Aprendi que não Adianta
Aprendi a não me iludir, a não me seduzir por meras palavras... Aprendi a observar e não só ouvir. Aprendi que nem sempre as pessoas falam do que o coração está cheio... Isso não é uma forma pessimista de pensar, é só um simples observar.
"Já fui fraca, hoje aprendi com todos os meus tombos, todas as decepções que é forte quem permanece em pé... Sendo assim, não me levanto mais, porque não me permito cair."
-Aline Lopes
Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.
"No Rio Negro e no Rio Solimões, aprendi que nem todo encontro foi feito para se misturar... alguns existem para nos ensinar que, até lado a lado, é preciso permanecer sendo quem se é."
Todos os dias ...
Todo os dias aprendo , relembro e repasso o que aprendi , saber é um tesouro que não se deve guardar temos que ser generosos com ele..
porque se não o compartilhamos muito se perde.
Compartilhar é uma forma de preservar o saber
Entre Silêncios e Palavras
Ei meus leitores uma pra hoje .3.12.26.
Aprendi a escutar o tempo das pessoas.
Não o tempo do relógio, mas o tempo da alma.
Aquele que não se mede em horas, mas em ausências, olhares desviados, respostas curtas.
Porque nem tudo que alguém sente sai pela boca, às vezes, grita no silêncio...
Foi quando comecei a perceber isso que tudo mudou.
Parei de forçar portas trancadas.
Parei de querer estar em festas onde meu nome nunca foi lembrado.
E deixei de me sentir preso em prisões onde eu era inocente.
Entendi que ninguém é maior ou menor.
Eles são como eu.
Com medos, vontades, contradições.
Quero uma relação, mas também quero minha liberdade.
Quero parceria, mas reconheço: às vezes sou egoísta.
E tudo bem.
Ser humano é isso um rascunho em constante revisão.
Escrever sempre foi minha forma de respirar. Quem já esteve perto sabe,
Mas muitos me julgaram por isso.
Talvez por não entenderem.
Ou por não terem coragem de criar.
Será que faltava criatividade?
Ou será que doía ver alguém transformar dor em poesia?
Não sei se quem me lê é um intelectual…
Ou só alguém que, como eu, foi deixado de lado.
Mas se minhas palavras tocam, mesmo que uma só pessoa,
então já valeu.
Porque isso aqui.,
não é só um texto.
É libertação.
@EvansJ_oficial
Ser multifacetado nunca foi escolha de conforto, foi necessidade de sobrevivência. Na vida aprendi a fazer de tudo um pouco, não por vaidade, mas porque quem me salvou muitas vezes foi o meu próprio trabalho. Enquanto muitos desistiam ou se escondiam das dificuldades, eu encontrei no fazer, no aprender e no construir o caminho para continuar de pé.
O trabalho sempre foi minha força. Foi nele que encontrei disciplina, respeito e identidade. Cada serviço, cada desafio, cada responsabilidade que passou pelas minhas mãos ajudou a moldar quem eu sou hoje.
Se antes o medo batia à porta, hoje aprendi a encará-lo de frente. Hoje faço o medo ter medo de mim. Não pela força bruta, mas pela constância, pela coragem de continuar e pela certeza de que quem trabalha com verdade constrói o próprio respeito.
Ser presença, para mim, é isso: chegar, assumir a responsabilidade e entregar o melhor. Porque no final das contas, cada trabalho que realizo carrega algo que não pode ser copiado minha assinatura, fazer bem feito, com respeito e excelência.
Só bora ....
By Evans Araújo
Aprendi algo valioso: destaque verdadeiro não vem de quem tenta chamar atenção, mas de quem constrói respeito. Seja lembrado pela sua competência ou será esquecido pela sua vaidade.
Na tua ausência, aprendi a fazer do pouco um refúgio.
Inventei universos paralelos onde, ao menos lá,
meu coração podia experimentar o gosto de te ter.
E nessa fome de ilusões, aceitei migalhas —
tua amizade bastava, mesmo quando teus olhos
se perdiam em outros amores,
enquanto eu, em silêncio, me desfazia em espera.
Eu me digo o que ninguém ousa
porque o silêncio sempre cobrou caro demais.
Aprendi que não nomear
é permitir que o erro volte
com outro rosto
e a mesma violência.
Eu não fui feita para a paz passiva,
mas para a vigília.
Observar é um gesto ético.
