Aprendi que Nao Importa
Pedem que nos lembremos de idéia e não do homem. Porque o homem pode falhar, ele pode ser apanhado, pode ser morto e esquecido. Mas 400 anos depois, uma idéia ainda pode mudar o mundo
O suicida não deseja a morte. A sobrevida talvez. O cansaço de ser.
Apagar a lembrança quase intermitente do que é. Ele morre para pontuar.
E colocar um ponto infeliz ao final de sua história.
Esperar que a vida lhe trate bem porque você é uma boa pessoa é como esperar que um touro não te ataque porque é vegetariano.
Não, vocês tem balas, e a esperança de que quando elas acabarem eu não esteja mais de pé, por que se estiver, vão estar mortos antes que possam recarregar.
Deixai as aves voar sobre a cabeça
Mas não deixai fazer ninhos...
Nota: Versão adaptada de um conhecido provérbio chinês.
Tem gente que fala que não gosta de mim, que sou metido, mas a única coisa que sabe de fato sobre mim, é o nome.
O pior dos sentimentos é a indecisão. É a sensação de dúvida, de incerteza. É não saber que rumo tomar, que escolha fazer, que caminho seguir. É você não saber até que ponto vale a pena, se você já fez tudo o que podia ou se tem que lutar mais. É você não ter certeza do que você quer, ou pior, não ter certeza do que a outra pessoa quer. O pior dos sentimentos é a indecisão, é ela que coloca em dúvida todas as certezas que você achava que tinha, todas as verdades que você acreditava e todo o caminho que você seguia. A indecisão é sinônimo de dúvida, e é a dúvida que costuma fazer você escolher sempre os piores caminhos por parecerem ais fáceis, mas é ao contrário meu caro. Os melhores caminhos são os mais difíceis, são os que fazem a gente dar valor no que tem, no que conquistou, são os que por mais obstáculos que tenham, sempre queremos superá-los para alcançar a única certeza que temos que um dia conseguiremos: a de ser feliz.
Nada mais chato do que o medo de não agradar. Não querer agradar é uma das maiores formas de libertação num mundo em que somos obrigados a amar tudo e nossa volta. Ninguém é capaz de tanto amor.
Par perfeito
Alguém que não tenha medo de demonstrar seus sentimentos! Mas não só os amorosos! Os de desgosto, de felicidade, de arrependimento, de aprovação. Todos que sejam necessários, mas nunca esquecendo de cuidar do coração alheio. Alguém que não tenha medo de dizer "Te amo"! Ou talvez, "Como eu penso em você"... Que conheça as expressões de meu rosto! E que olhe pra mim apenas para admirar. Quero alguém que escreva cartas, que deixe bilhetes, recados! Mande mensagens de madrugada! Alguém que traga rosas! Que esteja ao meu lado quando eu menos merecer, pois pode ser o dia em que eu mais precise! Alguém que me deixe ser EU! Que tenha confiança em mim, em minhas palavras e atitudes! Alguém que ouse sonhar! Que pense em um futuro! Que ame a Deus! Alguém que enxugue minhas lágrimas! Ou que ofereça o ombro para chorar comigo! Que queira deitar na grama e ver a lua dormir e o sol nascer! Que cante canções e divida segredos! Alguém que compreenda!
Há um velho provérbio que diz que você não pode escolher sua família. Você aceita o que o destino lhe dá. E gostando deles ou não, amando-os ou não, entendendo-os ou não, você se adéqua a eles. Aí então tem a escola de pensamento que diz que a família onde você nasce é simplesmente o ponto de partida. Eles te alimentam, te vestem e tomam conta de você até que esteja pronto para cair no mundo e encontrar sua própria tribo.
Quando me dei por perdido não encontrei ninguém, me fiz de fênix e renasci, assim vou continuar renascendo mil vezes se necessário; mesmo que ainda seja sem você.
Não passava de um coração solitário pulsando com dificuldade no espaço.
Não faço questão de lançar moda. Música é para os ouvidos, não para os olhos. Vocês nunca vão me ver cantando de biquíni.
Alice e Chapeleiro
— É claro você tem sua família não é verdade, coisa importante é família e só temos uma.
— Chapeleiro, eu nunca mais verei você.
— Minha querida Alice, nos jardins da memória, no palácio dos sonhos é lá que nos encontraremos.
— Mas o sonho nunca é realidade!
— E quem decidiu o que é o quê?
— Adeus chapeleiro
