Angústia
Máscaras
Como não querer quando o outro não quer, ou diz não querer?
Como acreditar nas palavras letais que saem da mesma boca que um dia disse palavras tão doce?
Como se desapegar quando se acredita que tudo o que tem é aquilo?
Como olhar para frente se estou paralisado no passado?
Como dormir se todas as vezes sonho com você?
Lutas constantes, se não bastassem minha autodestruição, tenho que lidar com sua máscara, eu sei que vc usa uma, pelo na minha frente e na frente de muitas pessoas.
Será que vc já se permitiu chorar?
Uma hora as máscaras pesam, a força acaba, e nem mesmo o seu orgulho que tanto te acompanha, terá coragem de olhar na cara, ele irá se envergonhar pelo o que vc se tornou.
Espero está errado com minhas palavras, como estive quando acreditei nas suas.
La fora que nos deparamos com as nossas vontades.
Na “caverna” é sombrio, há medo e frio.
Respirar o ar de fora é libertador, amadurecer nossas “(in)verdades”.
Às vezes “lá dentro”, nos prendemos por algo que há muito tempo já não é nem mais nosso.
Enquanto a vida chama, lá fora, por novas conquistas, sonhos, e batalhas para serem travadas, e quem sabe até vencidas.
Sei que não é fácil sair “de dentro”, pois, cada um tem seu tempo de recompor-se, e o de parecer que permanecer ali, quieto, imerso em pensamentos, será melhor, pois, traz uma falsa sensação de paz. Amigo(a), eu já estive lá, e, no fundo, eu sabia que precisava sair quanto antes. Enquanto ainda restassem sonhos dentro de mim.
Acabei de sair da “caverna” das minhas dores, ainda não sei nem ao certo para aonde ir, porém, só a possibilidade de sentir algo, que nem ao menos percebo o que é, já é libertador…
Porque o sentir é tudo! É quando saímos da prisão de nossos medos, frustrações e derrotas e finalmente conseguimos entrar de nós mesmo, para viver o que ainda está lá, latente.
"O valor da vida moderna não está em viver o momento em sua totalidade. Registrando-o no córtex cerebral, através de sinapses frenéticas devido a intensidade das emoções. Mas, com pixels de alta resolução das máquinas mais cobiçadas do mercado."
Trecho do livro Ensaios de Angústia, autor Thiago Silva Oliveira (edição independente 2020)
Zona de Conforto
"A grande hipocrisia deste modo de vida estático é querer receber melhores condições laborando as mesmas atitudes e pensamentos. É querer a aplicação da justiça e da meritocracia, produzindo o mesmo de sempre esperando que o próximo, o qual se dedicou, aprendeu novas técnicas, ousou aperfeiçoar os métodos, receba menos que você. Se você é uma pessoa que pensa e acha que deve ser assim, vá agora para um espelho, xingue, esbraveje e faça pirraça. Depois tome um copo d’água, respire fundo e ainda diante do espelho, saiba que se o mundo é mau, um dos responsáveis está ali diante da lâmina de vidro, metalizada na face posterior e cuja face anterior reflete a luz e as imagens que você vê."
Trecho do livro Ensaios de Angústia, autor Thiago Silva Oliveira (edição independente 2020)
#TH_Historiador, #TSO, #Mundo_Hipocrita (Redes Sociais)
“A seu tempo, o sofrimento tal como a primavera são passageiros. A propósito: A felicidade também o é. Portanto, viver com a cruel e azáfama dúvida entre a nostalgia bucólica de um passado de felicidades ou a tentativa infrutífera de esquecimentos de angústias retrógradas, por óbvio, é o dissabor que quereríamos nunca mais ter de sentir”.
Estranhamento
Lindas palavras, sem saberem, não são ditas à face oculta
E enrijecem a máscara construída e mantida por medo e amor
A alma imóvel, presa e angustiada anseia por liberdade
Como um estranho no próprio corpo que deseja se tornar conhecido
Antes que sua essência permaneça, para sempre, refém de seu próprio invólucro
A incerteza paralisa
Haverá quem fará jus às palavras ditas?
