Textos sobre ansiedade que resumem esse sentimento difícil

Quero me sentir mal!!!

Pego tristezas nos lugares sombrios, cato problemas por aí, junto as mazelas espalhadas por todo canto!

Coloco em um caldeirão e pronto!

Crio dores, tristezas, angústias e aflição!!!

Como um encanto!

Lá vou eu... "e lá vou eu"... sofrendo, chorando, me jogando num canto...

Respiração acelerada
Noites angustiadas
Dias em eternas noites quebradas transformados
Uma imagem de mim... no espelho da vida em mil pedaços despedaçada.

Sentiu-se chocado!?

Eu também!

Ninguém quer se afogar num caldeirão de tristeza, dor e confusão, né não!?

Li e gostei: "depressão e ansiedade não são escolhas pessoais, não

Quando estiver no fundo do poço, lembre-se de todas as vezes que vc já esteve e conseguiu sair de lá.
É só mais uma fase! Não desista!

O melhor lugar para estar quando o mar está revolto, é perto de Jesus.

esperei na segunda cabisbaixa
esperei na terça calada
esperei na quarta triste
esperei na quinta ansiosa
esperei na sexta ensolarada
o final de semana chegou
e eu continuei esperando

É uma luta contra os próprios pensamentos, e meu medo é um dia eles me vencerem.

⁠Acostumados a ouvir, não encontramos espaço, nem coragem para falar.
O mundo parece ser tão pesado para os outros que decidimos carregar o peso do nosso sozinhos.

“Talvez eu não seja a melhor em frases felizes, mas sou ótima em frases depressivas”
-Maysa G.

Pare de se encolher para permanecer em lugares onde você não cabe mais.

A dor d'alma dilacera em silêncio.
Vem em gotas de frustrações diárias.
Surpreende num surto em pleno ócio.
Veneno lento que esgana várias esperanças. Sem piedade, assiste ao desmoronar interno, tijolo a tijolo. Sufoca com mãos pequenas. Triste ver o corpo murchar, perder o viço, desencantar junto às rugas profundas que marcam a vida. Uma flor esquecida, sem regas. A beleza dessa dor pungente não transparece fácil, é urdida pelas mãos do poeta dormente.

A incerteza é o pior
Ela corta o futuro
Destroe os caminhos
Queima as possibilidades

Deixo de respirar no agora
Me paraliso
Porque penso demais
Questiono demais

O 'talvez' me assusta
O 'quem sabe' me aterroriza
E me afogo em angústia
Preso no medo de um futuro que talvez nunca aconteça

Tenho medo de me olhar no espelho.
Medo de olhar para o meu rosto e encontrar apenas um vácuo escuro.
Onde antes um criança sonhadora vivera em um passado distante, medo de ver o que ela se tornou e medo de pensar sobre o que ela acharia do ser que nós nos tornamos
Parte da criança que restou dentro desta casca luta para subir a superfície, a outra parte, maior e mais forte, deixa-se afundar na escuridão da mente.
Ela está acostumada com o vazio.
É reconfortante, acolhedor e indolor; Depois de nadar contra a correnteza muitas vezes, permitindo enfim deixando-se levar, aceitando o que realmente é.

A ausência de Deus, deixando o homem responsável por si mesmo, o condena a se revoltar. “Do absurdo à revolta”, dizia Camus.

Você não está sozinho no mundo,
tem muita gente sozinha também.

Estou tão exausta mentalmente hoje, que não tenho ânimo nenhum para levantar da cama.

⁠O amargor do crepúsculo

Novamente os sintomas da angústia explodem em meu peito, uma dor tão forte e incessante.
O ar me falta, a lua cresce, nada me desce, o frio entra, o coração padece, o dia amanhece, mais uma vez acontece, o triste ciclo da tormenta, de um ser que tanto lamenta e carece de uma nova versão de si.

⁠O Ultraje da solidão

Um coração custodiado
Não sabe o que é aflorar-se mais
Em mansidão aparente, Um rosto tanto calmo, por dentro pandêmico, quem diria se o visse?
O exílio é perigoso, mas é onde encontro o meu eu mais próximo do gênese,
Viciante, tanto pensar, pra que me culpar?
Deveis apenas seguir o rebanho?
Só busco ascender, conectar e talvez desafrouxar os laços que me confinam ao pretérito
Porém tão fácil dizer
E difícil demais compreender cada dia minha existência
E o que tanto me amarguras

⁠Hoje choveu.
No silêncio do quarto choveu. Choveu como nunca havia chovido antes.
Apenas choveu.
As nuvens já estavam carregadas há um tempo.
Temporal.
Torrentes de água.
Levou-me.
Lavou-me.
Vendaval em meu quarto.
Enquanto o sol brilhava lá fora.

Não é realmente a tristeza que causa a dor às pessoas. É a interpretação de que a tristeza é errada que lhes provoca dor, e esta se torna um problema psicológico. Não é a raiva que é dolorosa. É a ideia de que a raiva é errada que cria ansiedade psicológica. É a interpretação, não o fato. O fato é sempre libertador.
(O Livro dos Homens)

Há muitas pessoas lotadas do amanhã e vazias de hoje.

Nem sempre vou poder ser a melhor versão de mim mesma, mas me esforço para poder ser cada dia melhor por mim e pelos outros.