Arte
Casca grossa
Viver é experimentar a arte da decepção!
Aquele que entende o sentido da vida, jamais se sentirá um perdedor.
Embora tenhamos muitas vitórias, são as decepções que nos moldam, que nos deixam mais fortes, endurecem a nossa casca e nos fazem crescer, evoluir…
Devemos celebrar cada vitória e refletir na lição existente em cada derrota.
Viver é dominar a arte de se reinventar todos os dias…uma versão melhor que a outra.
Seja a sua melhor versão todos os dias!
Vida e morte
Viver é uma arte!
O valor de uma arte se resume a habilidade, visão e determinação do artista, vista pelo ângulo do observador.
Viver novas experiências exige manter a mente aberta, desprender-se das experiências passadas e estar aberto ao que está a frente.
Viver o novo exige deixar o velho pra trás.
Deixou o emprego, não se lamente. Concentre-se na nova ocupação profissional;
A namorada se foi, deixe-a ir. Concentre-se na sua vida e, se for o caso, oportunize uma nova relação.
O seu negócio acabou/ faliu, concentre-se na próxima etapa, no novo negócio.
Mais para isso, você precisa estar disposto a mudar!
Nesse ponto é que mora o problema.
Queremos um novo emprego, uma nova namorada ou um novo negócio sem se desprender emocionalmente das relações anteriores.
É preciso aprender a fechar ciclos.
Abrir novos ciclos requer autodisciplina e controle emocional para não ficar repetindo os padrões antigos nas novas experiências.
É preciso evoluir a cada ciclo encerrado. Entender as suas responsabilidades e acertar os seus comportamentos para agregar valor as próximas relações.
Se Você não evoluir, pode mudar o namorado, emprego e negócio e nada vai mudar de verdade. Será apenas a velha pessoa em uma nova relação.
O conhecimento é uma extensão do que somos. A sabedoria, a verdadeira arte de imprimir nossa essência nos passos. E um caminhar com gratidão é um caminhar com Deus.
A vida é uma arte portanto tenha alegria como se vc estivesse atuando numa peça de teatro pois vivemos de emoções extremamente fortes!!!!!
Sou apenas a vida imitando a arte.
Sou apenas o silêncio imitando o som.
Sou eu em mil e um universos paralelos.
Uma só mente, mil versões de mim mesma.
A vida não é um dom
é uma magia
Viver é uma arte difícil
um belo ofício
Requer rendição... sacrifício
Mas tem lá seus benefícios
Mistura de sim e de não
Alquimia de alma e razão
Crer ou não crer
Sempre haverá uma questão.
seu sorriso é um paraíso que eu me encontro todos os dias, você sorrindo é uma arte para mim e eu falo coisas engraçadas só pra me alegrar com o seu sorriso. é disparado o mais lindo que já vi.
Amor incandescente
Todas as belas frases que encantam com arte, beleza e virtudes, fazem parte de tudo que é intencional pelo amor que se faz existir.
Café, Licor e Vinho, por favor! Sou um tanto acolhedor nessa arte de brindar.
Traga tudo, toda orientação e o amor; e alguém com muito vigor...
Que venha, venha sim, com papo brejeiro, um leal tesoureiro, alguém para me transpor.
Vida longa, vida breve... Muita arte marca a sina.
Queria que fosse grandeza, queria tivesse mais fantasia.
Pouco a pouco ela finda, num misterioso trajeto parte.
Pela tangente da lógica ciência, deflagra a sutil blindagem.
A vida me ensinou, que a arte de pensar é o tesouro dos sábios.
Por isso, pense sempre um pouco mais antes de falar ou reagir, a expor e a não impor as suas ideias.
Entenda que cada pessoa é um ser único no livro da nossa existência.
Estamos sujeitos a ter a sensibilidade com o nosso próximo, e de surfar nas ondas gigantes das emoções.
Não devemos ter medo da dor para ser feliz, é assim como se procura o profundo significado para viver e perceber que nas coisas mais simples, e anônimas se escondem os segredos da felicidade.
A paciência, a arte de esperar com fé na providência divina que virá.
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O tempo, um importante instrumento utilizado para nossa evolução.
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Paciência é virtude e também caridade.
(Leonardo da Silva Garcia)
Expressar o humano não é arte, é uma gritaria; toda arte por natureza deve ser fingida. Se me dissestes que a gritaria pode ser arte, responder-te-ia, o belo pode ser nauseante e o agradável poderia vim a não ser prazeroso? De imediato poderia replicar que as duas coisas não necessariamente têm que andar separadas, argumentando para isso, talvez, em termos de pulsões, treplicaria, então, não há registro deles no aparelho psíquico, pois estamos vivos sabendo que vamos morrer sem nunca ter morrido, ou seja, eles nos são simbólicos em certa medida, por isso a sensação de sermos infinitos e a morte nada, em um salto de percepção desejada, em uma sensação irrefletida e apontada para o nada (o desconhecido) e em um processo contínuo de linguagem (simbólico), o tão caro nirvana dos místicos, o encontro com o dharma _encontrando-se_, e acrescentaria, não necessariamente têm que andar separadas, mas necessariamente devem andar separadas, o próprio fato de tender denuncia isto, pois quando misturadas não seria nenhuma uma coisa nem outra, não seria agradável a priori (naturalmente), porém, como uma proposta revolucionária e inovadora e boa e genial, sim todas as coisas entrelaçadas pelo desejo, e não correlacionadas diretamente em termos de implicação lógica, mas nunca vista (sentida e compreendida), por isso o processo de apreciação se dar pela exposição e absorção do discurso, ou seja, uma dessensibilização. Em síntese, se torna um absurdo defendido, pois todos desejam ('não morrer' !?) e imune a qualquer racionalização que por natureza exige coesão lógica interna e externa, além do mínimo, ou necessário, de resultados pragmáticos, ou seja, se torna um discurso esvaziado de conceito, quando muito, de rigor. Poderias fazer a observação de que há uma falha na minha argumentação, apontando para isso que as duas pulsões tendem ao infinito por não ter assinatura no aparelho psíquico, ou seja, ambos têm a mesma força de ação e presença, digo, em termos quantitativos são equivalentes, argumentaria pois que não poderia estar mais equivocada; a morte é a verdadeira significante da questão, pois o fato de não sabermos o que é o instinto de fato por sermos seres racionais, nos faz seres de linguagem, razão e sim, morte, a morte é o que nos constitui como sujeitos e humanos, homem. A vida é o enquanto, a morte é o final, o que nos aguarda e como todo final, não é desejado, por isso nos esforçamos ao máximo para tentar deixar o enredo um pouco mais interessante, mas desde o início temos somente uma certeza, a de que vamos morrer, isto é, que a história terá um ponto final e isto nos faz diferente de qualquer outro animal, ao ponto de ignorarmos o máximo possível este fato indubitável, vivaz e límpido, porém, tenebroso. Ademais, o que nos faz ser humano é o atravessamento da linguagem, a inserção da lei, isto é, da instância do superego com a pulsão de morte. Perfazendo, somos 'seres' que morrem, no mais são produções imaginárias, por vezes delirantes, por conseguinte, mentirosas.
