Aprendi que não Adianta

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Aprendi que o tempo é professor
Ensina a força que vem do amor
E cada erro que me fez cair
Foi quem me ensinou a seguir _ Frase da música Seja Luz do dj gato amarelo

⁠Não me abalo com as dificuldades, aprendi a enfrentar e só parar quando vencer, passando por cima ou dando a volta.

Eu aprendi que não podemos generalizar, porque até mesmo nos lixões tem coisas para se aproveitar. Elias Torres

Uma coisa eu aprendi. Quando você diz pra alguém que mais tarde fala com ela, eu penso que "mais tarde" pode ser tarde DEMAIS!

Aprendi outros idiomas.
Aprendi a falar em lágrimas⁠

Aprendi que crescer dói,
mas desistir custa muito mais caro.
Seguimos firmes, um dia de cada vez.

Não tenho medo de enfrentar desafios. Aprendi a atravessar as tempestades.

⁠Aprendi em cada passo dado na minha jornada até aqui que, não preciso provar nada a ninguém, muito menos ter medo ou receio do que vivi ou passei na minha vida.
Sei que cada dificuldade, necessidades e algumas vezes falta de algo não me fizeram ser o que muitos esperavam que fosse ou me tornasse.
Tenho meus defeitos, erros e sou falho podendo causar decepções em alguns por não querer agradar ou se sujeitar ao que querem que eu faça. Mas por ter sido ensinado a valorizar o que realmente importa e merece, recusei vários convites para crescer, ganhar dinheiro sujo ou se dar bem nas costas de outros, Hoje não me arrependo de nada porque cheguei aonde nunca pensei em chegar e ainda estou caminhando em busca do que almejo alcançar.
Com dificuldades e lutas diárias; não tendo ânimo muitas das vezes confesso, mas mesmo assim vou prosseguindo porque sei que tudo em nossas vidas são escolhas e ainda que algumas tenham sido precipitadas e erradas são aprendizados que forjaram experiências para algo ainda maior que está por vir.
Então não desista independente das críticas ou pedradas que você recebe na caminhada, você sabe o que é verdadeiro e o que importa ; prossiga olhando além da mais alta montanha porque quando menos se espera já terá ultrapassado sem perceber as dificuldades existentes no caminho.
Ricardo Baeta.

Eu aprendi que antes de ser gentil com o outro, eu preciso ser respeitosa comigo.

Sou feita de cuidado, coragem
e do mundo que aprendi a construir.
Trago comigo quem veio antes de mim.

Eu descobri uma coisa na vida: O meu alimento não é só aprender, mas ensinar o que aprendi!

Eu aprendi que caráter sustenta o nome, não o contrário.

Depois de nós, aprendi que o silêncio também faz barulho.
Ele acorda junto, senta à mesa, ocupa o espaço do que não foi dito e insiste em lembrar que algumas ausências não sabem ir embora.
Depois de nós, o mundo seguiu e eu fiquei.
Fiquei recolhendo pedaços de dias, juntando restos de coragem, tentando entender em que momento amar deixou de ser abrigo e virou travessia solitária.
Ninguém avisa que o amor, quando acaba, não vai embora inteiro.
Ele fica espalhado em músicas, horários, cheiros, lugares onde a gente nunca mais volta, mas nunca deixa de estar.
Depois de nós, as manhãs perderam o ritmo.
O café esfria na mesa enquanto o pensamento se alonga onde você ainda existe.
Não há pressa, nem conversa que sustente o calor.
Depois de nós, eu aprendi a disfarçar.
Sorrio em fotos, respondo “tá tudo bem”, faço planos pequenos porque os grandes ainda doem.
Carrego um cansaço que não é do corpo, é da alma tentando ser forte o tempo todo.
É exaustivo aprender a viver sem aquilo que dava sentido aos dias.
Depois de nós, eu ainda te reconheço em estranhos.
Na risada parecida, no jeito de segurar o copo, em frases que quase são suas.
E por um segundo curto demais, meu coração se engana, como se você pudesse voltar apenas por existir em alguém que não é você.
Depois de nós, descobri que seguir não é esquecer.
É aprender a caminhar com a falta, é aceitar que certas histórias não fecham capítulos, apenas mudam de forma.
O amor não morreu, ele apenas ficou sem endereço, sem colo, sem resposta.
E mesmo assim, sigo.
Não inteira, não curada, não ilesa.
Mas sigo.
Com esse amor quieto no peito, que não pede mais nada, só espaço para existir sem machucar.
Porque depois de nós, a vida não recomeçou.
Ela continuou, mais lenta, mais silenciosa, mais profunda.
E talvez amar seja isso no fim:
aceitar que algumas dores não passam…
mas nos ensinam a sentir o mundo de um jeito mais humano.

A coisa mais difícil que aprendi neste ano, a lição mais dolorosa que a vida me deu, foi entender que preciso deixar as coisas serem exatamente como são.
Aprendi a deixar as pessoas irem sem pedir explicações. A aceitar que nem tudo depende de mim e que nem tudo o que vai embora precisa ser entendido. Algumas despedidas não vêm com conversa, nem com fechamento, nem com a justiça que a gente gostaria de receber. E elas simplesmente acontecem, no silêncio dos dias comuns.
Demorei a perceber que segurar dói mais do que soltar. E, aos poucos, aprendi a não implorar por respostas que algumas pessoas não têm ou não querem dar. Existem dores que não se curam e com insistência, elas apenas se aprofundam.
Soltar não é desistir. Soltar é reconhecer os próprios limites. É aceitar que nem tudo está sob o nosso controle e que nem todo final precisa ser bonito para ser necessário.
Existem histórias que terminam no silêncio. E, por mais duro que seja, às vezes o silêncio já é a resposta.
Entendi que a verdadeira força não está em segurar, está em aceitar. Em respeitar o tempo do outro, mesmo quando ele não se alinha com o nosso. Em parar de esperar palavras que não virão.
Porque, no fim, a paz não chega para quem prende. Ela chega para quem solta, mesmo com o coração doendo, e ainda assim escolhe seguir em frente.