Falar é uma forma de cuidado.
Quando digo o nome das coisas,
não crio conflitos
eu interrompo ciclos.
Não carrego culpa que não é minha.
Carrego palavras.
E palavras, quando ditas no tempo certo,
impedem a repetição do horror.
Eu falo
porque existir em silêncio
nunca me protegeu.
Lilian Morais
Sabe o que aprendi sobre o sempre é que o sempre é o HOJE. Não deixe de aproveitar os momentos, as pessoas, a sua vida. Não deixe que o orgulho, a raiva, a angustia estrague seu dia. Não desperdice um passeio com mau humor, com memórias que te chateiam de anos atras. Perdoe se liberte com a certeza de que o :"E viveram felizes para sempre ". É na verdade, viveram o melhor que puderam, não abriram mão de lutar pelos sonhos, não deixaram que o medo os impedisse de tentar, não perderam uma oportunidade por orgulho. Não fecharam as portas para o amor e nem deixaram que as muralhas os impedissem de ver o horizonte. Viva o HOJE. Viva bem !
____ Lene Dantas.
Na escola da vida, eu encontrei você, na escola da vida, aprendi muito com você, quando vamos mudar, essa nossa situação de estarmos com todos e em meio a solidão...
Eu quero um amor...
Eu quero viver...
Eu quero você...
Como podemos está aqui na escola da vida?
Eu quero um amor, que seja igual a você.
Quero um amor que me faz bem.
Quero um amor que me entenda nos momentos de dor, porque a escola da vida já me fez sofrer e não quero mais essa vida dolorida...
Quero um grande amor e esse amor tem que ser você.
"Aprendi que no jogodo
amor nada é impossível,
uma hora você ganha
outra hora você perde
ninguém é invencível "
Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
Filha de Anselmo
Aprendi cedo que gentileza não fazia barulho.
Ela morava nas sacolas da feira, quando minha mãe voltava com frutas a mais, porque sempre havia um vizinho que precisava.
Morava no biscoito feito por quem morava sozinho, mas nunca quis ficar só.
Morava na panqueca trocada por um doce, sem nota fiscal, sem contrato, sem fotografia para provar.
Era assim que a gente se reconhecia gente.
Na escola, não havia tecnologia avançada, mas havia mãos estendidas.
Um ajudava o outro porque ninguém chamava isso de favor — chamava de convivência.
A vida nunca foi fácil.
Meu pai trabalhava à noite.
Meu avô acordava às quatro da manhã.
João Figueira, meu avô, foi um dos fundadores do Sindicato da Estiva.
Veio de Portugal, trocou o comércio pelo peso da sacaria, comeu seu peixe ensopado antes do sol nascer e saiu para trabalhar.
Não havia romantização. Havia esforço.
Havia luta.
E havia dignidade.
Hoje dizem que o mundo mudou.
Mudou mesmo.
Agora quase tudo tem preço.
Faz-se trabalho.
Faz-se prova.
Faz-se até aquilo que deveria ser aprendizado — desde que caiba no bolso.
A gentileza virou discurso.
O cuidado virou status.
A educação virou número.
Quando me incomodo, me rotulam.
Já me chamaram de petista.
Mas não sou de partido algum.
Sou filha de Deus.
Sou filha de Abselmo.
E talvez seja isso que incomode.
Porque não falo por ideologia.
Falo por memória.
Por crianças suando em salas quentes enquanto o discurso sobre natureza é feito no ar-condicionado.
Por professoras que aprendem a silenciar para sobreviver.
Por um tempo em que ninguém filmava tudo, mas todo mundo cuidava de alguém.
Não busco palco.
Busco coerência.
Não busco status.
Busco respeito pela infância.
Se isso hoje parece subversivo, talvez seja porque esquecemos demais.
E alguém precisa lembrar.
Mesmo em voz baixa.
Rosana Figueira
O tempo foi passando e eu não me atentei da importância daquilo que não aprendi.
Com a brevidade da vida, passou…
Passou a oportunidade de leveza para a grandeza, fazendo se achegar a tristeza pela falta de beleza no agir, no vestir, no me comportar como a mulher que tem amor no peito, mas é sem jeito.
O tempo consolida padrões difíceis de desfazer. Trazendo dificuldades, em razão da deselegância consoante com o rude jeito do ser que a máscara usada por muito tempo deixou como cicatriz em raiz profunda.
