Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe
Que tudo na vida é aprendizado, é fato. Mas, quanto mais eu conheço a simplicidade da vida, mais grata e feliz eu me torno.
O quanto tem custado a nossa profissão de fé?
Quanto do velho homem já foi mortificado, por amor a Cristo?
Ou será que a velha natureza ainda prevalece em nós, revelando que pouco temos negado a nós mesmos?
A tua ida aos céus
Um carro preto, tão escuro quanto o céu, aconchegava dentro de si um belo casal de humanos.
Humanos estes que, a todo momento, ficavam batendo nos cantos.
Um jovem casal belissimamente lindo!
Pena que o jovem rapaz não sabia o que estava vindo…
Ao ligar o velho motor, tomou-se pela dor,
porém preferiu ignorá-la, para não tirar de sua garota o sorriso.
Garota elegante, com olhos cor de madeira e cabelo cor de petróleo,
olhava-o com certa ambiguidade em seu olhar.
Pena que o jovem não houve de notar.
À toa, o carro gastava seu óleo.
Cada hora da noite — noite esta que se assemelhava mais à eternidade — os dois, novamente, demonstravam um amor que, confesso eu, nunca antes recebi, um amor cheio de reciprocidade.
Como queria estar igual aos pombinhos, amando na flor da idade!
Continuemos…
Seguiram-se amando, trocando beijos e palavras lindíssimas.
Pena que, para o jovem rapaz, estas seriam as últimas.
O seu olhar a fitava, amava e a desejava ao seu bombeador de sangue.
A sua mão a tocava, ou melhor, tratava-a como a uma mulher.
Depois de um tempo, a viagem seguiu.
Um caminhão, maior que minha mão, foi de encontro ao carro.
Talvez para cobrar-lhe uma antiga dívida?
Pena saber que, para o jovem, o combinado custou caro.
A jovem, por sua vez, teve a sua saúde mantida.
Colocaram o jovem sobre uma caminha — acredito que se chame “maca” —
e levaram-no, com certa despreocupação, a uma salinha cujas paredes e cujo teto eram brancos e sem vida.
No lugar, não havia nada, mas isto não era um problema ao rapaz,
pois ele sabia que, ao fim, teria perto de si sua mulher.
Os dias corriam de um lado ao outro, claramente sem rumo algum.
No entanto, não havia preocupação,
porque carregava a imagem daquela detentora de seu coração.
Não se queixava de remédio nenhum.
Os olhos, ainda brilhantes, namoravam a porta.
Sempre achei aquela porta digna de ser aberta por uma linda dama
que, no momento em que estivesse eu dentro de uma ilusão, me visitasse na cama,
que segurasse, em suas mãos de coelho, uma deliciosa torta, sorrindo para mim enquanto uma fatia corta.
Desculpe, continuemos…
O tempo muito se passou,
e a moça, no prédio, nem sequer pisou.
Pelo grau do acidente, o pobre rapaz perdeu parte de sua coordenação motora da região inferior.
Se ao menos ela o visse, poderia facilmente tratar de seu caso com o seu simples amor.
Se ao menos… Se ao menos tivesse…
Aos poucos, o movimento no interior foi diminuindo…
Mesmo em sonhos, não a conseguia ver ao seu lado sorrindo.
O lugar tornou-se um velho prédio onde todos os profissionais ficaram à disposição.
Suas pernas, já saudáveis, entrelaçavam os dedos ansiosamente.
Seus dentes chocavam-se uns contra os outros de nervoso,
e seu coração se quebrava em sua totalidade. Neste momento, arrisco dizer que parte dele foi eliminada pelos sucessivos vômitos de tristeza.
Ao final de seus dias, ficava de prantos em sua pequena mesa.
Na hora de sua partida, pegou seus pertences, derrubando um oceano de mágoas pelo chão.
No instante em que deixou o hospital, olhou ao pobre e triste céu,
querendo ver novamente sua amada e cobri-la com um lindo véu.
Pobre jovem… não há nada neste mundo material para segurar sua mão.
O homem foi caminhando a um local cheio de pedras com formato de paralelepípedo.
O lugar era belo; havia uma quantidade rica de flores deixadas por aqueles que, igual a ele, sentiam as mesmas dores.
