Arrepio
Insônia
Oh tempo... tempo... tempo...
Sinto calor, sinto frio, arrepio
Não é meteorologia
Só contratempo
São altas horas da noite
Perdi o sono
Um açoite
No coração abandono
Contar carneirinhos
Roubam a inspiração
Um a mil destes bichinhos
Nem oração
Tento escrever uma poesia
Caneta e caderninho a postos
Rabisco... só heresias
Caminhos opostos
Subscrevo
(Bia Pardini)
Amar é...
Sobre aquele
sorriso no
cantinho da boca
Sobre aquele
arrepio que
a gente sente ao
lembrar da pessoa
Sobre estar presente
lado a lado...
SAUDADE
Tem cheiro
Tem calor
Tem arrepio
Tem sabor
Tem nome
Tem endereço
Tem lembrança
Que nunca esqueço...
"Não toque na minha dignidade".
Sinto calafrio.
Encho me de arrepio.
Com tanta indignação.
Meu Senhor da o trigo.
Inimigo atrevido.
Retira da mesa o pão.
Tripudia, zomba com tanta patifaria.
Aprisiona com as manobras capitalistas.
Podridão este mundo vigarista.
Não faço parte dessa zombaria.
Use a força bruta.
Escondem a verdade.
Joga na lona a liberdade.
Nega o fruto que não é vosso.
Dificulta todo negócio.
Mas não rouba a minha dignidade.
Das tuas mãos fajuntas não como.
Identidade imoral.
Anos mil a revelar.
Muito mais, de grau em grau.
Altíssimo, em nome de Jesus.
Me aparte do crivo da maldade.
Preserve em mim, assim, lhes desejo vida e dignidade.
Deus abençoe a todos.
15/07/2022.. 22:09hs.
Rei: Giovane Silva Santos.
Agora é tarde
Falei
que o nosso amor estava por um fio
só de lembrar logo eu arrepio
agora e tarde pra voltar atrás
Eu sei
que a nossa história foi um caso
hoje acabou já não há mais mistério
vou confessar eu tenho um novo amor
Nos braços dela eu encontrei abrigo
só de me olhar eu perco o juízo
não me procure, não me ligue mais
Talvez,
entenda cultivar o amor
aprende como evitar a dor
talvez a vida te ensina o que eu não fui capaz
Eu fiz de tudo para ter você
te dei meu mundo e quis pagar pra ver
quebrei a cara e hoje eu aprendi viver
Nos braços dela eu encontrei abrigo
só de me olhar eu perco o juízo
não me procure, não me ligue mais
Talvez,
entenda cultivar o amor
aprende como evitar a dor
talvez a vida te ensina o que eu não fui capaz
...
Minha alma sente frio
Arrepio, calafrio
A saudade está no cio
Esvazio, um vazio
Suas cinzas pelo rio
Nostalgia, sem seu brio
Arrepio
Tua voz
mansamente
chegou aos meus ouvidos.
De canto de boca,
meu sorriso espelhou o teu.
As janelas da tua alma
fitaram-me
em pensamento
e o meu corpo
logo estremeceu.
Tocavas-me,
sem que houvesse
contato.
E enxergava-te,
ainda que
não pudesse ver.
Estava distante,
mas, de corpo e alma,
te sentia.
AMOR TERNURAS
O meu corpo ferve
Colado ao teu
Sinto um arrepio
Que me beija
A alma
Meu amor
Faz-me tua
Como uma loba
uivando de prazer
Delirando no teu corpo nu
Nesta paixão
Nesta loucura
Nesta ternura feita de amor.
Moça do museu
Moça que eu vi no museu,
me apaixonei só ao te olhar.
Seu olhar me arrepiou.
Seu sorriso me conquistou.
Enquanto você observava as obras,
Eu fitava a obra de arte mais magnífica dali.
A qual eu desejei ter.
Você.
Sua voz ecoava pelo museu.
As ondas do seu cabelo me enfeitiçaram.
Sua voz soava como uma poesia,
uma poesia pura e bonita.
Desejei a todo minuto ser seu.
Queria ter seus lábios colados aos meus.
Depois deste dia, nunca mais te vi.
Mas desejo um dia,
Te reencontrar por aí.
A vida é o frio na barriga, o suspiro profundo, o arrepio que gela. Eu gosto da sinceridade que não se esconde.
Defina Paixão
Como é possível?
Sentir o peito apertar
A barriga congelar
Um arrepio na espinha
Um calafrio nas costas
O rosto enrubescer
O cérebro paralisar
O coração se arritmar,
não importa a ordem,
O corpo ferver
Tudo isto junto!
E, ainda assim,
Continuar vivo?!
Leticia Bravo @febredoquesinto
RUGE A FÊMEA, GEME A FERA!
...No arrepio, que percorre a espinha;
Há penugem eriçada por toda a pele;
Em suave toque que do sono desvele;
Desperta a fera desejosa e mansinha.
Sagaz como fêmea voraz em seu cio;
Se move maliciosa em busca da caça;
No seu bailar leve, envolto em graça;
Ataca a presa, por ser esse seu vício.
Implacável em seus desejos insanos;
Avança com sede direto ao pescoço;
Mas dominando a presa sem esforço;
Ela se entrega, a prazeres mundanos.
Então, a predadora já não é mais feroz;
Agora a presa que impõe seus fascínios;
Subjugando a fêmea aos seus domínios;
A devora e sacia-se sendo agora o algoz.
Claudio Broliani
