Antigo
quando você comprar um carro certifique-se se o antigo dono não ficou com a chave reserva, "eu não estou falando de carros".
Nunca volte ao padrão antigo de atenção, se dava dez, agora dê cinco... Se o outro lado quiser, que caminhe metade do percurso até você...
O convite inesperado com certeza abrirá novas janelas, desencadeando a realização de sonhos antigos, com novas possibilidades para você ser ainda mais feliz.
Ao longo das Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, encontramos uma verdade profunda e central ao caráter de Deus: Sua misericórdia não anula Sua justiça, mas frequentemente a suspende em favor do arrependimento, revelando que o amor é a essência da Sua vontade.
A justiça de Deus é real, santa e inegociável. Ele não faz vista grossa ao pecado. No entanto, a mesma Bíblia que revela o Deus justo, também revela um Deus “compassivo e misericordioso, paciente, cheio de amor e fidelidade” (Êxodo 34:6). Isso não é contradição — é equilíbrio perfeito. Deus não se apressa em punir, mas se alegra em perdoar (Miquéias 7:18-19). O perdão de Nínive, por exemplo, não foi porque a cidade era justa, mas porque Deus desejou dar uma oportunidade de arrependimento (Jonas 4:2).
Mesmo no livro de Lamentações, escrito em meio à dor do juízo, o profeta reconhece: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos” (Lamentações 3:22-23). O juízo era merecido, mas a misericórdia limitou seus efeitos.
No Novo Testamento, Jesus intensifica essa compreensão. Ao citar Oséias, Ele declara: “Quero misericórdia, e não sacrifício” (Mateus 9:13). Ele não está negando os princípios da Lei, mas mostrando que o coração da Lei sempre foi a misericórdia movida por amor. Por isso, Ele resume todos os mandamentos em dois: amar a Deus e ao próximo (Mateus 22:37-40).
Paulo reforça essa ideia ao afirmar que “a letra mata, mas o Espírito vivifica” (2 Coríntios 3:6). O problema não está na Lei, mas no uso incorreto dela — quando é usada como instrumento de condenação sem levar em conta a graça de Deus. Por isso ele também afirma que “o amor é o cumprimento da Lei” (Romanos 13:10).
Tiago vai além: “A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tiago 2:13). Isso não significa que Deus é injusto, mas que Ele sempre oferece misericórdia antes de aplicar o juízo. O julgamento vem, sim — mas somente depois de muitas oportunidades de arrependimento.
Em Efésios 2:4-5, Paulo deixa claro: “Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, deu-nos vida com Cristo, quando ainda estávamos mortos em transgressões”. Ou seja, a misericórdia é a iniciativa de Deus diante da nossa culpa.
Portanto, fica evidente que o Espírito da Lei — ou seja, o amor e a misericórdia — sempre foi mais importante que a simples observância da letra da Lei. A justiça divina não é desprezada, mas temperada pelo amor. A cruz é a maior prova disso: em Cristo, a justiça foi satisfeita para que a misericórdia pudesse nos alcançar.
O Evangelho não é um sistema de legalismo, mas uma mensagem de reconciliação. Deus é justo, mas deseja salvar. Ele é santo, mas Se inclina ao pecador arrependido. Por isso, o cristianismo verdadeiro é marcado não por rigor dogmatico, mas por fidelidade à verdade, temperada com graça, amor e compaixão
Piso a terra como o povo saído do antigo Egipto, não porque me sinta escrevo da vida, mas, por ter encontrado no teu coração a liberdade de poder te amar incondicionalmente.
Fumo que sobes, espetáculo divino,
Um vício antigo, um prazer passageiro.
Entre voltas de fumaça, eu me perco,
E por um instante, esqueço.
Mas, será que faz bem, essa paixão?
Ou é apenas ilusão?
Meu corpo clama por ar puro,
Mas minha alma pede um pouco mais.
Nas profundezas do meu ser,
Uma voz sussurra: "Pare!"
Mas a outra responde: "Sigo!"
E o ciclo continua.
Fumo, meu amigo e inimigo,
Meu prazer e meu castigo.
Um paradoxo que eu não entendo,
Um vício que eu não abandono
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
ÉS TU
A pomba.
Da paz
Que não existe,
A não ser no dicionário
Antigo, a cair de podre,
Bafiento e de bichos
Repelentes,
Só lidos por cabrestões
De pitos de funil.
