comediante Gregório Duviviver, que não bate essa bola nem no varzeano. Se eu copio, concluí, pelo menos copio o melhor.
Assim como o Palmeiras, que ao invés das meias verdes, pôs as meias brancas, como que num pressentimento. Sabiam que o gol do alívio sairia dos pés que calçassem meias brancas. Copiando Paulo Coelho para provar que toda regra tem sua exceção: Maktub. E gol de Thiago Ribeiro. Gol no Parque Antártica. Comemora o mar verde em todos os cantos do Brasil. Nunca a torcida santista foi tão grande. Nunca a torcida palmeirense torceu para um time tão grande. Não restam dívidas, estamos quites, palestrinos.
Lembrei-me de Grafite, aquele centroavante que Dunga levou para a Copa de 2010 e que ficou marcado na formidável história do futebol brasileiro quando seus gols salvaram o Corinthians do rebaixamento no Paulistão de 2004. É verdade que o empate no Barradão também mantinha o Palmeiras na elite. O Gol - que heresia irei dizer - foi um detalhe. O grande lance foi os boleiros do Santos terem entrado para jogar, pois poderiam muito bem terem ido em clima de carnaval e aproveitado para ficar por Salvador mesmo.
Mas não tem jeito. O futebol é o esporte predileto do planeta terra, e de todos os outros planetas e seres que lá vivem. Se não fosse o gol do atacante santista ou a ponta dos dedos do goleiro Aranha, algum sopro divino no momento oportuno salvaria o Verdão. Não era a hora. Não novamente. É certo que o Palmeiras está no calvário de sua história, mas todo grande clube já precisou pagar seus pecados.
Quem sabe não melhora se, ano que vem, além das meias e calções, ponham também a camiseta branca? Não há combinação mais nobre na história do futebol. Mas, por gentileza, não deixem para a última rodada. Apesar de caridoso, às vezes o Santos joga de verde.
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