As Coisas Nao Acontecem por Acaso

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⁠Se por acaso o barulho te fez se perder, relaxe, pois o amigo silêncio te encontrará.

Inserida por UbiataMeireles

⁠Nada é por acaso,
nem o nada, nem o acaso.

Inserida por frankfernandes

⁠Poeira de estrelas formam corpos errantes, que seguem seu percurso, ao acaso, sob a luz proveniente do divino e do empírico.

Inserida por ninhozargolin

⁠ACASO

E no reluzir perpetuado, nesse sorriso enamorado,
Que por acaso nos arrasta ao encontro inesperado,
Em um breve momento onde se cruzam os olhares,
Falam mais que palavras proferidas aos milhares,

E nesse cintilante brilho dos lindos olhos amendoados,
Refletem a certeza que os sonhos a tanto encarcerados,
Despertam e por fim podem deste grilhão ser libertado.
Refazendo a esperança em viver um amor tão almejado.

Instante eternizado no tocar dos ávidos lábios em um beijo,
Na química inexplicável dos corpos entrelaçados em desejo,
Ao rápido movimento onde as roupas se espalham pelo solo.
Ter seu corpo quente, pulsando e se aninhando em meu colo.

Sinto que novamente no giro incerto dos ponteiros do acaso.
A vida é dádiva bendita, pois o melhor nos chega sem atraso.

Claudio Broliani

Inserida por ClaudioBroliani

⁠Encontrar um amor é sorte, mas mantê-lo é competência. O acaso pode colocar alguém no seu caminho, mas é o esforço, o diálogo e o sacrifício que determinam se essa pessoa ficará. Amar pode começar no acaso, mas só continua no propósito.

Inserida por Locatelli_fausto


Atos de amor valem mais do que sua intensidade ,acaso um amor gigante que muito diz e nada faz vale mais do que o pequeno amor que nada diz , mas muito se prova?

Inserida por Jcpz

⁠"O acaso passou por aqui essa noite.
Trouxe você, uma flor e exageradas doses de amor.”

Inserida por rayssaruffo

⁠"Se, por acaso,
seus dias escurecerem,
lembre-se: Jesus Cristo é a Luz!"

Inserida por JorgeTolim

⁠Misturo Deus e o homem em um recipiente fechado e guarda na geladeira, sou fruto do acaso, confronto entre o encontro de dois corpos contrários, as palavras mais lindas sobre a vida estão no dicionário, alinho meu vocabulário para o que é necessário, acordo e dou de cara com a vida, um livro são pensamentos ativos, escolho entre o bônus e o ônus fico com o caminho do meio, deve saber pro que veio muito antes do recreio, creio porque tenho medo, confesso pra que saiba da verdade, vaidade nenhuma segura a minha ação, palavras são cartas de despedida, velo meus afetos, sou flácido ao ponto de escorrer pelos dedos, tenho defeitos que representam meus maiores medos, sou eu quando ibo, quando escolho, torço pra que um dia nossa vida sirva pra libertar outras vidas do que nos faz perder nossso tempo de vida por mentiras.

Inserida por Vinischuartz

⁠Soneto do "Acaso Eterno"

⁠Mais do que beleza em virtudes
Quando, mais que a doce fala,
O olhar forte que abala,
Vem com sutileza em atitudes

E se são tantos predicados
Aos quais estamos nós sujeitos,
Só se entende, então, defeitos,
Os sujeitos, próprios mal dedicados.

Se ouvimos um brado de independência
Numa voz quente e retumbante,
Lembremos logo as tais virtudes

Pois são tão belas quanto inconstantes.
São um brilho intenso de consciência
Das suas belas inquietudes!

Inserida por Smurilo

⁠As roupas são um mero acaso, uma formalidade do amor.

Inserida por RobinS25

Nada e por acaso,
tudo tem um propósito.⁠
E toda escolha tem suas consequências.
Seja bom ou ruim

Bom dia 😉

Inserida por waldson_wanio_barbosa

⁠Tudo depende do meu ponto de vista, de como processo o esperado, ou o por acaso. Posso sentir por um tempo o poder do desespero do por acaso, mas logo o mesmo se aproxima do esperado, e o que é dor, torna-se aprendizado, fortalecimento. Então eu rio por dentro, e em minha face floresce um sorriso tímido, para em seguida resplandecer em meus olhos a alegria de um sorriso maroto, mais gracioso e realmente feliz. Enfim, entendi que o meu tudo sou eu, e que a felicidade reside em mim.

Inserida por barbaramelosiqueira

"⁠A beleza – natural ou artificial – jamais é fruto do acaso".

Inserida por CarlaGP

⁠”Nada é por acaso! Tudo é pelo algoritmo.”

Inserida por leilanavarro

⁠O acaso é apenas a máscara do inevitável, e os grandes mistérios da vida se revelam na sutileza das coincidências.

