Às Vezes

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Tente diversas vezes até encontrar
uma nova solução: vale a pena achar
as falhas para sair como experiente quanto competente.

Às vezes, no meio do percurso sinuoso e agreste da vida, por entre selvas e desertos, chego a um oásis, a uma clareira, a um jardim, pacifico, agradável e perfumado... e dou comigo a pensar se é nesse momento que estou mais em paz, consciente, mais maduro, mais tranquilo... Ou se são apenas momentos de insanidade, breaks em que a alma relaxa o corpo e nos quais me é permitido pensar que agora está tudo bem, está tudo no caminho certo... Mas no fundo, nada disso é real, são breves momentos no olho do furacão da existência...
Na realidade, a vida, até chegarmos a um ponto de equilíbrio consciente baseado no desapego e despreocupação, é uma tempestade brutal. E estes oásis são meros momentos pacíficos de loucura que nos fazem acreditar que, afinal, a vida só é boa se formos suficientemente loucos para a desfrutar.

Às vezes os nossos maiores pesadelos se tornam os nossos maiores sonhos!

Nem todo argumento lógico nasce da razão; às vezes, ele é só a nossa sobrevivência emocional tentando parecer sensata.

O amor não nasce
Ele acontece
Às vezes perfeito
Às vezes disforme
O amor não morre
Ele adormece

"A saudade as vezes
vem, faz bagunça
e vai embora mas
sempreolha pra traz.
Vem sorrindo na chegada
mas na partida ela chora"

"Todas as vezes em que perdi
me mantive em pé mas,
sempre quando venci
fiquei de joelhos perante
Deus em agradecimento"

Nem toda lágrima é derrota, às vezes rega a evolução. Quem transforma a dor em força descobre a paz no coração.

Muitas das vezes, as pessoas vão ficar contigo não porque te amam, mas sim porque a pessoa que elas tanto amavam as deixou, e você acabou sendo apenas a segunda opção.

Quando me perguntam se Motocicleta é Sinônimo de Liberdade, só respondo: “Às vezes, até a Liberdade precisa se locomover sobre o paraíso de duas rodas para tomar vento na cara.”

Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!

Às vezes, até a Liberdade precisa pegar carona num paraíso de Duas Rodas para tomar vento na cara.

Há um risco, às vezes muito sutil, na romantização dos problemas: aprender a amá-los.


E se é notório que, para alcançar uma Graça, precisamos antes reconhecer a necessidade dela e pedi-la com sinceridade…


Como poderá o Filho do Homem libertar-nos de um fardo que cultivamos, romantizamos e até passamos a chamar de nosso?


Há dores que não nos abandonam, não porque Deus as conserve, mas porque nós as acariciamos como lembranças de estimação.


Há feridas que já não sangram como antes, mas que insistimos em reabri-las, como quem visita um túmulo com flores demais.


O Céu não invade o território onde o coração ainda se acomoda no cárcere das próprias paixões.


E, talvez por isso, certas Graças tardem: porque ainda chamamos de amor, o que, na verdade, é prisão com perfume de afeto.


O doce perfume da prisão não apenas exala o bom cheiro — ele também aprisiona.⁠

⁠⁠Às vezes, alguns Desavisados precisam tropeçar na beleza dos Bem Resolvidos para lembrar que a Felicidade existe.⁠

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

⁠Algumas primeiras vezes são realmente muito difíceis, mas todas são inevitavelmente memoráveis.

⁠Chega!?


Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…


Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.


Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.


Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.


É aviso, cura, é último chamado.


Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.


E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.


Vai, então.


Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.


Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.


Vá em Paz e não peques mais!

⁠Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.


Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…


Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!


Ele sempre está agindo!


Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!

⁠Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.


Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.


Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.


E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…


Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…


Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.


Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.


Não por covardia, mas por limite.


O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.


Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.


As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.


Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.

⁠Às vezes é preciso fingir descansar para aguentar transitar pelo corredor hospitalar.


Os que fingem descanso, não sucumbem ao cansaço que não mora só no corpo, mas também na alma.


No corredor hospitalar, o repouso raramente é inteiro: os olhos se fecham, mas os pensamentos vigiam…


O corpo se senta, mas o coração permanece de pé.


Ali, o descanso vira a encenação necessária — uma trégua improvisada para que a esperança não desmaie antes da fé.


Fingir dormir é, muitas vezes, a única forma de reunir forças para continuar atravessando o silêncio carregado, os passos contidos, os olhares que pedem mais do que palavras conseguem oferecer.


Nesse corredor, aprende-se que resistência também pode ser discreta.


Às vezes, não é o vigor que nos sustenta, mas a coragem de parecer frágil por alguns instantes, só para conseguir seguir em frente quando o chamado da realidade insiste em não esperar.


Que o cansaço jamais suplante a Esperança, a Fé e a Gratidão!


Graças, Pai!