Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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"Quanto mais pessoas você depender para realizar seu sonho, menores serão as suas chances para realizá-lo."

Quanto mais pessoas dependerem do seu sonho, maior a probabilidade de ele se tornar realidade.

Uma mentira é como uma bola de neve; quanto mais rola, maior se torna.
sfj,reflexões⁠

Quanto mais Bíblia de estudo temos, menos as pessoas estudam hoje.
sfj,reflexões religiosas⁠

⁠Viver vida porque tempo e curto quanto mais aproveitar,mais tempo tms nossas vidas.

"Quanto mais nos aproximamos do ocaso da caminhada, mais aprendemos a apreciar as pequenas coisas da vida. Um abraço demorado, uma conversa sincera, o sorriso de uma criança, o silêncio da manhã, um pôr do sol, o brilho da lua, a delicadeza de uma flor passam a ter um valor que dificilmente é percebido na juventude."

⁠"As pessoas, entre elas familiares e amigos, são tão aptos quanto você para resolverem seus próprios problemas.
O mundo não repousa em seu ombros, acredite."

Poucas coisas são tão letais quanto um religioso que confunde delírio moral com missão divina.

Se o diabo fosse tão poderoso quanto dizem, o mundo estaria mais organizado.

Epistemicamente, o cristianismo é tão provável quanto a existência de fadas!

A ciência e religião nunca caminham juntas, quanto mais sabemos sobre a natureza, menores se tornam as chances de qualquer divindade existir!

Quanto mais verdade você tem, menos vontade de agir você possui?

Há um empate metafísico quanto à realidade do passado. Assumir sua realidade é uma convenção prática inevitável, não um conhecimento. Qualquer tentativa de elevar essa convenção a verdade epistêmica é ilegítima.

Reclame da vida o quanto puder. Talvez um dia ela se toque pelo serviço ruim prestado e decida melhorar.

⁠Das imensuráveis versões de mundo, nenhuma é tão medonha quanto a que gira em torno do umbigo de alguém.


Esse é um mundo muito pequeno, embora seus habitantes costumem acreditar que é gigantesco.


Nele, tudo é interpretado a partir de uma única perspectiva: a própria.


O que contraria é ofensa; o que diverge é ameaça; o que não atende aos próprios interesses é, quase sempre, incompreensão alheia.


Quem vive no centro de si mesmo não precisa necessariamente ser cruel…


Às vezes, basta-lhe ser incapaz de perceber que existem outras dores, outras razões, outras histórias e outras maneiras legítimas de enxergar a mesma realidade.


O problema começa quando o próprio ponto de vista deixa de ser apenas uma perspectiva e passa a ser tratado como medida de todas as coisas.


Então, já não se escuta para compreender, mas para encontrar brechas na fala do outro.


Já não se debate para descobrir alguma verdade, mas para vencer.


Já não se admite um erro, porque reconhecer a própria falha parece diminuir a dimensão de quem precisa parecer sempre maior.


E assim, pouco a pouco, o mundo vai ficando mais estreito.


Não porque faltem possibilidades, mas porque sobra ego.


Há quem confunda convicção com certeza absoluta, firmeza com arrogância e autenticidade com a licença poética para desconsiderar a ideia de todos que não pensam como ele.


Esquece-se de que maturidade não é ter respostas para tudo, mas conservar a humildade intelectual necessária para admitir que a realidade é muito maior do que aquilo que conseguimos enxergar dela.


Talvez uma das maiores demonstrações de inteligência seja justamente sair, de vez em quando, do centro da própria narrativa.


Olhar ao redor…


Perceber que ninguém é protagonista o tempo inteiro.


Que o mundo não foi escrito para confirmar nossas certezas.


Que existem pessoas carregando batalhas que desconhecemos, silêncios espinhosos que não compreendemos e razões que talvez jamais tenhamos considerado.


No fim, há algo profundamente triste em precisar fazer o universo inteiro girar ao redor de si.


Porque quanto mais alguém exige ser o centro de tudo, menos mundo consegue enxergar.


E talvez a verdadeira grandeza comece exatamente quando descobrimos que não somos o centro — somos apenas uma pequena parte de um mundo imensamente maior do que o nosso próprio umbigo.