Escusas tu,
Minha pomba
Falsa,
De cor branca,
Comida pelos aventesmas
De mil palavras
De enganar,
Sim, tu:
Escusas de dar voltas
Nos ares a dizer
Que inventaste a paz,
Que ela, a paz, está feita
Em solfejos de mortes
Anunciadas.
E, cuidado,
És sempre tu a primeira
A abater,
Depois de mim,
Claro:
Eu, o agitador,
Conciliador.
(Carlos De Castro, " in Portugal Sem Censura, Brasil, Sim", Em 06-09-2022)
“Antes que eu fique antigo pra dar valor ao agora, morro a todo instante e recomeço, como começam as horas.” Osman Matos (de seu livro, Bolhas de sabão)
Tu podes trocar o CD antigo por um novo, o automóvel usado pelo carro do ano, ou até mesmo alterar por vezes a sua linha de pensamento, mas jamais poderás substituir a essência de uma pessoa colocando outra no lugar que pertence a ela.
Entro prontamente numa cena de filme antigo, atraído pela parte clássica da tua essência, fico logo embevecido em um deslumbramento de forte veemência que aguça com eficácia os meus instintos, focados na tua rica natureza, tanto o teu corpo quanto o teu espírito, uma chama acesa que conduz a um incrível paraíso.
Conduzido, faço uma viagem tempestiva e emocionante para o teu mundo, lúdico e realista, provido de um ímpeto incessante que me tira por alguns instantes o peso da rotina, tendo em vista que és profundamente cativante, uma vitalidade intrínseca nas páginas de uma história que vão além do óbvio que está à vista.
Honra incomparável é viajar desta forma, instigado por tua existência, onde o passar do tempo é ignorado e a tua verdade se mostra, decerto, és uma mulher admirável que contribui bastante para que a vida não seja monótona, principalmente, estando ao teu lado, transformando cada fase felizmente memorável.
Reconheço que não sou um leitor assíduo e que nem tenho um relacionamento antigo com a leitura, entretanto, nos últimos anos, vejo o bem que faz em ler bons livros, pelo menos, de vez em quando, diversas histórias, surpreendentes, engraçadas, misteriosas, daquelas prendem a nossa atenção, pausam a realidade que nos cerca, que encontramos sentidos profundos nas entrelinhas, os parágrafos são emocionantes, uma aventura diferente da outra,
transitando entre as páginas, passando tanto pelas narrativas reais quanto pelas fantasiosas, frases marcantes, palavras valorosas, tirando lições importantes, instigando o imaginário, vibrando pelas vitórias e descobertas dos personagens, satisfazendo algumas suspeitas, um mundo incrível de possibilidades, um lugar onde não sou nenhum incômodo, que posso usar como um abrigo, afastado de qualquer transtorno, longe dos conflitos,
Rota fuga de certas circunstâncias desagradáveis, que desgastam o corpo e o espírito, além de trazer um pouco de alívio para uma mente cansada, então, se estou lendo, consigo algo que me proporciona um momento muito restaurador em vários aspectos por menor que seja a sua duração, deixando o meu ânimo fortalecido, usando o senso de realismo e o gatilho para minha imaginação presentes em um livro numa significativa interação.
Sempre é necessário um momento de simplicidade consigo, praticando um novo ou antigo bom hábito, que satisfaça a mente e acalme o espírito, que não precisa ser perfeito, mas desfrutado máximo ao ponto de ficar satisfeito, marcante mesmo sendo temporário.
Um corpo antigo e cansado,
entretanto, de um espírito vivo e liberto
com um vigor expressivo,
dedilhado nas teclas de um piano
emitindo um som harmônico e profundo,
mostrando que, enquanto houver fôlego,
o viver deve ser intensamente usufruído
importando cada segundo
até o último suspiro.
Aqui em casa, minha esposa Leonice e eu, temos um costume antigo herdado de nossos pais, de abençoar os filhos e os netos, que ao despedirmos dizemos bem assim: Deus te abençoe! Você também mantém essa tradição?
Há um vínculo único, incompreensível eu diria entre nós.
Tão antigo quanto verdadeiro.
Quando estamos longe um do outro, em um piscar de olhos, nos permitimos sentir como o outro se sente, por outro conseguimos ler nossas mentes quando estamos juntos.
Podemos nos ver através dos nossos olhos,enxerga parte um do outro, sentir o amor com todas as diversidades, e tudo isso nos unindo ainda mais.
