Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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Fico observando.


Fico observando, o quanto é difícil ;
muitos que confessam que te amam, nunca estão por perto para te levantar.


O amor nunca demonstrado, por isso eu lhes digo: Em nome de Jesus; vai para bem longe, pois eu; não te quero ao meu lado.

Cuidado! Um sobrenome abre portas, tanto do céu, quanto do inferno!

No caminho da materialização, quanto mais ignorante ou inocente se é, mais próximo se está da realização do milagre, pois a fé é irracional.

A valoração da autoestima depende do quanto se é capaz.

A vida é uma grande estrada, e quanto mais curvas tem, mais bela é.

⁠Quanto mais iniciativas tomar menos ficará à mercê do outro.

Ninguém nasce perfeito. Deve se aperfeiçoar dia a dia, tanto o pessoal quanto profissionalmente, até se realizar por completo, repleto de dotes e de qualidades. Será reconhecido pelo requintado gosto, inteligência aguda, intenção clara, discernimento maduro. Alguns nunca se realizam, falta-lhes sempre alguma coisa. Outros requerem um longo tempo para se forma. O homem completo – sábio de expressão, prudente nas ações- é aceito, e até desejado para privar do seleto grupo dos discretos.

⁠"A verdade pertence a poucos, o engano é tão comum quanto vulgar."

“Tanto as coisas difíceis quanto as mais simples, para ficarem perfeitas, necessitam de tempo para sua realização.”

Nem falador nem seco, entregue ao mutismo, mas falar com sobriedade e cuidado de tudo quanto se trata, é a regra de ouro da conversação.

Se você aceita é porque concorda,
Portanto é tanto quanto⁠.

Fala mal desse, daquele, dos outros, enfim...
A boca vive a revelar o quanto o ser é ruim.

Então em um dia qualquer você vai sentir minha falta e vai lembrar o quanto eu amei você. Nesse dia você vai perceber que nunca mais senta aquela sensação de estar comigo com mais ninguém e vai lamentar profundamente por não ter lutado por nós. Você vai ter a certeza de que aquele sentimento era único pois você nunca mais amou mais ninguém com você me amou e eu nunca mais amei ninguém como amei você.

A vejo


Por quanto tempo a vejo?
Anos, séculos, um passeio no arvoredo?
A beleza é algo que se tem ou que se convence?
No olhar eu te vejo mas são nos pensamentos que me perco.


Lamento, ter tido por tanto tempo e no final ter perdido.
Perdi o que tinha, perdi o que viria a ter
A vida segue, como se imitasse o rio
O rio que não olha para traz e não se permite voltar


Do que aprendo, eu pratico e não há aprendizado sem dor
Dor de não poder consertar, de não poder ajudar
Dor, ei de me lamentar, mas o pior é não poder ficar


Continuamos com a vida até que ferida se cure
Tenho estado nesse estado de aprendizado
Mas creio já ter melhorado a tal ponto de não doer mais
Mais o que seria do ser humano se não pudesse sentir?
O que seria de mim se não tivesse vivido a ti?

O conhecimento ensinou-me que quanto mais aprendemos, mais percebemos o quanto ainda ignoramos.

"Visto a máscara do palhaço mas só eu sei o quanto doe um sorriso que por dentro é um grito aterrorizante de dor que parece não ter fim, parece não ter solução, aflição provoca afastamento e o isolamento que se agrupa com o vazio da solidão"

⁠Quanto mais odiarmos alguém, mais chance teremos de ser o parente mais próximo do mesmo em uma próxima encarnação, sob a lei de associação...

Quando os Passos Conversam com a Alma
Quanto conversamos com nós mesmos?
Aprendi, ao longo das minhas caminhadas, que algumas das conversas mais importantes da minha vida aconteceram quando eu estava completamente sozinho. É no silêncio de uma estrada, entre um passo e outro, que encontro espaço para pensar naquilo que, no barulho cotidiano, muitas vezes não consigo enxergar. Quando surge um problema familiar, uma dificuldade no trabalho, uma preocupação financeira ou um desentendimento com alguém, costumo fazer uma caminhada longa. Não caminho para fugir do problema, mas para encontrá-lo de frente. Enquanto meus pés avançam, minha mente volta ao que aconteceu, às palavras que disse, ao tom que usei e às atitudes que talvez pudesse ter evitado.
Nessas caminhadas, procuro não pensar primeiro no erro do outro. Procuro pensar no meu. Pergunto a mim mesmo: “Eu precisava ter falado daquela maneira? Por que me alterei? Será que escolhi o momento errado para dizer aquilo? Eu havia prometido alguma coisa e não cumpri?” Essas perguntas nem sempre são confortáveis, mas aprendi que reconhecer os próprios erros exige muito mais coragem do que apontar os erros de alguém. Depois de alguns quilômetros, a raiva começa a perder espaço, o orgulho diminui e a razão volta a respirar. Muitas vezes, quando retorno para casa, procuro a pessoa com quem tive o desentendimento e digo simplesmente: “Eu pensei muito sobre o que aconteceu e reconheço que errei. Não deveria ter falado daquela maneira. Quero lhe pedir desculpas.” E faço isso sem cobrar do outro a mesma atitude. O erro dele pertence a ele; o meu, a mim. Se ele também reconhecer seus erros, melhor ainda. Se não reconhecer, preciso seguir em paz, porque não posso carregar nas costas aquilo que pertence à consciência de outra pessoa.
Foi caminhando que também compreendi que conversar conosco mesmos não é sinal de solidão, muito menos de loucura. É uma forma de organizar os pensamentos, compreender as emoções e enxergar melhor aquilo que estamos vivendo. Marco Aurélio, imperador romano e filósofo estoico, fez de suas próprias reflexões um exercício permanente de autoconhecimento. Em suas *Meditações*, conversava consigo mesmo para encontrar serenidade diante das dificuldades. Talvez todos nós precisemos, de alguma maneira, aprender essa arte. A forma como falamos conosco pode nos destruir ou nos fortalecer. Em vez de dizer: “Sou um idiota porque errei”, podemos dizer: “Eu errei, mas posso aprender e corrigir.” O erro deixa de ser uma condenação e passa a ser uma lição.
Hoje compreendo que caminhar não é apenas colocar um pé diante do outro. Para mim, caminhar é também entrar dentro de mim mesmo. Há caminhos que percorremos pelo mundo e outros que percorremos silenciosamente dentro da alma. Alguns nos levam a lugares que nunca imaginamos conhecer; outros nos devolvem àquilo que havíamos perdido dentro de nós. E talvez seja essa uma das maiores descobertas de um peregrino: **nem todo caminho nos leva a um destino. Alguns caminhos nos levam de volta para nós mesmos.**
Quando termino uma caminhada, nem sempre encontro a resposta para todos os meus problemas. Mas quase sempre encontro um pouco mais de serenidade, humildade e compreensão. E talvez seja isso que realmente importa. Porque, quando aprendemos a conversar com nós mesmos, descobrimos que nunca estamos verdadeiramente sozinhos. Enquanto nossos pés percorrem a estrada, nossa alma também caminha. E, muitas vezes, é justamente nesse encontro silencioso entre o homem e sua própria consciência que começa a nascer uma nova maneira de enxergar a vida.
Força! Caminhe mais! Conheça-se melhor!
A caminhada é um espaço de silêncio, reflexão, autoconhecimento e reconciliação.
Peregrino Nino Carneiro

Curiosamente, quanto mais reta é a linha, mais torta é a escrita!

Vivemos num mundo, onde devemos aceitar, e viver com as diferenças... Agora, quanto as suas indiferenças, aí é querer demais.