As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Às vezes a gente precisa sacudir tudo, virar as coisas de cabeça para baixo, mudar a rota e o rumo, buscar a felicidade em outro canto. Tá tudo bem.
“Todas as grandes coisas são simples. E muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade; justiça; honra; dever; piedade; esperança.”
Muitos querem colher realizações, mas poucos são os que semeiam coisas boas e cultivam. Muitos querem resultados a curto prazo, mas muitos permanecem na zona de conforto, e vivem reclamando que nada dá certo na vida. Quer um conselho? Ao invés de reclamar, de ficar perdendo tempo, vá e faça, tente algo novo e você vera o que é capaz de fazer.
Hoje estou pensando nas coisas que são fatais
Na forma como estou te bebendo
Como se eu quisesse me afogar
como se quisesse acabar comigo
O tempo passou e consequentemente eu mudei. Coisas que antes eram importantes para mim, hoje se tornaram banais. Às vezes não sei se mudei para melhor ou pior, mas mudei porque foi necessário.
Sob o manto da escuridão, as pessoas fazem coisas que nunca fariam sob a luz do dia. As decisões parecem sábias, as pessoas se sentem mais ousadas, mas quando o sol nasce, deve se responsabilizar pelo que fez na escuridão e encarar a si mesmo sob a luz fria do dia
Chega uma hora que precisamos dar um basta, colocar um verdadeiro ponto final. Algumas coisas, relacionamentos, posturas, simplesmente não fazem bem ou não levam a lugar nenhum e, de repente, você percebe que está rodando em círculos, cansada(o), triste e que o tempo está passando.
Mudar o rumo torna-se então prioritário e para tanto é necessário dar o primeiro passo em outra direção, virar as costas e não olhar para trás. E como é difícil…há de ser forte.
Não procuremos pois os “porquês”, não vale a pena e não muda o que já foi… Da mesma forma, não espere. O tempo é solução para a maioria das coisas, mas é igualmente implacável e ardiloso. Quando percebemos já se foram 1, 2, 3 anos… décadas, e continuamos acreditando que ele, o tempo, por si só, promoverá mudanças.
O tempo ensina, mas quem muda somos nós…ou fomos nós.
A solidão dói, o medo corrompe e a verdade castiga mas, a mentira, ah essa é inescrupulosa, como uma sombra vai só crescendo e tomando conta de tudo e, quando damos por nós, estamos vivendo de migalhas, enrolados nessa teia, esperando sabe-se lá o quê.
Passamos então a viver de opções, e não de escolhas… e isso, definitivamente, não é amor. Também não quer dizer que não amemos, pelo contrário, ama-se tanto a ponto de perceber que o melhor a fazer é ir embora…
Seja você o seu tempo de mudanças, escolha novos caminhos, fique só, declare-se, defina o seu destino, arrisque-se!
Caso contrário, um dia a gente se vê por aí.
Eu? Eu estou de malas prontas, resolvi seguir o meu caminho, escolhi: não quero ser opção.
Beijos,
Eu realmente decidi mudar. Cansei de tentar entender todas as coisas e ficar parando pra pensar em tudo e em como pode tentar me fazer bem, decidi ir pelo o que vai me fazer bem. Chega de meio termo. Chega de pensar demais. Agora a questão é: se pensou duas vezes, tá tudo certo, o resto que se vire.
Na dureza, vi que as coisas às vezes cambaleiam demais, mas a gente tem que manter a segurança, tem que manter a firmeza, os pés no chão. Às vezes as coisas vão seguir outros caminhos, às vezes a coisa vai ficar preta, o tempo vai fechar e a gente não vai ter guarda-chuva, nem capinha e galocha pra se proteger, muito menos calor pra se desfazer do frio quando precisar. Tem que se virar. E na dureza aprendi a me virar.
É que os homens são muito mais sujeitos às coisas presentes do que às passadas e, quando encontram o bem naquelas, alegram-se e nada mais procuram, (...)
O Príncipe
Todos nos temos uma vida da qual ninguém sabe, e todos nós passamos por coisas que nunca vamos contar à ninguém.
Dê valor às pequenas coisas e aos mínimos detalhes, porque o “pouco” que a gente tem vira “tudo” quando se vai.
Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição lá.
Nota: A citação também foi proferida por Indira Gandhi e publicada em 1959 e 1965. Ela ajudou a popularizá-la, mas o conselho veio de seu avô, Motilal Nehru. Como Indira nasceu em 1917, não se sabe quando ela recebeu o conselho do avô. Já a biografia de Dwight Morrow, publicada em 1935, afirmou que ele escreveu esse pensamento em uma carta para o filho, por isso acredita-se que ele seja o autor.
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