As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Das coisas, ficou somente a saudade.
Da saudade, ficou a alegria.
Da alegria, ficou a vontade.
Da vontade, ficou o desejo.
E o desejo me remete a você!
Hoje eu estava pensando nas coisas que tenho feito, e acho que algumas coisas que tenho feito está errado, pois é mas mesmo assim sigo em frente pensando que tudo vai se encaminhar bem, eu tenho sido um pouco imatura. Eu tenho medo do tempo; eu tenho medo que o tempo passe e eu não faça nada daquilo que eu desejo, eu me olho no espelho e não me reconheço mais. Quem é essa que está no espelho será eu mesma? Estou tentando voltar ser quem eu era a menina feliz que não tinha medo do tempo.
Falar diretamente "quero isto, fiz isto" e coisas assim; ou seja, porque a vida de imposição e da autoridade é mais segura que a astúcia.
Quando obedecemos e servimos a Deus e a outros, abrimos a porta para que faça grandes coisas por meio de nós. Esse é o tipo de grandeza para a qual Deus nos chamou.
E se hoje fosse o teu ultimo dia e o amanhã ja fosse tarde?
As coisas estão a passar mais rapido as crianças que eu vi nascer cresceram. O tempo parece diminuir e os minutos passam como um "flash",o tempo passa a vida passa, estou a passar por ela com um única vontade real...
É muita informação, pessoas, coisas acontecendo, mudando, rodando, revirando...
Às vezes, bate um cansaço, vontade de sumir no mundão, se isolar...
Então chega um ponto da vida que é necessário aquela tal pesagem. O equilibrio entre as coisas que valem a pena, ou não.
Quando essa hora chega, muitas questões são postas a mesa.
Tipo um pêndulo, ali de um lado para outro. Vão e voltam algumas dúvidas e certezas. É difícil equilibrar em linha tênue com um bom senso. Porque certas coisas não valem a minha dor, mas em algumas horas me fazem sorrir. Certas coisas me fazem feliz, mas eu sei que o caminho não é por aí.
Para não enlouquecer, passei a viver um dia de cada vez.
A balança pode até pender para o lado da razão, mas se é a emoção que me faz feliz, então eu vou viver.
Não me esquecendo, é claro, que a tal pesagem é diária, tudo é passageiro e a minha balança possuí dois pratos.
Quando a gente gosta, é claro que a gente cuida.
Cuida sim, coisas vagamente supérfluas, que chamo de “detalhes”, transformam-se em peças fundamentais, extremamente importantes. Coisas como a essência do sabonete, o tipo do shampoo, a cor das meias, a roupa (mal) passada, o prato predileto, a cor do talher. Em alguns dias específicos, me atreveria a dizer que são fatores determinantes para terminar o dia bem, de bem.
Quando a gente gosta, a gente cuida sem pensar, até uma simples dor de cabeça, passa a ser tratada como uma doença rara. A dor do outro, vira a dor da gente. A alegria e o sorriso nos tornam ascendentes.
Quando a gente gosta, os “detalhes” viram a rotina que encaixa, daquelas tão gostosas, que quando acabam fazem falta... até do jeito dela reclamar do meu pé gelado.
Quando a gente gosta pode até acabar, mas não tem final.
Quando a gente gosta, a gente ama, simplesmente ama.
Tudo é (trans) formação, a união de dois corpos, duas mentes em um só coração.
