Aprender Ler
Que te faz sorrir, querer dar bom dia todo dia, dar cartinhas com flores, matar de beijinho, ler poesia de tarde. Amor bobo mas com malícia, sem chororo nem gritos (só na cama sim).
Complicado e bonito, o amor é para ser bom; mas quando se perde vira motivo de choro brabo.
LER
– Por que devemos ler, avô?
perguntou o menino.
E o avó respondeu com sapiência:
– Ler, meu querido netinho,
ajuda a compreender o mundo
e estimula a inteligência.
Quero ler-te para voltar
A escrever-te até não
Conseguir mais 💘
Para descrever o amor
Que sinto por ti
Não devemos ler o diciónario para saber mais palavras, devemos ler o diciónaro para sentir mais palavras.
Os homens não gostam de ler a Bíblia, porque nela está escrito que eles estão errados e o Criador certo!
Por muito tempo
estive a ler uma saudade
que o tempo nunca se cansou de me escrever
e hoje jà nao sei muito bem
se leio a saudade de um tempo
se é a saudade que se escreve no meu tempo
ou se é o tempo que lê a saudade escrita
em todos os meus tempos...
Não sei se vais um dia ler estas poucas palavras,
Mas mesmo assim direi...
Tudo o que imaginas não é real...
Tudo oque sentes é fatal...
Gosto de você e acho que gostas de mim...
Desejo você tanto quanto desejas a mim...
Sonho ficar com você...espero que também sonhes assim.
Se vc ainda não aprendeu a ler o silêncio, faça-o! Talvez isso diminua algum sofrimento causado pela ansiedade da dúvida...
O POETA E O SEU POETAR
O poeta escreve com a alma
E pensa que sempre existirá
Alguém para ler
O que ele escrever
Ele escreve com sensibilidade
Fala do amor e da saudade
E o que vai no pensamento
Independente de sentimento
Porque poeta, é sempre poeta
Jamais deixará de poetar
Escreve o seu poema
Sobre qualquer tema
Ainda que seja um lamento
Ele ama a vida e a natureza
E isso, ele sabe bem admirar
Ele ama o amor e fala dele
Como num protesto pacífico
Ou de manifestação
Porque sabe, que é isso
Que vai de encontro com a emoção
E se de algum texto ninguém gostar
Basta ir na tecla "delete" e deletar
O poeta é um simples escritor
Que mesmo na alegria ou na dor
Ele ama e quer se sentir amado
É um ser apaixonante
E pela vida apaixonado
Ao ler sua própria poesia, se espanta o poeta ao passo que pensa sobre si mesmo, não encontra justificativa para tanto amor,paixão, alegria, tristeza e dor misturados,um caos de sentimentos, não o deixa entender sobre si, mas uma coisa sabe, tudo que vive, vive intensamente.
A propósito de “Três pontos ex... citados”, peça de Carlos Alberto Sousa
Acabei de ler (reler, para ser exato) “Três pontos ex... citados”, texto de Carlos Alberto Sousa, em que ele apresenta uma peça de tese ou conceitual.
Eu gostei à primeira leitura do texto, que já vou chamar de literário, porque se revela desprovido dos elementos cênicos, como palco, música, luz e figurinos. O teatro, propriamente dito, remete ao espetáculo, à representação no palco. A rigor, teríamos o texto (literatura) e sua apresentação no palco (espetáculo). Segundo Aristóteles.
Mas, voltando à peça, o autor coloca em discussão algumas questões há muito conhecidas de nós, quais sejam, o fideísmo, o ateísmo e a luta de classes. Ele inclui também, com muita competência, elementos pop – o tráfico, o rock, o sincretismo religioso – e elementos metateatrais – o fazer artístico em debate.
Numa peça breve, composta por oito atos brevíssimos, Carlos Alberto narra uma história bastante interessante, em que os personagens são dirigidos por um diretor manipulador e ávido de messianismo. Enfim, um Brecht às direitas.
A trama – envolvendo o elenco (os “bíblicos” Paulo, Davi e Sara, especialmente) e o diretor – trata de uma tragédia (com a presença dos elementos clássicos, inclusive o recurso do chamado “deus ex machina”, consubstanciado pela presença da Bailarina). Isso fortalece o argumento de que estamos diante de um texto literário que, ainda segundo Aristóteles, precede e se sobrepõe à montagem teatral, ao espetáculo. (Por isso, o cinema nunca será literário!)
Já tive a oportunidade de assistir, no Teatro Municipal de Cabo Frio, a uma performance de autoria de Carlos Alberto, a qual me deixou muito impressionado com o talento com que ele havia conduzido o texto e dosado a densidade temática. Com “Três pontos ex... citados”, não é diferente.
Aliás, mesmo quando faz versos, meu confrade e amigo Carlos Alberto deixa transparecer seu lado dramaturgo. Isso – em vez de restrição – é um elogio. Aristóteles, de novo, não me deixa mentir.
Mais que impressionado com a peça filosófica “Três pontos ex... citados” que acabo de reler, já me vejo torcendo pela montagem dela. Gostaria muito de ver (o verbo apropriado é “interagir”) Paulo, Sara e Davi no palco. Pois, ao contrário do filósofo grego, tenho certeza de que será unir o útil ao agradável. Com perdão do lugar-comum.
Eu adorava escrever um livro sobre a minha vida, mas quem o iria ler? Normalmente quem lê mais livros são os adultos , os cultos, a sociedade
prefere destruir o cérebro olhando para uma tele do que se alimentar do conhecimento. Para não falar de quem iria ler um livro sobre uma
adolescente comum? Os adultos sempre dizem que nós adolescentes somos muito dramáticos, que não temos preocupações , que a vida é fácil
até demais. Mas na realidade nós temos que decidir o nosso futuro em tão pouco tempo, temos de lidar com um monte de coisas que não entendemos
esforçarmo-nos para ter a aprovação deles. E isso tudo para o que?
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