Às Vezes
As vezes vc não aguenta
Reclama
Paciencia irmão
Com o não ou o sim
Vc faz parte de mim
Somos passageiros
A vida é um conto ligeiro
Quando se vê
De nós não resta mais nem o cheiro
De Jesus somos irmãos
Filhos do Deus do trovão
Acalma seu coração
Menos reclama
Ama
Depois vamos embora
Seremos as lágrimas de quem chora
E nessa hora
Sem a despedida
Afora
Às vezes precisamos ser esperança para eles que estão começando a trilhar um caminho diferente da sua própria sina.
O Brasil é um país multipartidário. Para que uma lei seja aprovada, muitas vezes é necessário formar coligações com outros partidos, o que frequentemente envolve negociações e acordos políticos. Na minha visão, isso acaba favorecendo trocas de interesses, nas quais cada grupo busca obter vantagens.
Ao meu ver, o sistema multipartidário amplia as oportunidades para práticas de corrupção e para a manipulação do processo legislativo.
Às vezes, a vida não está pedindo que você seja forte; está pedindo que você pare de insistir no objetivo que já perdeu o sentido ou apenas se revelou uma ilusão.
Frentista
Nao é egoista
Sempre na pista
Muitas das vezes não é lembrado
Abastece o carro mesmo apertado
O frentista sempre te atende sem cerimonia
É ele que cuida do seu patrimonio
Seja amigo do frentista
Apresente-se tambem alegre e otimista
Todos tem problema
Esse é o tema
Valorize o frentista
Nao seja egoísta
De humano
Pra humanos
Nao importa sua cidade natal
Ninguem quer ser tratado mal
Cuide de um frentista
Ele muitas das vezes equilibrista
Te ajuda na pista.
Às vezes, é preciso desacelerar, recalcular a rota e voltar para si: se reencontrar com você mesmo na sua melhor versão — com calma, coragem e verdade.
Leriano perêirah
Algumas vezes, ele aparece. Não é anunciado, não pede licença. Surge em tardes frias, em noites sombrias, silencioso, mas com a intensidade de um grito interno. Eu o chamo de O Vazio.
Sentir O Vazio é sentir a morte por dentro — mas não aquela morte física, simples e final. É uma morte diferente, mais sutil, mais antiga, que insiste em me lembrar de algo que eu já fui, de algo que já senti em outros lugares e tempos. É como se minha existência, fragmentada e atravessada por cicatrizes antigas, estivesse sendo revisitadas por sombras que o presente não consegue alcançar.
Quando O Vazio chega, não estou no tempo. Estou fora dele. Não é uma sensação que se possa controlar, ou mesmo compreender completamente. Ele se apresenta segundo suas próprias regras, segundo sua própria vontade. E, quando vem, parece sussurrar que meus passados — não apenas o imediato, mas todos os que deixaram marcas — têm algo a me dizer.
São cicatrizes que ainda latejam. Memórias que não pertencem mais a este instante, mas continuam a pulsar no corpo da alma. Não é daqui. O Vazio me remete a algo distante, quase irreal, perdido no tempo e no espaço, mas que insiste em permanecer. É a prova de que a experiência humana não é linear, e que o que fomos, mesmo quando esquecido, ainda vive dentro de nós, às vezes em silêncio, às vezes com a força de um choque inesperado.
Talvez O Vazio seja um portal para o que ainda não compreendemos de nós mesmos. Talvez seja um aviso, um chamado ou apenas a lembrança de que a alma carrega impressões de lugares e tempos que o corpo jamais atravessará novamente.
No encontro com O Vazio, aprendemos algo essencial: que a vida não se mede apenas pelo que fazemos ou sentimos agora, mas também pelo eco das feridas antigas, pelo rastro dos nossos passados que insistem em conversar conosco.
E, quando ele parte, resta a consciência de que fomos visitados por algo maior do que a dor momentânea: fomos confrontados com a própria eternidade da memória, com o peso do que já fomos e, de certo modo, com a promessa de que ainda somos.
Há janelas que não obedecem ao vidro.
Às vezes deixam o mundo entrar em silêncio, como quem abre cortinas para um sol tímido que ainda não sabe se é manhã ou memória. Outras vezes, sem aviso, devolvem o olhar com força: viram espelho e mostram aquilo que a gente tenta fingir que não vê.
E há dias piores, em que a mesma abertura se desfaz em abismo — não por maldade, mas por profundidade. Como se a paisagem tivesse desistido de ser paisagem e resolvesse encarar de volta.
Talvez não seja a janela que muda. Talvez seja o olhar que aprende, ou se perde, no que ela decide refletir.
Escrever sobre Direito é, muitas vezes, escrever sobre o intervalo entre o que deveria proteger e o que efetivamente abandona.
“O silêncio da lei não significa necessariamente ausência de Direito; às vezes significa apenas que a realidade chegou antes do legislador.”
O cérebro muitas vezes prefere uma explicação religiosa ruim a uma pergunta sem resposta científica.
Às vezes chamamos de personalidade aquilo que foi apenas uma estratégia de sobrevivência que durou tempo demais.
O tempo não cura tudo; às vezes apenas nos ensina uma nova maneira de carregar aquilo que permaneceu.