Inserida por pensadorposmoderno

⁠Houve tempos em que os encontros eram atribuídos ao mero acaso, como folhas que caem ao vento sem direção definida. No entanto, à luz da filosofia estoica, aquilo que se apresenta não é fruto do acaso, mas da sincronicidade — conceito profundamente explorado por Carl Gustav Jung, ao afirmar que certas coincidências não são meras casualidades, mas reflexos de um entrelaçamento misterioso entre o interior e o exterior da alma. Assim, ao observar o florescimento de uma conexão entre dois seres, como raízes subterrâneas que silenciosamente se buscam, reconhece-se algo mais do que mera casualidade: vislumbra-se o desenho sutil de algo inevitável.
Em meio à paisagem ordinária de dias iguais, em que as rotinas parecem seguir seu curso previsível, é que, de súbito, manifestou-se uma presença singular — a dela. A chegada inesperada, silenciosa, porém marcante, revelou-se como um sopro novo em uma atmosfera que já se supunha completamente compreendida. Nada em sua vinda anunciava tempestade, mas nela havia o vigor de um vento raro, daqueles que levantam folhas secas e reacendem perfumes antigos da terra molhada. Sua presença não foi prevista, tampouco solicitada — e talvez por isso mesmo tenha sido tão essencial. Como as marés que obedecem à lua sem jamais se encontrar com ela, assim surgiu: discretamente magnética, suavemente inevitável.
A convivência que nasceu entre mentes que se reconhecem transcende as contingências temporais e sociais. Sente-se, nas entrelinhas do cotidiano, uma espécie de harmonia invisível — aquilo que Platão descreveu em seu “Banquete” como reminiscência da alma, como se houvesse, num plano anterior ao nascimento, um pacto tácito entre essências que, ao se reencontrarem, silenciosamente se recordam de quem realmente são.
Foi nesse reencontro, ainda que revestido de casualidade aparente, que se inaugurou um tempo novo. O gesto simples de trocar palavras em meio ao labor pedagógico revelou-se uma travessia silenciosa entre dois continentes há muito separados. Havia, no olhar dela, um farol discreto que não guiava com urgência, mas com profundidade. E assim, cada conversa tecida, cada riso partilhado e cada silêncio compartilhado tornaram-se capítulos de um livro que se escreve sem pressa, com a elegância das narrativas bem conduzidas.
Seria imprudente e reducionista pensar que o que nasce entre duas almas pode ser confinado aos limites das convenções humanas. Simone Weil, ao discorrer sobre a atenção plena, afirmou que o verdadeiro amor é aquele que contempla o outro em sua essência, sem desejar possuí-lo. E é nesse lugar elevado que se instala a beleza do vínculo que se observa: em um tempo de distrações, há algo raro e sutil em sentir-se genuinamente compreendido por outro olhar.
Na natureza, a analogia se desenha com clareza. Existem árvores cujas raízes subterrâneas se tocam e se alimentam mutuamente, mesmo a quilômetros de distância. O micélio, rede inteligente dos fungos que percorre o subsolo, conecta espécies distintas, promovendo o equilíbrio e a partilha invisível de nutrientes e sinais. Tal como essa rede silenciosa, os afetos que crescem entre duas consciências despertas vão se entrelaçando em gestos, sorrisos e palavras ditas no tempo certo, com a justeza de quem não quer apressar o desabrochar de uma flor.
A música, como arte que transcende a linguagem e fala direto à emoção, também se torna aliada na tentativa de traduzir o indizível. Em “Something”, dos Beatles, ouve-se: “Somewhere in her smile she knows that I don't need no other lover.” Já em “She”, eternizada na voz de Elvis Costello, capta-se a ambivalência e a força de uma mulher que, mesmo sem palavras, transforma o ar ao seu redor. Canções como essas, embora escritas em contextos diversos, são ecos de um sentimento universal — o encantamento diante da presença de alguém que modifica tudo sem precisar fazer esforço algum.
Nietzsche, em seus aforismos, escreveu: “Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.” Ainda que a frase possa ser mal interpretada em um contexto desatento, há nela uma chave interpretativa preciosa: o sentimento que emerge com autenticidade, sem desejo de conquista ou vaidade, habita um espaço ético superior, onde o afeto não subjuga, mas revela. Um afeto que respeita, admira e deseja apenas o bem do outro, sem exigências, sem pressa, como as estrelas que brilham silenciosas, ainda que a milhões de anos-luz.
É comum, na existência, cruzar com inúmeros rostos e nomes que se perdem no ruído dos dias. No entanto, poucos são aqueles cuja presença permanece mesmo na ausência, como uma canção que insiste em tocar na memória ou como o perfume que continua impregnado mesmo depois que o vento levou. E quando essa permanência é acompanhada de afinidade intelectual, respeito mútuo e um prazer genuíno em conversar sobre tudo — do trivial ao eterno — então se alcança o que Aristóteles chamava de philia, a amizade que floresce entre aqueles que compartilham virtudes.
Dela não se esperava nada. E justamente por não se esperar, sua presença tornou-se ainda mais potente, como uma flor que rompe a pedra, como o azul que surge entre nuvens densas. Não veio para perturbar a ordem, mas para sutilmente revelá-la sob nova luz. Sua chegada não gritou, mas murmurou verdades que estavam adormecidas. Com ela, o ordinário foi ressignificado.
Assim, como as estrelas que jamais colidem mas se reconhecem na vastidão do cosmos, certas almas se tocam sem necessidade de posse. Reconhecem-se e sabem, mesmo em silêncio, que algo especial habita o espaço entre elas. E esse saber, mesmo sem ser nomeado, é suficiente para fazer florescer um jardim secreto no interior de cada um.

Inserida por SadraqueRodrigues43

⁠Um lugar onde o tempo inclina-se ao acaso, repousa o trono da incerteza.
O cavaleiro, imerso no silêncio, empunha a lâmina do destino.

Universos se entrelaçam, um ciclo que engole os dias, onde a vida devora a si mesma.

A morte sussurra promessas, e o infinito persiste.

Inserida por PQT

⁠Deus coloca cada pessoa em tua vida por um motivo especial, nada é por acaso aos seus olhos. Por isso, não rejeites ninguém, nem deixes alguém falando sozinho, pois até o silêncio pode ferir onde o amor quer curar.

Inserida por hiltonvinhola

⁠Acreditar que a razão veio do acaso é pouco razoável! É mais razoável acreditar na razão de Deus.

Inserida por jorgenazar