Aprendi que não Adianta

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Aprendi a me amar no limite exato da dignidade,
onde o silêncio vira resposta
e a ausência, proteção.

Não me curvo à arrogância disfarçada de poder,
nem alimento egos que se nutrem da minha luz.
Amor próprio é escolher ficar inteiro,
mesmo que isso signifique partir.

Quem é narcisista exige palco;
eu escolho a paz.

Aprendi na vida que sempre atrás de uma coisa negativa, uma coisa positiva vai acontecer. Não importa se hoje, amanhã ou mês que vem. Simplesmente deixar acontecer.. Afinal, o futuro a Deus pertence.

Aprendi a conviver com a ausência
como quem aprende a respirar debaixo d’água.
No começo doeu,
os pulmões queimavam de lembrança,
mas depois o corpo se acostuma
a viver com menos ar,
com menos riso,
com menos você.


Às vezes ainda emergem memórias
como bolhas —
estouram rápido,
mas deixam o peito pesado
por horas.

Com você me sentia inteira,
Com você aprendi o valor do amor.E mesmo que a vida siga seu caminho,
Nenhum outro olhar traz o mesmo carinho. - Frase da música Olhar que me Vê do dj gato amarelo

⁠Uma das grandes lições que aprendi na vida, desde pequeno, foi me ensinado, pelas amigas negras lavadeiras que moravam nas Casas de Cômodos, num dos muitos, familiares subúrbios cariocas. A lição é bem simples e sigo ela, até hoje. A lição é sempre cultivar um bom e habilidoso mentiroso de bom coração, em sua vida. Por que qualquer sonho, grande ou pequeno sem uma boa dose de mentira, fica incompleto. De certa forma, deixa de ser um sonho e passa ser um objetivo a ser alcançado numa esperançosa racional previsibilidade. Até o nome, desta faculdade, ficou sem graça. Prefiro os sonhos com boas mentiras.

Aprendi desde a infância da forma mais dura, que nada nos pertence, por muito tempo verdadeiramente. A vida generosamente nos oferece mas sorrateiramente nos rouba tudo, sem ao menos deixar migalhas. Tenho medo de tempestades, ela nos tirou quase tudo, só me deixou três coisas, a vida, o shortinho surrado amarelo e meu gatinho de plástico, que tem seu rabinho mordido por mim, toda vez que estava com medo. A chuva levou me choro, também.

Descaminho

Quando decidi estar com você
Aprendi além daquilo que imaginei um dia aprender
Aprendi o que é a mentira, o que é o errado
o olhar e o sorriso, falsos
e que não existe intervalo entre o amor e o ódio
entre o bem e o mal
Aprendi quando devo ceder para obter
Aprendi que sou capaz de aprender
o que é a mentira , o que é o errado, o que é o ódio e o que é o mal
autoflagelo para suportar o inóspito
Aprendi com a retórica do sofista
Aprendi que um desatinado pode me ensinar
contudo, aprendi a perder o juízo para surpreender
aprendi tantas banalidades
tresloucada, olho-me ao espelho e o reflexo é você.

Eu amo o amor, com ele aprendi que nada perde seu valor...

Aprendi que o tempo é professor
Ensina a força que vem do amor
E cada erro que me fez cair
Foi quem me ensinou a seguir _ Frase da música Seja Luz do dj gato amarelo

⁠Não me abalo com as dificuldades, aprendi a enfrentar e só parar quando vencer, passando por cima ou dando a volta.

Eu aprendi que não podemos generalizar, porque até mesmo nos lixões tem coisas para se aproveitar. Elias Torres

Aprendi outros idiomas.
Aprendi a falar em lágrimas⁠

Aprendi que crescer dói,
mas desistir custa muito mais caro.
Seguimos firmes, um dia de cada vez.

Não tenho medo de enfrentar desafios. Aprendi a atravessar as tempestades.