O rosto desmascarado terá que suplicar sorrisos?
Quem apoiará a fluidez de seu espírito?
Sua estranheza, enfim, tornar-se-á familiar?
Por que o medo da solidão o estagna se já é uma companheira de viagem?
Quebre o padrão, Estranho! Arrisque, energize, aja!
Entenda que em todo o caso você é suficiente...
E que você merece a aceitação.
A começar pela sua!
“tempos angustiáveis atrelados a seres desumanos são, ao meu sentir, a combinação entre a pólvora e o fogo. Este, por si só, a depender da distância, causa-nos dor quando muito próximo e, noutra mão, alento quando mais distante; já aquela — pólvora — per si, torna-se inofensiva sem que o fogo lhe confira atenção. Ou por outra: mantenha-se distante de pessoas desumanas, pois, deste modo, os tempos de angústia, tal como o fogo, apagar-se-ão.”
“Descanso meus pensamentos naquele que sempre foi o meu melhor amigo e confidente, o papel.
Deixo nele as minhas angústias e palavras que não tive coragem de professar”
De tantas frases genuínas e comoventes, me engasguei em decepções e agora só consigo ficar em silêncio.
É estranho como as palavras se trancam em meio as maiores emoções, o amor, e a angústia.
“Hoje, ao acordar, senti em meu peito o meu coração se encolher. Subitamente percebi que acordei na mesma realidade, angustiante e sufocante, com que havia dormido. Descobri que dormir é bom, sonhar é melhor ainda, mesmo que os sonhos não sejam tão bons. Porque, hoje, meu pior pesadelo, além de ter sido o de acordar, foi o de me manter acordado e vivo”.
Sem promessa...
Não és capaz de amar , como eu te amo,
Jamais me veneraria, como te venero
Nem me daria o brilho do seu sorriso, para que eu pudesse sorrir
Nem me ofereceria o prazer do teu olhar...
Não me daria a sua atenção, pois seu tempo está completo
Não adianta te buscar, se a mim não queres encontrar
Busco-te tanto...
Mas só me procuras quando a tristeza te desfalece e a agonia toma conta de seu coração
Estar comigo é uma alternativa, quando tua razão te abandona e a tristeza no teu coração faz moradia.
Quando a fantasia do diferente te persegue a realizar o inesperado, o diferente, aquilo que te transporta a uma dimensão extasiante.
Ah... como te espero, sem esperança, sem luz, sem expectativa, sem razão
Já que a mim, nada me prometes...
Sou a sombra de uma árvore, quando lhe faltou o amor do lar
Sou a brisa do vento, quanto te faltou o ar condicionado
Sou-lhe a simplicidade quanto a riqueza te abandonou
Sou a maturidade quando te faltou a juventude,
Mas lhe é vergonhoso me conceber, como parte de ti, se nem a mim tu conheces
Nem quis conhecer
Privou-me de compartilhar comigo o sol, a lua, as estrelas, seus pensamentos, seus sonhos, seus amigos, sua família e tudo e todos que em sua vida ocupam...
O caminho chamado vida!!
Mas quão desolador te olhar, mas sei que não me vês...
Um toque, um carinho que só te ajuda ao êxtase, sem promessa, sem nome, sem sentimento.
Represento o nada quase importante, o bem que não anseia, o ser sem precedente
Cada palavra, pode ser a última palavra, quando resolve... buscar o lar perdido, conquistar o amor escolhido , continuar percorrendo seus caminhos ...
E a mim, sem certeza, sem razão, continuo só ... sem promessa...
"Se minha boca proferisse tudo o que meu coração sente, creio que todos os ouvidos do mundo não seriam suficientes para discernir meus pensamentos..."
As vezes só dá vontade de montar uma playlist da vida e ir caminhando sem rumo ao precipício, ouvir aquela música que diz tudo sobre você e sua vida, sentindo o vento que aliviará o impacto da queda!
