Às Vezes
Eu prefiro uma verdade que dói primeiro.
Depois cura.
Às vezes prefiro um soco no estômago.
Daqueles que tiram o ar e a maquiagem.
Que me deixa sem ar, sem máscara... sobra só eu.
Verdadeira. Inteira. Crua.
Eu não preciso de quem passa a mão na minha cabeça quando eu tô me sabotando.
Preciso de quem segura meu rosto e diz:
“Olha pra você. Para de fugir”.
Prefiro a frase dura da amiga do que o abraço falso do inimigo.
Porque quem te deixa cair sorrindo não é amigo. É plateia.
A verdade é remédio amargo.
É faxina na alma.
Se não ardeu, não limpou direito.
Então respira. Ajeita a postura.
E agradece: foi o tranco que te salvou da queda.
— Van Escher
Às vezes prefiro um soco no estômago.
Que tira o ar e a maquiagem.
Sobra só eu: verdadeira.
— Van Escher
“Tenho compaixão dos invejosos e preconceituosos. Muitas vezes, são pessoas presas à comparação e à própria insatisfação, que passam a vida olhando para fora enquanto carregam uma brasa acesa no coração.”
Otávio Mariano.
Às vezes vivo no árido a procura do nada, porque sei que no deserto também brotam vidas. Tudo depende do brilho da minha luz.
Otavio Mariano.
As vezes surge uma imensa vontade de escrever e não parar mais. Tirar todos pensamentos, falar sobre magoas, ideias, escrever um romance, ou apenas só escrever oque vem a cabeça. E depois? tudo some, vai embora. A mente reseta, apaga tudo, nada para escrever.
Acontece tanta coisa na vida da gente que não e possível processar tudo de uma vez; tem horas que nem sei oque tenho, só sinto.
Tem vezes, com muita frequência, não sei oque fazer. Gostaria de ter todas respostas. Ou alguém que me aconselhe e diga que ta tudo bem.
No momento eu crio minhas utopias; e não tenho intenção nenhuma de acabar com elas. É com elas que sonho, viajo, me motivo, enfim... Elas são responsáveis por me dar esperança e fuga. eu fujo para realidades que eu mesma construí e la sou feliz.
Às vezes a vida é como um túnel escuro. Nem sempre você consegue ver a luz no fim do túnel, mas se você continuar se movendo... Você chegará a um lugar melhor.
Muitas vezes, a gente foca nas nossas falhas, mas a perspectiva divina foca no potencial. É como olhar para uma semente e já enxergar a sombra da árvore.
Ter consciência do quanto nossa vida é efêmera, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Nem sempre a solidão é um sinal de perda. Muitas vezes, ela é o ambiente onde o caráter amadurece, longe das influências que sufocam o crescimento e das máscaras que impedem a autenticidade.
Mas nem sempre a gente precisa ser forte. Às vezes, temos que aceitar nossas fraquezas e deixá-las existir...
Respirar devagar, sentir o ar com calma, com cuidado, para não acordar a pessoa que mora dentro do meu coração.
Alexandre Sefardi
Às vezes olho para trás e não sinto saudade de quem eu era. Sinto pena. Pena daquele homem que acreditava que a dor tinha um propósito, sem saber que algumas feridas simplesmente acontecem, permanecem e envelhecem conosco.
Às vezes, uma esperança vem e nos eleva, e nos faz sentir como se estivéssemos planando com o vento... É quando começamos a aprender a voar, a nos livrar de tudo o que nos limita, nos impede de ser plenamente livres.
"Alguns disseram que sou fria, mas a verdade é que esqueceram todas as vezes que fui abrigo para o seu próprio gelo."
Hoje acordei pensando: ninguém presta muita atenção ao número de vezes que um homem precisa se reconstruir. Talvez porque considerem isso algo natural. Mas não há nada de simples nesse processo; cada reconstrução cobra um esforço imenso da alma, da mente e do coração, gera cicatrizes.
Às vezes o silêncio é a melhor tranca, pois há quem te convide para entrar apenas para mapear os vazios da sua casa.
Cuidado com quem divide a calçada com você: às vezes, a pessoa só está seguindo o mesmo caminho, não o mesmo propósito.
Muitas vezes, o respeito se sustenta na ignorância; a intimidade permite comparações, ativa projeções e transforma diferenças em defeitos.