De ​Norte a Leste
o meu ​Meridiano é 75° E,
sei o quanto levo,
Há ​Latitudes 35°–55° N
vivas quando quero,
E ​Longitudes 50°–90° E,
e sei o que mereço,
por ter olhar não deixo
perder e não me perco.


Ancestralidade surgida
e guiada por Ursa Maior
pelas amplas estepes
dela tenho nas veias
a ampla memória,
Não permito ninguém
de qualquer maneira
[a minha História],
Ter chegado até onde
cheguei é a real glória.


Onde em cortesia sidérea
a ​Cassiopeia, ​Orion e Polaris,
dançam na Via Láctea,
Ali repousa e se inquieta,
e faz venérea porque
busca saber onde estão
as moças da Ásia Central,
porque há algo muito
além do que é desigual.


A lembrança insistente
revolveu ao passado
como chama acesa,
Daqui a pouco todos irão
dançar ao redor da fogueira,
porque dançar e cantar
é preciso quando o peito
se encontra em lamento.

Porque resistir unidos
e celebrar a chegada
da Primavera é de ordem
exclusivamente existencial,
entre memórias, festejos,
maus-tratos e incertos,
Não parar de perguntar,
é a soma dos desejos
até alguma resposta
conseguir me tranquilizar,
quando tudo irá terminar.

Colhi Tucumã-do-Pará
porque sei que gosta
tanto quanto escrevo
os meus Versos Intimistas
no teu corpo quente
do amanhecer até o anoitecer
para de amor te endoidecer.


...


Plantei Tucumã-do-Amazonas
para que o amor profundo
venha, fique e seja o companheiro
das horas e das auroras,
Com o mesmo virtuoso impulso
dos meus Versos Intimistas
para conquistar o caminho
que nos una do melhor jeito,
para que tudo seja grande,
perfeito e totalmente intenso.


...


Tem Tucumã para colher
do mesmo jeito que tem
em mim Versos Intimistas
escritos para você ler,
para dominar e derreter.

Honre a sua ancestralidade
e o quanto tiveram que caminhar
na vida e cruzar o mar,
para até aqui chegar
e a gente vir a nos encontrar.
Nasceste brasileiro,
aqui é o seu abençoado lar;
muitos gostariam de ter
o privilégio de ter uma Pátria
como a nossa para morar,
onde a guerra de alta intensidade
não teve o poder de nos alcançar.


Sem abandonar quem você é,
não apenas pela influência
do nosso idioma bonito,
não se esqueça que você
nasceu latino pelo convívio,
pela construção histórica
e pelo resultado geopolítico.
E isso acaba moldando
o consciente, o inconsciente
e o seu jeito de se comportar,
sem nada teu subtrair ou erosionar.


Tu tens muito o que se orgulhar,
sem esperar que a satisfação
venha independentemente
de quem está a nos governar.
És filho do Pampa, da Mata Atlântica,
do Pantanal, do Cerrado,
da Caatinga e da Amazônia —
e tens o Oceano Atlântico
para estar com ele à beira-mar.
Todas as vezes que tentarem
as ideias distorcer e nublar,
sempre se lembre que tens
todos os motivos para se orgulhar.

O tempo propício chegou


de um mostrar o quanto um


pelo outro sempre esperou;


e nada nos dessacralizou.






Por adoração e magnetismo


viramos o magnífico vício


de escrevermos o destino:


o calendário não ultrapassou.






Não há um só dia que não


tenhamos vivido: porque


pelas estações nós sentimos.






E sentindo: ipês seguimos.


Com o ritmo das estações


pelos caminhos floridos.

Agosto acenou para mim
com pétalas de Ipê-amarelo
logo que saí de casa cedo,
o quanto ainda te espero
foi o que carreguei comigo.


Não nego que aos quatro
ventos sussurei o meu desejo,
Mesmo sentindo a mudança
de estação no corpo
a cada cinco minutos;
Do jeito que você virá não
tenho nenhum receio,
porque virá para mim inteiro.


O Sol que ainda estava
meio desgosto por aqui
na minha cidade de Rodeio,
fiz dele o meu intercessor
para que me guie pelo teu
bonito caminho de amor.