Aprendi que não Adianta

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Aprendi com os tombos que tive na vida, a não chorar de tristeza, não chorar de solidão, não chorar por desafetos, e também por qualquer dor, mesmo que seja física. Mas sim choro por tudo que me faz feliz, e trás paz, tranquilidade, serenidade, compreensão e afinidade ao meu coração.

Aprendi uma coisa importante e fundamental na minha vida, e agradeço a Deus todos os dias. Eu tenho uma família unida, filhos perfeitos. Não posso julgar, condenar ou criticar os que não o tem. Odeio aquelas (as) que se gabam, discriminam e menosprezam aqueles (as) que não seguiram o caminho dos seus. A vida é cheia de impercalsos e incidentes eu tenho muita fé no Senhor Jesus que tudo Pode, que tudo Salva! AMÉM.

Com o tempo aprendi a seduzir com os olhos, por que com as palavras pode-se enganar, mas com um olhar jamais.

Aprendi com o tempo!

Com o tempo aprendi a gostar de mim, cuidar de mim, e também a gostar de quem gosta de mim.

À noite vou dormir tranquilo, convicto que aprendi tudo nesta vida, mas quando acordo pela manhã, percebo que ainda falta muito.

⁠Quando tu voltares não serei mais o mesmo, sofri demais com tua ausência, aprendi muito com tua falta.

Onde tudo começou


Com ela aprendi o que é amor
Sacrifício e dor


Em meio a simplicidade
Eu via sinceridade


Nunca serei capaz de recompensar
Os anos que a mim
Ela dedicou


Mas enquanto eu viver
Irei falar sobre o seu amor

Bom dia!
Marcar um encontro com minha pessoa é algo que aprendi, se agente nao faz isso, é muito fácil tornar-se um chato em meio a multidão. Reflita!🌻🌻🌻

"Não foi orgulho. Foi proteção. Eu só aprendi a não implorar por presença."

No fim, aprendi que a maior festa é aquela que acontece quando a gente descobre o luxo de dizer "não". A música toca mais alto, o espaço fica mais amplo e, principalmente, sobra lugar para quem realmente vale a pena.

Em 37 anos de convívio com usuários de crack nas cadeias de São Paulo, aprendi que é mais difícil largar o cigarro do que o crack.

Drauzio Varella
O Supremo e os aditivos no cigarro. Folha de S.Paulo, 5 nov. 2025.

Intensa, porque nunca aprendi a existir pela metade.

Aprendi a voltar para mim.

Hoje aprendi a sentir saudades.
Aprendi que a saudade não precisa vir acompanhada de desespero. É possível lembrar e, ainda assim, sorrir. É possível sentir falta sem derramar lágrimas, porque algumas lembranças merecem gratidão, não sofrimento.
Aprendi que, se não é meu, eu deixo ir. Sem implorar, sem me perder, sem abandonar quem eu sou. Porque aquilo que realmente nos pertence não parte ao primeiro vento; permanece, escolhe ficar e enfrenta as tempestades ao nosso lado.
Hoje sinto saudades dos sorrisos que dividíamos, dos momentos em que o mundo desaparecia e existíamos apenas nós. E, curiosamente, essas lembranças já não me prendem. Elas apenas me lembram que fui capaz de amar de verdade.
Não sofro como antes, porque aprendi a seguir.
Encerrar ciclos é um dos processos mais difíceis da vida, mas também um dos mais necessários. Há portas que só se fecham para que outras possam, enfim, se abrir.
Sigo em frente, otimista, agarrado à esperança de que a felicidade ainda me espera em algum trecho dessa estrada. Busco novamente a paz que um dia senti, mas agora caminho diferente: mais sereno, mais firme, menos acessível. Não por frieza, mas por respeito às cicatrizes que a vida me deixou.
As dores não me destruíram. Elas me ensinaram. Hoje caminho olhando para frente, porque aprendi que quem vive preso ao passado nunca alcança o futuro.
A jornada é minha. A estrada parece não ter fim. Mas a minha vontade de chegar é infinitamente maior do que qualquer vontade de desistir.
Hoje aprendi que o choro não é sinal de fraqueza. Ele lava a alma, alivia o coração e rega a esperança de dias melhores.
Também aprendi que quem não está disposto a caminhar ao meu lado não merece nem mesmo a saudade que deixou em mim.
E talvez a maior lição tenha sido esta:
Hoje aprendi que a saudade também tem um fim.
Ela deixa de ser dor e passa a ser apenas uma lembrança bonita de quem um dia fez parte da minha história, mas já não faz parte do meu destino.

Aprendi a sorrir mesmo quando tudo dentro de mim queria desistir. A força que mostro por fora nasceu das dores que enfrentei por dentro.

Não gasto ENERGIA à toa.

Desde que paguei minha primeira conta de luz,


aprendi que ENERGIA custa caro.






obs. não é sobre energia elétrica.

O tempo foi passando e eu não me atentei da importância daquilo que não aprendi.
Com a brevidade da vida, passou…
Passou a oportunidade de leveza para a grandeza, fazendo se achegar a tristeza pela falta de beleza no agir, no vestir, no me comportar como a mulher que tem amor no peito, mas é sem jeito.
O tempo consolida padrões difíceis de desfazer. Trazendo dificuldades, em razão da deselegância consoante com o rude jeito do ser que a máscara usada por muito tempo deixou como cicatriz em raiz profunda.

Aprendi algo valioso: destaque verdadeiro não vem de quem tenta chamar atenção, mas de quem constrói respeito. Seja lembrado pela sua competência ou será esquecido pela sua vaidade.

O silêncio tem sido meu remédio.
Foi com ele que aprendi a me ouvir e reconhecer.
Silenciar a mente é um bem que não se mede. Precisa praticar!
#bysissym

Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.