Peçamos à vida, diariamente, que nos mostre o valor que temos...Quando nos valorizamos, percebemos que angústia e sofrimento emocional são sentimentos sinalizando que estamos no caminho errado, que talvez estejamos indo contra aquilo em que acreditamos. Por isso a importância de sermos sempre originais, sermos nós mesmos mesmo correndo o risco de não sermos aceitos por alguns, porque na verdade, o "ser aceito" pesa bem menos do que a paz de espírito...
"Não tenho tudo o que quero,mas Amoooo tuudo o que tenho" pode ser pouco,mas PRA QUEM TÊM FÉ tudo é uma questão de CONCEPÇÃO e de OPINIÃO!
Assim como vc buscou a paz e as respostas que tanto queria e não encontrou,até aquele exato momento,deus te enviou um Anjo pra te mostrar q ELE É FIEL a ti e o Anjo te mostrou com mais clareza aquilo q no fundo vcs já sabia. Mas por estar envolvida nesse turbilhão,não soube compreender.
Sempre linda, sorridente, de um alto astral e um bom humor, com uma alegria contagiante, vivendo da forma que lhe convém, seguindo todos aqueles padrões da sociedade, mas nunca vivendo da forma que realmente queria viver. Repleta de de pessoas a sua volta, sempre em família, com boas amizades e ótimas companhias. Não perdia seu tempo e não se prendia, só se prendia a vida. Sempre livre, em festa com as melhores amigas, embrulhada pelo mais belo dos vestidos pretos, em cima daquele salto 15, com o mais fascinante dos sorrisos, e os olhares mais hipnotizantes já vistos por toda a vida. Todas rindo, bebendo, dançando, cantando e encantando por onde passam, deixando para trás tudo o que lhe aflige e lhe tira a paz que todas essas coisas trás. Vivendo na rotina, de acordar todos os dias às 5 da manhã, com a cara amassada, sempre com uma xícara de café com muita preguiça e ainda desacordada, com aquela farda escolar, e vestida com o umais lindo jeans de todo o teu guarda-roupas, ressaltando as curvas daquele lindo corpo. Levando na bagagem todo o caos que há em si, toda a angústia, toda a confusão causada por uma paixão insegura, frágil e imatura, muito pouco correspondida, mas muito bem sentida, com todas as emoções à flor da pele, todos os instintos do amor na forma mais apurada possível, amor compartilhado com quem não se pode compartilhar todas as mágoas, angústias e feridas, amor apoiado em uma outra pessoa, em uma outra amizade, amizade essa que cujo papel é ouvir a todo momento, coisas de um relacionamento do qual não lhe convém, ouvir desabafos, e pedidos de socorro. Sempre que chora se entrega ao ombro amigo, da pessoa que mais te quer o bem e o amor que não se pode ter, fazia dele um ventilador e jogava toda a merda acumulada dessa paixão que não é nada recíproca. E é claro, que, como melhor amigo, tirava de si os melhores conselhos e fazia de seus braços o teu melhor abrigo, em momentos de aflição e solidão, quando ela já se via sem ninguém e oprimida por não poder recorrer a quem tanto queria. Pra ele nunca eram bons momentos nunca foi, vê-la assim dessa maneira, aos prantos, com aquele olhar todo borrado e o sorriso mais lindo do mundo quebrado, era a pior coisa do mundo que ele poderia ter visto. O amor da sua vida aos prantos, chorando feito criança após o primeiro tombo quando estão aprendendo a andar de bicicleta, o amor da vida dele, chorando, e por "amor"... "O que fazer? O que falar? Será que devo ir ou ficar, acolher ou renegar" era só isso que pensava, quando se encontrava nessa situação, amando, alguém que só lhe enxerga da maneira mais amigável possível, alguém que ele sabe que nunca terá ali em seus braços pra ti e só por ti, e não aos prantos por conta de um outro amor. O mais pesado de todos os fardos agora estava em suas costas, o fardo do amor não correspondido. Amor que ao mesmo tempo que cresce, corroe tudo o que há por dentro, matando-o pouco a pouco.
