Às Vezes
Nem sempre o que somos tem tanta relavância, as vezes o que importa mesmo é o que fazemos apesar de quem somos!
Você tudo sonhei o amor é assim sonho .
Sonho as vezes são reais e meu sonho foi .Real com você meu amor minha alma gêmea meu príncipe.
Uma verdade dolorosa na Alma
Ninguém é amigo da angustias. Mas às vezes somos reféns do medo. Nãoo somos Amigos do mundo, mas amamos os prazeres. Não gostamos das mentiras, mas detestamos ser contrariados. Não queremos amar com medo da decepção, mas amamos sofrer por amor não correspondido. Criamos casa, mas não edificamos sentimentos. Somos pensadores(as) de ideias, mas não produzimos nada de ideial. Queremos, mas não lutamos, amamos, mas não queremos ser amados(as). Uma verdade é: precisamos correr o risco de errado, para podemos entender que o certo sempre fica na curva perigosa da vida.
Eu e você somos a motivação da alma quando sabendo administrar nossas emoções...
Pare! Reflita! Pense! Arrisque! Lute!
Fica especialmente para você que não tem medo de sonhar acordada.
Às vezes é melhor sair de cena, que ficar em cima do palco, esperando ser apreciado, quando na verdade os holofotes já estão apagados pra você.
Muitas vezes só tomamos consciência de nossos maiores defeitos quando começamos de nos livrar de alguns menores antes.
Iury, Amor
Doeu e ainda dói muito te perder, já tentei diversas vezes, você diz que me Ama e sente a minha falta
Não entendo porque não consegue terminar com ela, me recuso a acreditar que você seja tão frouxo, é só dizer pra ela que não dá mais, que não sente o mesmo que ela. Às vezes, eu acho que você só tá arrumando desculpas, pra sabotar a gente, que na verdade você quer continuar com ela, é isso que eu penso de verdade. Cara, porta vira homem e faz o que tem que fazer, Caralho. Qual é a sua dificuldade???
Novembro de 2017
As vezes, deixamos de fazer o que nos deixa feliz para deixar as outras pessoas felizes, meu conselho, não o faça, segue a vida de uma forma que voce se sinta feliz, se sinta realizado, não troque o que quer no momento pelo o que quer no futuro, se começou algo que deseja para o futuro termine, não mude o foco.
Às vezes, você se arrepende das coisas que faz, mas elas já passaram. Lamentar as coisas que você não fez é mais difícil, porque elas ainda estão por aí, assombrando-o com o que poderia ter acontecido.
[...] às vezes tenho saudade de tudo que a gente era, e, por algum motivo, não consigo lembrar direito. É engraçado como muitas vezes me sentei na mesma mesa, no mesmo barzinho, num fim de tarde qualquer, e pedi ao garçom que nos atendia pra se sentar comigo, e me contar como a gente era, como ele nos via. O amor é uma coisa estranha, um sentimento que causa tanta alucinação e embriagues quando se está dentro que, a gente não consegue se ver, esquecemos até de quem fomos. A gente sente falta, sabe o que é e quem é que nos falta, mas a gente esquece de tudo que éramos, quando éramos "nós".
As vezes precisamos dizer
que está tudo bem, mesmo
não estando. Precisamos
acreditar que tudo mudará
mesmo duvidando.
As vezes nem tanto falando em parapsicologia coisas paranormais mais matérias mesmo pessoas utilizam o que saber para refrear você seja no lazer,diversão,saúde,alimentação,esportes,arte,conhecimento,trabalho,escola em todas as coisas que podem ser positivas no mundo em que vivemos isso faz parte de uma coisa unica o conflito de interesses como lhe ofertar o que elas tem de melhor sem perder o privilegio somente colocando a venda essa e a ordem do consumo de todos os tempos.
As vezes é preciso voltar ao passado,não para sofrer,mas para relembrar quantas flores merecidas e quantas bênçãos recebidas.
“Irei lhe decepcionar várias vezes, irei errar de incontáveis maneiras. Mas mesmo com todo o erro que sou, irei lhe amar a minha vida inteira. E se quiseres ficar comigo, farei de tudo para apagar o meu lado errado”.
Você sabe o que é uma UTI ⁉️
Às vezes, vemos certas coisas, mas não enxergamos.
