Amor Utopia
Utopia
Toda Utopia
É transformada em insanidade,
Pois a mente humana
Cheia de maldade,
Faz que Belos sonhos
Repletos de ousadia
Alimentem a crueldade,
Daqueles que,
Tendo em vista a covardia
Distorcem ideais
E criam tiranias
(Felipe de Lima, 24/02/2010 - após debate sobre socialismo)
Utopia
Vivemos em busca dessa tal felicidade...
buscamos ao que chamamos de assenção profissional...
Dedicamos temo aquilo que chamamos de progresso intelectual...
Desperdiçamos momentos grandiosos, que poderia-mos chamar de o progresso conjunto,
o chamado amor ao próximo.
Mas. Ah! quantas desilusões criados pelas nossas mentes,
que um tanto vazias se preenchem do nada que só o materialismo nos proporciona.
Vejamos então uma solução para tais problemas.
Amar, amar, amar.
UTOPIA
Talvez fosse o desconhecido a lançar ao léu
A inexatidão de sentidos e emoções torpes.
Ignotas rotas de um destino, onde os caminhos
Contorcem-se em labirintos espelhados,
Refletindo um brilho obtuso e hipnotizador.
São os ímpetos do âmago despertados
Pela cruel mágica da criada ficção
A idealizada satisfação do humano alienado
Construindo redes a fecharem-se em ação
Ao redor do ideal, outrora projetado!
Imagine todos vivendo felizes, sem guerra, rancor ou inveja, todos ajudando uns aos outros. Utopia? Talvez.
Utopia!!!
Gostosa sensação
Vida na minha linda vida
Você veio me trazer
Levou a tristeza embora
Fez a alegria renascer
e meu sorriso reaparecer
Fui contaminado
Fui Contagiado
Mesmo distante
Tua presença se faz real
O brilho radiante
Do teu olhar
Ilumina...
aquece o meu coração
Bem perto
aqui do meu lado não sinto medo
Tudo é pura emoção
Você é...
a minha luz divina
minha metade...
minha deliciosa canção
Iluminas meus dias
confortas o meu coração
Vives longe
mas perto estas neste instante
Você é luz
és a mais pura razão.
(Fouquet, 2010)
Utopia Humana
Meio a insatisfação
Caminhos seguem
Continuamos a viver
Vontade não necessária
Olhamos para frente
Futuro algum se enxerga
O controle não está em nossas mãos
Não decidimos o rumo
Nos negamos a aceitar o inaceitável
E nunca nos convencemos
De que não há glória
Felicidade talvez utopia
Que alimenta a imaginação dos fracos
Que se iludem para não encararem
A realidade que se faz presente
Quão triste o destino humano
Em busca do inatingível
Crendo no inexistente
Até que o fim se faça
A esperança vaga
Consuma o restante do ser
REALIZAÇÃO
Utopia ou discernimento?
Discernir é compreensão
Atente ao verdadeiro sentimento
Utopia, mera ilusão!
Pare! Centre-se por um momento.
Pergunte ao seu coração
Expulse agora o lamento
E seja apenas você em oração
Inteligência emocional a contento
Agora e sempre a solução
Na conquista de um novo intento
Banir o medo é vida em evolução
Transformar o querer e fazer é estar atento
Conquistando assim, realização!
Musicaram o poema que estava sobre a mesa. Com sons melódicos e penosos fizeram a melhor utopia. Fantasiaram o mundo e agora deitados em seus supostos leitos, os mórbidos bêbados assistem ao filme.
Todos buscam felicidade ,mas é tudo utopia ,a vida é resumida em momentos felizes e outros nem tanto .
UTOPIA
Com laço d'essa saudade
amarrei minha paixão
na corda da felicidade
dei o nó no coração.
Fiquei sufocado ao ar
sem poder nem respirar
meu Deus quando eu voava
queria, tanto amar!
Hoje sem minhas asas
meu horizonte encolheu
meu voou, dentro de casa
meu sonho é eu mais eu.
Agora é dentro do sono
onde posso navegar
sentimentos tem dono
acabou-se o esticar.
Antonio Montes
Utopia
Numa avalanche de sonhos contínuos,
Minhas emoções me impulsionam por dentro.
Fico estarrecido por sonhar alto,
E na vida nada concretizar!
Na vontade impetuosa de realizar,
Tão doces sonhos nas noites vivenciados...
Confesso que também sonho acordado,
Não posso rejeitar a minha sensibilidade aflorada.
Utopia, ação platônica ou simples sonhos altos,
Não sei! Mas escorrem como calda em minhas mãos...
A triste certeza do inalcançável desejo,
Gera argumentos para aliviar o sofrimento.
Penso na perfeição para atingir os objetivos,
Sorrio até para quem me vê como inimigo.
Mas, dói pensar que nunca acertarei pra valer...
Palavras ditas ou mesmo escritas,
Jamais serão apreciadas!
Admiro muito os que vencem sem sonhar...
Mas como negar que sou um sensível sonhador.
Lamento os meus sonhos nunca se realizarem,
Acho que Deus não os tinham em seus planos.
Me tornei uma mulher chata,porque parei de viver na utopia,mas se ela fosse real eu bem que queria !!
Sentimento perdido
Na utopia sou levado aos sonhos
Sensação gostosa e aventureira
Sentimento perdido em meio à verdade
Da consciência movida pela realidade
No prazer viajo como nunca
Na ilusão crio as asas da imaginação
Mas na vida nada se concretiza
UTOPIA
Ainda pequena, quantas e quantas
vezes aquela crianças, brincava de ser adulta
nesse sonho de brincadeira, se colocava
como dono de império
se vestia de rancor, dava ordens
dava chibatadas, prendia
xingava os ventos
as vezes maldiçoava o momento.
Em meio a essas brincadeira de adulto
... Se colocava como se fosse um tirano,
se maldizia em sentimentos,
e maldiçoava-se por ainda ser pequeno,
mas como pequeno...
Tinha lá suas brincadeira de época
... Bola de gude, amarelinho
sentados em roda com sua pedrinhas
... Cinco marias,
cavalo de cabo de vassoura, peteca.
Como criança... Chorava abertamente
se escangalhava em sorrisos
resmungava por levantar-se sedo
estava sempre aberta,
fazia artes inocente...
Não guardava segredos.
Cresceu... Deixou de brincar
e como adulto, adquiriu vergonha
só chora as escondidas,
deixou de se expressar aos ventos
os risos são minguado, curtos
quase nada carrega em sentimentos
sempre tem segredos em pensamentos
... Um deles é sentir saudade de ser criança
mas com vergonha, deixou de brincar
adquiriu carrancas de verdade,
e com pelos na cara...
Todo tempo, tenta se limpar.
Não é mais criança e tudo em sua volta
é moldado por planos e comando de voz
não leva mais seus passos aos ventos
ao contemplar as margens de sua estrada
tem medo do andar do seu caminho
seus passos, com os anos estão curtos
enquanto seu olhar limita-se ao espelho, ou
através de grades de suas quadradas janelas
suas rugas, te esperam na curva do tempo.
Antonio Montes
