As Coisas Nao Acontecem por Acaso
O que faz que os homens formem um povo é a lembrança das grandes coisas que fizeram juntos e a vontade de realizar outras.
E se temos de falar de coisas sagradas, só o descontentamento que o homem experimenta de si próprio e a sua vontade de melhorar me são sagradas.
A experiência sempre demonstrou e a razão ainda demonstra que as coisas que dependem de muitos nunca terminam bem.
O nome é em certo sentido a própria coisa; dar nome às coisas é conhecê-las e apropriar-se delas; a denominação é o ato da posse espiritual.
Aqueles que se aplicam muito minuciosamente a coisas pequenas, frequentemente tornam-se incapazes de coisas grandes.
Quando o interesse é o avaliador dos homens, das coisas e dos eventos, a avaliação é quase sempre imperfeita e pouco exata.
“Eu sei, prometi pra mim mesmo não mudar. Mas mudei. Acho que mudei principalmente pra parar de sofrer como eu sofria, parar de ter aqueles sentimentos antigos. Mudei principalmente pra evitar lembranças, lembranças essas que me machucavam e deixavam marcas, marcas que não apagaram. Mas com essa mudança, pelo menos essas marcas param de sangrar, param de doer.”
— Gabriel Boldrini