Ele, a fim de honrar o local em que estava inserido, levava consigo um lindo conjunto de rosas que, milagrosamente, deixaram-no com o peito aconchegado.
“Como eu a amo!
Como eu a vislumbrava!
Uma mulher que, durante sua vida, feliz o meu coração deixava!
Como eu a amo!”
Beatrice Halse...
Quero que saiba o quanto esse seu jeitinho manhoso me encanta. Quando você fica assim, entregue a esse carinho, o mundo inteiro parece desaparecer e só resta a vontade de ficar exatamente aqui, ao seu lado, protegendo esse nosso momento. Você se tornou, dia após dia, a melhor parte dos meus dias. É nessa nossa química, na simplicidade dos nossos sorrisos e nessa conexão profunda que eu encontro a minha paz. Ter você comigo é a maior sorte que eu poderia ter, e cada minuto ao seu lado só me faz ter ainda mais certeza de que é aqui que eu quero estar, cuidando de você vivendo esse amor que me faz tão bem. [ Um amor bom] essa é você para mim.
_Enzo Ruchell_
Que o nosso dia seja tão leve quanto o nosso sentimento e tão infinito quanto a vontade que eu tenho de te amar cada vez mais.
_ Enzo Ruchell_
Amo-te!
Amo-te ‘quanto alto, largo e profundo’
minh’alma pode alcançar.
Amo-te do começo ao fim do mundo.
Amo-te ao quanto o infinito pode chegar.
Amo-te a cada momento do dia.
Amo-te à luz do sol…
Amo-te à luz do luar.
Amo-te todos os dias… do sol se pôr ao novo dia acabar.
Amo-te tanto, meu amor
Amo-te como amiga.
Amo-te como amante.
Amo-te por toda a ‘eternidade e de instante a instante’.
Bom, e quanto à sua acomodação?
É bom enquanto é bom. É bom que assim permaneça enquanto o paradigma existente mostra-se suficiente.
Mas é bom parar por aí. Quando você perceber que alguma coisa não se encaixa, caia fora... ou melhor, saia da caixa. 'Há tanta vida lá fora'... pois é, eu sei, é frase feita. Frase de efeito e que eu espero faça seu efeito.
Sabe aquele sujeito que se considera perfeito? Que vive num mundo perfeito? Pois é... é bom enquanto é.
Mas, como nada nessa vida é perfeito, aquele sujeito um dia se dá conta de que dormiu por demais da conta, acorda pra Vida, dá volta em suas convicções profundas, sai bem lá do fundo e vai viver a vida que há lá fora... sem medo de cair no absurdo, sem medo de construir outro paradigma, sem medo de violar as regras, sem medo de deixar pra trás caminhos seguidos passivamente...
Caminhos....
Quanto são os caminhos à sua frente? Você tem de decidir por um deles? Ou simplesmente pode se negar a escolher?
Ou, seguir sempre em frente... pelo caminho escolhido desde sempre.
Sabe o conhecido? A zona de conforto? Caminhos que nos levam aos mesmos lugares? A nenhum lugares?
O conhecido... tem sempre dele um que de desconhecido... sumido, amortecido, encolhido esquecido.... propositadamente esquecido.
Zona de conforto que é puro desconforto... aí você vive como se estivesse morto.
Mesmo lugares... nunca são os mesmos ares... o vento já veio, já se foi.... fez a volta e está de volta.
Nenhum lugares... passos errados... descompassados.
Sim, são muitos os caminhos... vão do possível ao impossível.
Oras...
"Das utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!"
(Mario Quintana)
Bebe comigo mais uma cerveja
Aí você pede aquela dose diferente
E eu penso o quanto seu corpo
É equivalente, essa bebida quente.
No Brasil, a justiça é cega, surda e muda quanto aos direitos do cidadão comum! Cidadãos privilegiados recebem tratamento VIP!
Que eu possa ser sempre forte quanto a rocha e continuar sensível como uma flor, pois sei que só quem tem luz própria é que pode ser as duas coisas ao mesmo tempo, sem que uma coisa fira a outra!!!
O capitalismo gera riqueza criando pobreza! Quanto menor for a instrução e a remuneração, maior a produção, ampliando a exploração!
Ninguém fala sobre o quanto "recomeçar" também cansa.. é necessário e bem "poético", mas nada singelo.
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