Aprende que Nao Importa o quanto Vc se Importe

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O Limiar

Sinto tua falta como quem sente culpa,
não apenas dor.
Há um frio que não vem da ausência,
mas do que eu seria
se cruzasse a linha que me separa de ti.
Compreendi — tarde demais ou cedo demais —
que entre o querer e o tocar
existe um espaço que não me pertence.
O que me atrai não é a vida contigo,
é o risco, a queda,
a vertigem de um amor que cobra tudo.
Nada posso fazer.
Não por fraqueza,
mas porque há desejos que, ao serem atendidos,
destroem o que tocam.
Sou criatura do limiar:
preciso de permissão para entrar,
não na tua casa,
mas na região mais vulnerável da tua alma.
E sei que isso não seria amor.
Seria fome disfarçada de ternura.
Não me salvaria,
não te despertaria —
apenas nos perderia.
Eis o dilema humano:
amar e, ainda assim, escolher não tomar.
Ser condenado a observar,
não por falta de coragem,
mas por excesso de consciência.
Amaldiçoado não por amar demais,
mas por entender o preço do amor.

"O Verdadeiro cristão remido no Sangue de JESUS não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, É A LUZ que precisa sair do museu PARA ILUMINAR O CAMINHO."

Ide...


"Redes guardadas apodrecem; pescadores parados viram teóricos. Não se engane: o mar não vem até o barco. Se queremos almas, precisamos deixar o cais. Afinal, para que serve um templo de tijolos se o Deus Vivo prefere o templo do seu corpo? Saia das paredes. O mar é grande, a hora é agora e o peixe não vai saltar para o seco."

Teorema do Olhar Elevado

Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.

John Rabello de Carvalho

"Senhor Deus, não que eu não saiba a resposta, mas é que eu nem ao menos sei qual é a pergunta."

"O tempo pode pausar os nossos dias, mas não apaga o que é eterno. Entreguei a você um amor que não conhece prazos nem condições. Vá, procure o seu silêncio e encontre suas respostas; eu ficarei aqui, não como quem espera um retorno, mas como quem guarda uma promessa que o tempo nenhum ousa desfazer."

"O amor que sinto por você não é uma âncora que te prende, mas um porto que te espera. Se o seu coração precisa de silêncio para ouvir a própria voz, eu aceito a espera. Só não esqueça que, enquanto você procura o seu caminho, o meu sempre teve você como destino."

"Não me guie pelo comum; leve-me onde a música é alta e a alma é livre. Quero a estrada menos percorrida e o som de um clássico que nunca morre. Perca-se comigo no solo de uma guitarra e se encontre no pulsar do nosso coração."

"Ele não é um amador; é um macaco muito bem adestrado — e muito bem pago — para dançar conforme a música."

"O autoconhecimento nos liberta da necessidade de agradar a quem não soma."

"Não ignore certas coisas que você acha insignificantes, pois os pequenos detalhes podem ferrar com você."

"O verdadeiro talento não se adquire em salas de aula ou fundos de quintal; ele se forja na vida. Não é produto de diplomas, mas da alquimia entre vivência, desafio e dedicação incessante. Mais que um dom inato, é uma sabedoria lapidada pelo tempo e pelas cicatrizes da experiência."


John Rabello de Carvalho

​"Falar corretamente não é preciosismo; é o dom de quem domina o próprio idioma e demonstra, ao se expressar, a verdadeira absorção do conhecimento."


John Rabello de Carvalho


@J.Rabello.C_888Oficial


#JRabellodeCarvalho

O amor ao próximo não é opcional para quem deseja construir uma sociedade verdadeiramente justa.

A solidariedade não deve ser esporádica, mas sim a base de nossas ações diárias.

Quem não apoia a caridade está negando o amor que sustenta a própria vida.

Apoiar causas sociais é investir na esperança de quem já quase não tem motivos para sorrir.

A super sensibilidade energética cristalina e a genialidade do espirito livre não conhece a idade, a etnia e a ressonância da vibração de ser universal e cósmica. Existe por si só, distante da atmosfera gravitacional e da circunscrição limítrofe do idioma, da cultura, do clima, do lugar e do tempo.

Existe um tipo de cegueira que não está nos olhos, mas na mente. É aquela que faz uma pessoa rejeitar uma boa ideia simplesmente porque ela veio de alguém de quem discorda.
O fanatismo é tão perigoso que, em nome da oposição, alguns passam a defender até aquilo que deveriam combater. Se o adversário propõe acabar com a dengue, tornam-se defensores do mosquito. Não porque acreditem na importância do inseto, mas porque perderam a capacidade de separar o valor de uma ideia de quem a apresenta.
Nesse estágio, a razão deixa de ser o instrumento que orienta o pensamento e se transforma em refém das paixões. Os fatos já não importam, os argumentos são ignorados e a verdade só é aceita quando favorece o próprio lado.
O mais triste é perceber que, nessa disputa cega, muitos já não se preocupam com o que é melhor para a sociedade, mas apenas com o que pode prejudicar o adversário. E, quando a necessidade de vencer alguém se torna maior do que o compromisso com o bem comum, todos acabam perdendo.
Discordar é um direito. Questionar é saudável. Fiscalizar é necessário. Mas rejeitar tudo o que vem do outro lado, sem avaliar o mérito, não é pensamento crítico: é dependência ideológica.
Uma mente livre julga a ideia pelo seu valor, não pela identidade de quem a defende. Uma mente dominada pelo fanatismo, porém, prefere ver o mosquito vencer a admitir que o adversário tinha razão.
Eis o absurdo da cegueira ideológica: na ânsia de derrotar o adversário, há quem aceite a derrota da própria razão — e ainda comemore como se tivesse vencido.

O professor não é aquele que apenas conhece a história das lutas, mas aquele que compreende que seus direitos são frutos delas. Esquecer essa memória é negar a própria história; abandoná-la em favor de interesses individuais é permitir que as conquistas de ontem se tornem as perdas de amanhã.”