⁠Aprendi em cada passo dado na minha jornada até aqui que, não preciso provar nada a ninguém, muito menos ter medo ou receio do que vivi ou passei na minha vida.
Sei que cada dificuldade, necessidades e algumas vezes falta de algo não me fizeram ser o que muitos esperavam que fosse ou me tornasse.
Tenho meus defeitos, erros e sou falho podendo causar decepções em alguns por não querer agradar ou se sujeitar ao que querem que eu faça. Mas por ter sido ensinado a valorizar o que realmente importa e merece, recusei vários convites para crescer, ganhar dinheiro sujo ou se dar bem nas costas de outros, Hoje não me arrependo de nada porque cheguei aonde nunca pensei em chegar e ainda estou caminhando em busca do que almejo alcançar.
Com dificuldades e lutas diárias; não tendo ânimo muitas das vezes confesso, mas mesmo assim vou prosseguindo porque sei que tudo em nossas vidas são escolhas e ainda que algumas tenham sido precipitadas e erradas são aprendizados que forjaram experiências para algo ainda maior que está por vir.
Então não desista independente das críticas ou pedradas que você recebe na caminhada, você sabe o que é verdadeiro e o que importa ; prossiga olhando além da mais alta montanha porque quando menos se espera já terá ultrapassado sem perceber as dificuldades existentes no caminho.
Ricardo Baeta.

Eu aprendi que antes de ser gentil com o outro, eu preciso ser respeitosa comigo.

Sou feita de cuidado, coragem
e do mundo que aprendi a construir.
Trago comigo quem veio antes de mim.

Eu descobri uma coisa na vida: O meu alimento não é só aprender, mas ensinar o que aprendi!

Depois de nós, aprendi que o silêncio também faz barulho.
Ele acorda junto, senta à mesa, ocupa o espaço do que não foi dito e insiste em lembrar que algumas ausências não sabem ir embora.
Depois de nós, o mundo seguiu e eu fiquei.
Fiquei recolhendo pedaços de dias, juntando restos de coragem, tentando entender em que momento amar deixou de ser abrigo e virou travessia solitária.
Ninguém avisa que o amor, quando acaba, não vai embora inteiro.
Ele fica espalhado em músicas, horários, cheiros, lugares onde a gente nunca mais volta, mas nunca deixa de estar.
Depois de nós, as manhãs perderam o ritmo.
O café esfria na mesa enquanto o pensamento se alonga onde você ainda existe.
Não há pressa, nem conversa que sustente o calor.
Depois de nós, eu aprendi a disfarçar.
Sorrio em fotos, respondo “tá tudo bem”, faço planos pequenos porque os grandes ainda doem.
Carrego um cansaço que não é do corpo, é da alma tentando ser forte o tempo todo.
É exaustivo aprender a viver sem aquilo que dava sentido aos dias.
Depois de nós, eu ainda te reconheço em estranhos.
Na risada parecida, no jeito de segurar o copo, em frases que quase são suas.
E por um segundo curto demais, meu coração se engana, como se você pudesse voltar apenas por existir em alguém que não é você.
Depois de nós, descobri que seguir não é esquecer.
É aprender a caminhar com a falta, é aceitar que certas histórias não fecham capítulos, apenas mudam de forma.
O amor não morreu, ele apenas ficou sem endereço, sem colo, sem resposta.
E mesmo assim, sigo.
Não inteira, não curada, não ilesa.
Mas sigo.
Com esse amor quieto no peito, que não pede mais nada, só espaço para existir sem machucar.
Porque depois de nós, a vida não recomeçou.
Ela continuou, mais lenta, mais silenciosa, mais profunda.
E talvez amar seja isso no fim:
aceitar que algumas dores não passam…
mas nos ensinam a sentir o mundo de um jeito mais humano.

A coisa mais difícil que aprendi neste ano, a lição mais dolorosa que a vida me deu, foi entender que preciso deixar as coisas serem exatamente como são.
Aprendi a deixar as pessoas irem sem pedir explicações. A aceitar que nem tudo depende de mim e que nem tudo o que vai embora precisa ser entendido. Algumas despedidas não vêm com conversa, nem com fechamento, nem com a justiça que a gente gostaria de receber. E elas simplesmente acontecem, no silêncio dos dias comuns.
Demorei a perceber que segurar dói mais do que soltar. E, aos poucos, aprendi a não implorar por respostas que algumas pessoas não têm ou não querem dar. Existem dores que não se curam e com insistência, elas apenas se aprofundam.
Soltar não é desistir. Soltar é reconhecer os próprios limites. É aceitar que nem tudo está sob o nosso controle e que nem todo final precisa ser bonito para ser necessário.
Existem histórias que terminam no silêncio. E, por mais duro que seja, às vezes o silêncio já é a resposta.
Entendi que a verdadeira força não está em segurar, está em aceitar. Em respeitar o tempo do outro, mesmo quando ele não se alinha com o nosso. Em parar de esperar palavras que não virão.
Porque, no fim, a paz não chega para quem prende. Ela chega para quem solta, mesmo com o coração doendo, e ainda assim escolhe seguir em frente.