Animais de Estimação Cachorro
Mulheres, se vocês acreditam que todo homem é cachorro, então, a saída é escolher aquele que late mais gostoso no pé do seu ouvido.
É melhor não criar expectativa, afinal existe cachorro, papagaio, periquito, galinha, codorna e até porco pra isso.
Pior do que homem babaca e cachorro, é homem sem critério. Quer fazer, faz bem feito. Quer pegar, por favor, meu bem... Pega direito.
Consigo dizer "não" pra minha mãe, pro meu cachorro, para os meus amigos, pra mim, mas nunca consegui dizer "não" pra você, nem pro meu coração quando ele dizia que te queria dentro de mim. Sou meio louco às vezes, falo o que não devia falar, mas não consigo dizer o que você merecia ouvir. Posso ser estúpido às vezes, com meus amigos, com meu cachorro, até com a minha mãe, mas não consigo ser estúpida com você. Me diz que mágica é essa, menina? Que me faz surtar, te odiar, te amar e te querer, tudo ao mesmo tempo. Você me irrita, me desequilibra mas ainda sim, me deixa em paz. Eu te amo, do meu jeito louco, mas ó, eu te amo!
E você cuidadosamente deixa o inimigo matar seu cachorro que estava farejando ao redor. - Intrega Hellsing
Seu cachorro pode...
- destruir seus sapatos;
- destruir seus móveis;
- destruir seu jardim
Mas nada disso é pior que seu coração destruído quando ele vai...
Dejavu
Abri os olhos e me vi em um lugar cercado de pessoas que riam, um cachorro que não sei a raça, não lembro. Parecem tão conhecidos e estranhos ao mesmo tempo. Dei me conta que havia alguém me chamando um nome que deveria ser meu, então me virei fintando-os, este era o meu nome. Eles riam e eu fingia entender tudo direito. Me senti num dejavu, mas só depois percebi onde estava, e reconheci finalmente todas aquelas pessoas alegres. Eu tinha sido atendida, voltei ao tempo.
Mas porque voltei pra esse lugar e não para o momentos em que ficamos a sós pela primeira vez? Eu precisara concerta algo nesse momento, nesta hora em que estávamos cercados de pessoas que futuramente seriam meus amigos também. Não, não era isso que eu tinha que mudar. Era o quê então? Seus olhos pausavam em mim, nas minhas palavras, e eu caçava seus olhos como da primeira vez que estive nessa cena. Mas se eu voltei exatamente aqui, tinha que fazer algo diferente para você perpetuar. Não mexi em nada nesse instante. Riamos, um outro amigo tocava violão para nós, e você mexia nos seus pés, eu, no cãozinho que lá estara. Não era aqui que eu tinha que mudar algo, então deixei rolar. Não poderia perder uma oportunidade crucial que Deus, destino ou sei lá o quê tinha me dado. Fiquei quieta.
Depois estávamos em outro lugar, não me lembro a ordem das cenas. Mas ficávamos á sós, finalmente. E nossos olhos investigava o novo que a mim possua que a ti possua. Meus cabeços soltos pelo casaco que eu vestia, engraçado e você ria. Então percebi, era ali que eu tinha que ter entrado em ação. Seus olhos miravam os meus lábios, e eu parada, simulava não entender nada. Era nessa hora que eu devia ter chegado mais perto e ter lhe dado um beijo sem permissão. E então tu corresponderia porque era isso que querias também. Cega fui eu que não vi, não fiz, por medo de te perder pra sempre. Mas ao menos se eu te perdesse ali,a dor seria maus plausível ou não doeria do jeito que doeu depois dessa cena. Tentei mudar, reverter. Fui até você e quando o quase acontecia finalmente, acordei. Era um sonho e não uma surpresa da vida. Seria bom se pudéssemos mudar certas coisas né? Mas eu não podia.
Acordei e me posicionei na cama. Determinada a sair de mim. Ou pelo menos tomar meu café da manhã sem me arrepender de quando te perdi antes de ter.
Fome.
Ah, a trégua do meio-dia!
No silêncio pós-prandial
Saciado, nem cachorro latia
Naquele tempo eu cria
Que haveria paz mundial
Se não existisse barriga vazia
Mal sabia
Que a fome
Até a fé me tiraria
Não por mim, eu comia!
Mas por quem não come
Pela criança que nem sei o nome
Pouco importa como se chama
Comia biscoito de barro
Olha que sarro!
Era manteiga com lama.
Dalí pra frente
Era impossível continuar crente
Não importa o quanto argumente
Nada justifica a ação displicente
De dar o corpo e privá-lo do que o sustente
Não é um ato de amor
Definitivamente!
Poderia julgar indiferença
Ou incompetência
Mas, pra não falar em rancor...
...concluo inexistência.
23/09/15
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