Nos últimos dias, durante o horário de visitas na UTI, eu estava desocupado e fiquei observando o que acontecia.
Na verdade, cenas que vi milhares de vezes, cenas que muitas vezes me emocionaram, mas que nunca havia escrito sobre elas.
Certamente, muitos dos que lerem isso já tiveram familiares em UTI ou trabalharam em UTI.
Mesmo que certas coisas aconteçam em qualquer lugar do hospital, na UTI convivemos com algumas particularidades.
Muitos dos pacientes que estão ali não sobreviverão.
Os familiares sabem disso e, certamente, muitos dos pacientes também. E, nesse momento extremo, literalmente entre a vida e a morte, o contato com os familiares é doloroso e carregado de emoções.
É extremamente comum os familiares tentarem dizer coisas que não disseram antes.
Chegam aos ouvidos dos pacientes e sussurram que os amam, com as mais variadas formas de declaração de amor. Pedem desculpas por erros do passado. Fazem promessas para o futuro.
Dão notícias dos familiares, mesmo que, em boa parte das vezes, os pacientes não consigam ouvir o que se diz.
Mas isso não importa. O que importa é que se diga o que deveria ser dito antes.
O carinho é obrigatório. Muitos beijam seus familiares, com lágrimas nos olhos, sabendo que talvez seja a última oportunidade. Um beijo de despedida, um beijo de “vai dar tudo certo”, um beijo que diz “eu te amo”. Quase sempre, o beijo é acompanhado por um carinho com as pontas dos dedos, em geral alinhando os cabelos, retirando-os da testa.
Um cafuné para aliviar o sofrimento.
Claramente, vemos nos olhos dos familiares, além da dor, um sentimento de arrependimento pelas oportunidades perdidas, das coisas que deixaram de fazer juntos, da saudade que sofrerão no futuro. Nada é mais doloroso do que ver o sofrimento dos pais, vendo seus filhos inertes num leito e eles, impotentes, querendo trocar de lugar com os filhos.
Muitas vezes vi pessoas deixarem seus familiares para consolar os visitantes ao lado.
Parece que o sofrimento abre as portas para a empatia e, num gesto de solidariedade, esquecem temporariamente a própria dor, para consolar ou oferecer conforto a pessoas desconhecidas, mas que vivenciam o mesmo sofrimento.
Trocam informações sobre seus familiares e torcem juntos pela recuperação de ambos.
Não raramente, as pessoas fazem uma vistoria, durante as visitas.
Levantam o cobertor, examinam os pacientes, avaliam os traçados coloridos dos monitores e respiradores artificiais, conferem os números nas telas, como se soubessem avalia-los.
Uns angustiam-se ao ver os tubos, sondas, cateteres e uma infinidade de dispositivos eletrônicos piscando e disparando alarmes. Outros, mais indiscretos e ousados, analisam os sinais vitais, anotações e prescrições, como se tivessem a capacidade de discernir o que é certo ou errado, ou como se soubessem compreender o que leem.
Terrível é ver uma mãe ao lado do seu filho, em coma profundo, em morte cerebral, tendo que decidir se doa ou não seus órgãos, travando uma batalha feroz entre a razão e a emoção.
Também doloroso é ver as reações de quem está deitado. Muitas vezes, o paciente tenta tranquilizar os familiares, apesar de saber da gravidade da sua doença.
Outras vezes, estão intubados, sem possibilidade de falar, mas seu olhar é mais expressivo do que palavras.
UTI não é para os fracos.
Trabalhar em UTI requer muito mais do que se imagina.
Não é fácil conviver com o sofrimento e a urgência, mas manter a frieza e a calma, para tomar as decisões certas. Não é fácil cuidar sem ser agressivo. Não é fácil saber até onde ir e quando desistir.
Não é nada fácil dar a notícia que ninguém quer receber. Por isso, e muito mais, respeitem quem se dedica a essa área tão nobre da medicina.
Mesmo que nem sempre se consiga ter êxito, posso assegurar que todos os que estão ali (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, enfim, todos, sem exceção) dão o melhor de si, na tentativa de salvar os pacientes.
E, finalmente, mesmo que nem sempre pareça que eles veem o sofrimento dos pacientes e dos seus familiares, tenham a certeza de que eles têm plena consciência disso.
