Aplausos
Eles querem adestrar todo mundo, querem todos mansos e humildes; risadinhas, brindes e aplausos; mas nosso espírito é indomável e não se dobra com palavras vazias. Só podemos prometer a eles, nossa boa e velha selvageria.
Kamocêntrico é o homem que não se desvia por afeto barato, nem por aplausos vazios. Ele gira em torno dos seus princípios, não das vontades dos outros.
#DEUS #NU
Vaidade das vaidades...
Viver de aplausos...
Quem diria...
Que em sua louca fantasia...
Teria mais loucos a querer um dia...
Ergo a taça vazia...
Saúdo a sua insanidade...
A tumba que lhe espera...
Abrirá a boca faminta...
Ofício das horas ardentes...
Até a fatídica hora chegada...
Embriaga-se em falso orgulho...
Enquanto a multidão feroz arrota falsas alegrias...
Sob a lua escondida...
Sobre as pedras em noites frias...
De que lhe vale a contenda?
Um vulto na mortalha vazia...
De que lhe vale banhar-se no ódio...
Soberbo e cego tocando a ferida...
Em horas mortas de nostalgia...
Proferes uma tormenta de palavras...
Na espessa noite que lhe abraças...
No íntimo sabes que não dizes és nada...
Amado...
Invejado...
Não compreendo mas sei que és...
Tolos que se enganam...
Sabes bem e bem no fundo...
Que és um deus desnudo...
Mas não o culpo...
Assim é o mundo.
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
Só você tem o Poder de transformar sua vida! Não espere aplausos e incentivos. Se ninguém te apoia, erga sua cabeça, determine seu objetivo e siga em frente, sem olhar pra trás! Faça tudo com amor, pois é pra você! Os resultados virão! Acredite no seu potencial. Acredite no seu talento! Acredite em você!
@JaneFernandaN
Não se dê conta de agradar a todos nem muito menos se preocupe com o numero dos aplausos que tiveres, somente permita-se fazer o que seu coração querer;
Faça o que tiver que fazer para felicitar a si próprio, que a felicidade o receberás de braços abertos;
mais confiável é o semblante inexpressivo que não desperdiça aplausos, do que o sorriso sedutor que, em nome da vaidade e da ganância, contagia desarmonia e articula o desamor.
O Vaso
Sou cercada de aplausos sempre que por ruas alheias passo,
Sou eco quente nas mãos de quem não me conhece, sou sorriso devolvido,
Por todo lado tem olhos que me vestem de encanto como se eu fosse primavera permanente.
Elogiam minha beleza como quem acende fósforos, rápidos, breves, ardem e esquecem-se do frio depois.
Dizem amar-me sem nunca terem atravessado o meu inferno.
Mas em casa, onde o silêncio devia ser abrigo,
Me torno num mero objeto pousado no centro da mesa, um vaso que não escolheu ser decoração.
Todo ele rachado em quedas repetidas, nas mãos de um artista em negação, e o mesmo insiste em colar-me como se remendar fosse amar.
Duzentas vezes quebrada, duzentas vezes inteira por obrigação.
Não por cuidado, não por ternura,
mas porque lhe convém manter-me junto dele.
Ele não me ama,
não pergunta se o mundo me pesa, não escuta o som fino das minhas fissuras.
Importa-lhe apenas que eu ainda sirva, que eu ainda ceda, que eu ainda esteja viva.
E eu,
Exaltada por estranhos, rainha de palmas vazias,
regresso sempre ao palco onde não existo.
Sou multidão fora, e ausência dentro.
Sou escolha para quem não me escolhe, certeza para quem me trata como hipótese.
E no fim de cada aplauso,
quando o som morre e o eco se dispersa, fico eu, inteira só na aparência, a aprender devagar que nenhum vaso nasceu para viver colado.
Escritora: Paula Maureth Adriano Soares
Não são só elogios e aplausos, dirigidos a uma pessoa, que a fazem prosseguir na sua jornada de crescimento espiritual. Quem assim procede, não ama. Quem verdadeiramente ama: incentiva, aplaude…, mas principalmente corrige. Essa é uma verdade eterna.
Ney Paula B.
Todas as hipóteses que afasto e por cada sonho que deixo para trás, recebo aplausos do fracasso dentro de mim.
O que nos sustenta não são os aplausos dos que nos desconhecem, mas a sincera crítica dos que verdadeiramente nos conhecem
Se por obséquio os aplausos não ouvirem-se nos momentos frutíferos, cuidadosamente deves (re)avaliar à tua ambiência, de modos a que, preservamos a nossa sanidade e postergamos às inautenticidades.
Há quem troca a família pelo o palco.
Há quem troca o lar pelo os aplausos.
Há quem troca a aliança pela a fantasia.
Quem escolhe o vento voa sozinho.
