Às Vezes

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A tolerância muitas vezes não é uma virtude moral, mas o sono profundo de uma sociedade que já não acredita em nada com força suficiente para se indignar.

⁠Amo o silêncio sábio das pessoas comuns. Na maioria das vezes, eles diziam mais para nós do que qualquer acadêmico.

Relativizar a verdade é, muitas vezes, o primeiro passo para relativizar a dor alheia.

Um ser imortal não pode se sacrificar de verdade: quem pode morrer infinitas vezes nunca perde a vida, logo, Jesus nunca se sacrificou pela humanidade!

Há tanta beleza e significado no mundo que, às vezes, choro escondido, para que ninguém pense que ainda acredito na divindade.

Olha o Trem 🚂

Paisagem que às vezes faz sentido
É gente que entra e que sai
Movimenta a estação.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos de família
Conversas diversas
em cada vagão

Assim é uma viagem de trem

Um meio de transporte antigo e novo...
E ao mesmo tempo é comunicação
De fato, linha de trem
assemelha-se à linha da mão
tem seus mistérios que descobrem-se
em cada ponto de estação.
Ambas atravessam cidades,
pela sua geografia, monte,
vales e pontões.

E o percurso da viagem
vai sempre seguindo...
Obedece a trilha e o sinal,
Tempo de duração construído.
Pois, em cada parada,
desce ou sobe alguém...
Enquanto outros, por miragem,
Seguem além...

Viagem é comunhão
Paisagem que às vezes
faz sentido vê....
É gente que entra
e que sai.
São sempre coisas corriqueiras
Fotos e fatos interesse de família
Rola conversa e aperto de mão 🫱 ✋
Tudo isso em cada parada
E continua em cada vagão
.. sabia?
É no trem!!

As vezes gostamos mais da utilidade que a pessoa tem a nos oferecer do que da pessoa em si.

"Às vezes, a gente só precisa de um lembrete gentil de que o caos de hoje raramente é o destino final."

"Às vezes, o silêncio da estrada a pé é o som mais bonito que a gente pode ouvir depois de quilômetros de críticas."

"Às vezes, a vitória é só conseguir chegar ao fim do dia e deitar a cabeça no travesseiro em paz."

"Eu perdi as contas de quantas vezes já morri hoje."

Às vezes você vai esperar por alguém, vai imaginar alguém que vai lembrar de você, você vai criar expectativas de que aquela pessoa está com você, que era te defendendo na sua ausência e vai doer quando descobrir que foram apenas espectativas

Às vezes, a dor não vem da ausência do outro — vem da presença das nossas próprias ilusões.

A gente cria histórias silenciosas na cabeça, constrói versões bonitas de alguém que talvez nunca tenha existido daquela forma. Imaginamos gestos que não vimos, palavras que não foram ditas, lealdades que nunca foram prometidas. E, enquanto isso, o coração se apega a essa versão ideal, como se fosse real.

Esperar por alguém não é, por si só, um erro. O problema começa quando a espera deixa de ser baseada em sinais concretos e passa a ser sustentada apenas por esperança. Porque a esperança, quando não encontra verdade, se transforma em frustração.

E dói. Dói perceber que aquela pessoa não estava pensando em você como você pensava nela. Dói entender que, enquanto você acreditava em parceria e proteção, o outro talvez nem estivesse consciente desse papel que você atribuiu a ele.

Mas existe um aprendizado importante aí: nem tudo que sentimos corresponde ao que o outro oferece. E reconhecer isso não é fraqueza — é maturidade emocional.

Prosperidade nem sempre é ter mais; às vezes é ter menos coisas disputando espaço com aquilo que realmente importa.

Um homem faz o que tem que ser feito.


E às vezes isso significa
atravessar o próprio abismo
sem garantia de ponte.


Significa calar o orgulho
quando ele grita,
erguer-se quando a alma pesa toneladas,
e sorrir para os seus
mesmo quando por dentro
há tempestade.


Um homem faz o que tem que ser feito
quando o mundo desaba
e ele decide ser teto.


Quando todos correm,
ele permanece.


Quando todos acusam,
ele assume.


Quando todos desistem,
ele constrói —
nem que seja com as próprias mãos feridas.


Porque ele entende algo raro:
não é sobre força física,
é sobre suportar o invisível.


É sobre carregar responsabilidades
que ninguém vê,
engolir lágrimas que ninguém percebe,
e ainda assim continuar.


Um homem faz o que tem que ser feito
porque sabe que o caos precisa de ordem,
e alguém precisa ser rocha
quando o chão desaparece.


Ele não age por aplauso.
Age por princípio.


E no silêncio da noite,
quando o mundo dorme,
é ali —
na consciência intacta —
que ele encontra sua coroa invisível.


Porque o verdadeiro homem
não é aquele que impõe poder.


É aquele que suporta o peso
sem perder a alma.

Às vezes, o silêncio de um minuto evita o arrependimento de uma vida inteira.

"Às vezes duas pessoas podem amar o mesmo Deus, mas enxergar caminhos diferentes até Ele."

​"Sabe... às vezes, os olhos doem mais que o coração."

"O silêncio tem uma voz própria, não é? Às vezes, ele grita verdades que a gente passa o dia inteiro tentando abafar com ruído, conversas vazias ou notificações de celular."

As vezes queria fazer um som mais feliz. Mudar um pouco. O problema é ter coisas felizes pra cantar e que sejam mais do que felizes, que me levem ao ápice dessa felicidade pra que eu transborde em arte, principalmente em música.
Geralmente meu som é mais triste porque eu preciso transbordar pra compor as minhas melhores músicas. São as emoções em seus extremos que me levam a criar inevitavelmente. É algo tão natural, tão real, tão orgânico, que sinto que é realmente o meu melhor.
Pensar em criar uma música com a mente nunca será o mesmo que cria-la com o coração no maior pulsar de uma emoção, seja positiva ou negativa. Sinto que, dessa forma, a arte é "mais arte", sabe?
- Marcela Lobato