Artista
O artista acha que, por si só, não ensina. Ele acha que não consegue estabelecer essa relação. Mas, necessariamente, por ser artista, ele tem o que ensinar.
Gosto de arte, essencialmente, de arteiros. Já, o termo ´artista´, acho limitador e não me apetece.
O livro Harry Potter foi escrito após uma separação e depressão.
O saudoso artista tinha 42 quando interpretou Chaves.
Lady Gaga antes de se tornar um fenômeno musical "chorou tanto que não conseguia falar" quando foi demitida de uma gravadora.
Jay Z um dos rappers mais reconhecidos não conseguia ser contratado por nenhuma gravadora e a solução foi vender o CD no porta-malas do carro.
Não existe idade e limitações para realização dos nossos sonhos, a persistência é o segredo do sucesso.
O mundo é uma tela para a sua imaginação. Você é o artista, não há regras. Se você consegue imaginar isso em sua mente. Pode experimentá-la em sua realidade.
Amor e uma palavra curta a rimar,
Onde o artista escreve com pura paixäo!
Os versos são vindos do coração,
Onde o pintor pinta a tela com a cor de sua inspiração!
Parem de perguntar quando os artistas/músicos vão “arrumar” um emprego. Ser artista é uma profissão, independente de estar ganhando milhões ou não.
Um dos benefícios de ser artista é que você passa tanto tempo observando as pessoas, olhando não apenas para todos os tons e contornos de seus rostos, mas também para suas almas.
O artista é a metamorfose.
Seu coração é cerne no desenvolvimento.
Talento e florescimento no palco de atuação.
A dança dialoga com o corpo,
a música sonoriza a aura,
a pintura alicia a mente,
a escrita dá tônus à alma.
Abre-se como portal de múltiplas jornadas,
que descortinam em interpretação.
Se o corpo morre inteiro,
e dele restar só a fuligem,
se uma fração dele vive,
ela ainda fará arte.
Não me diga que é normal ser um artista, que é sensacional sonhar e esperar
Se o que sobra paga a conta da dentista e o sorriso na entrevista a inflamar
Quer-nos parecer que começa a ser tempo de o intelectual ou o artista irem perguntando a si próprios por que motivo o público que lhes falta esgota lotações dos estádios, num país subdesenvolvido do Ocidente ou numa república popular, pelo maduro prazer de assistir, durante noventa minutos, às aparentemente loucas correrias de um punhado de homens atrás de uma caprichosa bola de couro.