A soma das minhas batalhas
São pontes que ultrapasso.


Do mundo aprendí
Que a tolerância é o meio
Onde tudo se conquista.


Joaquina Vieira
Autora

Aprendi a dizer não, ver a morte sem chorar.
A escolher quem eu quero do meu Lado.
A me distanciar de quem não me faz bem.
A separar o que é verdadeiro do que é apenas interesse.
A viver de forma digna mesmo tendo pouco.
A nunca querer muito para ser feliz.
A encontrar prazer nas pequenas coisas e acontecimentos.
A valorizar somente aqueles que também me dão valor.
A nunca simular afeição por ninguém.
A viver é proceder conforme minha consciência.
A nunca prejudicar ou fazer mal a quem quer que seja.
A confiar em Deus e nunca duvidar do poder da fé.

Aprendi que:
Deus e o demônio, somos nós mesmos.
O bem e o mal habitam em todo mundo.
O bom caráter é o que nos salva de nós mesmos.
Todos nós sabemos o que é certo e o que é errado... nossas escolhas que nos salvam das nossas próprias más intenções.
Somos feitos de polaridades...

Muros onde antes havia jardins


Eu aprendi cedo a abrir a porta sem perguntar o nome, a oferecer água antes de saber a sede, a confiar como quem acredita que o mundo responde à altura do gesto e foi assim que me feriram: não pela força, mas pelo acesso. Gente que entrou com discurso de luz e saiu levando todo o trabalho construído em conjunto, gente que vestiu a palavra “evolução” enquanto usava o esforço alheio como escada, gente que confundiu minha generosidade com permissão, minha escuta com ingenuidade, minha visão com território livre. Doeu mais porque não veio de inimigos, mas de afetos: mãos que eu segurava, ideias que compartilhei, sonhos que tratei como comuns. Há em mim uma constituição feita de entrega, de leitura profunda do outro, de desejo sincero de construir junto e é exatamente isso que me expõe. Carrego no peito um coração que não sabe operar na lógica da suspeita, mas agora pulsa em estado de alerta, cansado de aprender pela fratura. Não é que eu tenha perdido a fé nas pessoas; é que a dor ensinou limites à minha confiança, levantou muros onde antes havia jardins. Ainda assim, sigo tentando decifrar como proteger o que sou sem me tornar dura, como honrar minha essência sem continuar sangrando, como transformar essas traições em fronteiras conscientes e não para fechar o mundo, mas para, enfim, escolher melhor quem pode atravessar.

Lembra daquele sumiço? Com ele aprendi a me guiar não para onde costumávamos ir, mas onde eu nunca iria sozinho por medo de me encontrar. Lembra quando descobri que existia uma outra pessoa em sua vida? Foi o mesmo momento em que entendi que as pessoas que mais sofrem são aquelas que não sabem o que querem, e neste caso era você. Lembra das melhores festas, dos melhores restaurantes, dos melhores parques, das melhores praias? Tudo isso só valia a pena porque era a única hora em que eu percebia seu verdadeiro sorriso e sua verdadeira satisfação, e o mais magnífico, éramos só eu e você. Lembra do pôr-do-sol juntos, do beijo na chuva, de rir até a barriga doer, de correr descalço, de passear com os cachorros? Nunca se lembrará, pois era apenas parte do meu sonho e da vida que eu desejava - e pretendia - viver contigo. E quando me dizia que viria me ver, mas sempre arrumava uma desculpa, também se lembra? Aprendi a arrumar desculpas pra mim também, dentre elas a de ter a certeza de que você nem sempre merecia a minha espera, a minha preocupação, o meu melhor. Aprendi a ter forças diante de cada fraqueza, inclusive nos momentos em que prometia não mais te procurar, e procurava; e aprendi a viver depois de quase morrer por medo de te esquecer um dia, apagando de vez aquele amor puro. Aprendi a desconfiar de tudo, me fechei para o mundo, e te agradeço por isso. Se eu não aprendesse a me fechar, talvez eu vivesse sempre com aquele romantismo sem graça, sem cor, sem consistência, sem insistência, sem exigências, sem reticências... Como disse Aristóteles, "Talvez eu seja enganado inúmeras vezes. Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança."

Conheci os espinhos, não as rosas
Aprendi cedo que o belo também corta
Cada passo era farpa na sola
Enquanto prometiam jardim, me deram a porta
Cresci regando o que ninguém colhia
Mão calejada, pouca fantasia
Quando falavam de amor, eu via alerta
Porque todo afeto vinha com cerca
Não romantizo dor, só reconheço
Foi nela que eu aprendi o preço
Enquanto uns colhiam perfume e cor
Eu entendia o valor do suor
Espinho ensina mais que pétala
Te deixa atento, mente esperta
Quem só conhece flor se ilude
Quem sangra aprende atitude
Hoje se vejo rosa, eu desconfio
Beleza demais costuma esconder vazio
Mas se vier com verdade na mão
Eu planto com calma, sem pressa, no chão
Porque mesmo ferido eu sigo em pé
Espinho não mata quem aprende a fé
Não fé cega. Fé na própria visão
Conheci os espinhos… e isso me deu direção